Família busca apoio para trazer corpo de potiguar morto na Turquia

17 de outubro de 2026

Família busca apoio para trazer corpo de potiguar morto na Turquia

A família do potiguar Lucas Nascimento de Medeiros, 33 anos, está arrecadando fundos para transportar seu corpo da Turquia ao Brasil e custear despesas jurídicas. Natural de Natal, Rio Grande do Norte, Lucas era empresário e morreu enquanto aguardava deportação no país onde estava em viagem turística. As causas da morte permanecem desconhecidas.

O corpo foi liberado na quinta-feira (15) e a previsão é que chegue ao Brasil no sábado (17).

Durante o reconhecimento no necrotério, uma das irmãs de Lucas só conseguiu ver seu rosto. A família busca esclarecer o que se passou antes de sua morte e obter mais informações sobre o ocorrido.

Na página da campanha, os familiares explicam que os recursos são necessários para cobrir transporte, documentação e custos legais para o retorno do corpo ao Brasil.

“Qualquer ajuda será fundamental para que a família enfrente este momento difícil e possa dar a Lucas uma despedida digna ao lado de seus entes queridos”, dizem os familiares.

Lucas residia em Portugal e estava na Turquia a turismo quando, segundo a família, se envolveu em uma discussão com conotação religiosa. Ao registrar o episódio com as autoridades locais, acabou sendo detido num centro de remoção migratória.

A expectativa era o retorno dele ao Brasil via deportação, porém a família perdeu contato antes da data prevista para sua chegada.

O falecimento foi comunicado em 12 de outubro. Desde então, os familiares questionam as informações recebidas e buscam entender as circunstâncias da morte.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo registrou a comunicação do óbito após confirmação com o Consulado-Geral do Brasil em Istambul e encaminhou o caso para as providências cabíveis.

O Ministério das Relações Exteriores acompanha a situação e presta suporte à família.

Créditos: Tribuna do Norte

Well Lab

Flávio Bolsonaro minimiza debate sobre retirada de marcação de munições

17 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro minimiza debate sobre retirada de marcação de munições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência da República, considerou um “detalhezinho” a discussão sobre a retirada da identificação das munições usadas pelas forças de segurança.

Ele fez essa declaração na sexta-feira (16/10), durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo.

Questionado pela jornalista Renata Lo Prete a respeito do apoio a um projeto que eliminaria a exigência de marcação das munições, Flávio não explicou como essa alteração ajudaria no combate ao crime organizado.

Em vez disso, defendeu o endurecimento das penas e investimentos em segurança pública. “Qualquer detalhezinho desse”, afirmou o senador. “Eu vou investir em tecnologia, eu vou investir em inteligência artificial”, complementou.

Renata havia perguntado sobre os efeitos da proposta na investigação de crimes e na identificação de armas e munições desviadas para organizações criminosas.

O debate envolve o Projeto de Lei (PL) 3.723/2019, apresentado pelo governo do então presidente Jair Bolsonaro (PL).

A proposta altera o Estatuto do Desarmamento e, em sua versão original, elimina dispositivos que exigem a marcação de munições, inclusive as destinadas às forças de segurança.

Essa identificação permite rastrear a origem dos cartuchos e verificar possíveis desvios de materiais comprados com dinheiro público.

Durante a sabatina, Flávio também defendeu a aprovação de medidas mais rigorosas contra membros de facções criminosas e elogiou as mudanças feitas pelo Congresso na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, originalmente enviada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“É a PEC da segurança pública que nós no Congresso Nacional melhoramos”, declarou.

A proposta estava prevista para ser votada no Senado na quinta-feira (15/10), mas foi retirada de pauta pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), após conflito entre governistas e oposição sobre a redução da maioridade penal.

Créditos: Metrópoles

Restaurante Sertanejo

Flávio Bolsonaro vota a favor do fim da escala 6×1 após horas sem registrar presença no Senado

15 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro vota a favor do fim da escala 6x1 após horas sem registrar presença no Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, passou cerca de quatro horas sem marcar presença no Senado durante as discussões sobre o fim da escala de trabalho 6×1, na quarta-feira (14/10).

Em campanha em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Flávio participou da votação remotamente, votando favoravelmente à proposta.

As discussões começaram por volta das 16h30, mas o senador só registrou presença às 20h30, conforme os registros oficiais do Senado. O voto favorável veio após meses em que Flávio criticou a redução da jornada e mudou seu posicionamento próximo ao segundo turno das eleições.

Mesmo com o apoio, aliados do senador já admitem ajustar as regras caso ele vença a presidência, adaptando a redução da jornada às propostas econômicas do seu possível governo, mesmo que o Congresso aprove o texto atual.

Segmentos do PL defendem uma proposta que permita negociações entre trabalhadores e empregadores, com pagamento por hora trabalhada.

Enquanto os senadores discutiam a proposta em Brasília, Flávio estava em campanha no Rio Grande do Sul, sem mencionar o fim da escala 6×1 em suas agendas.

O senador pôde votar de forma remota porque a sessão foi em formato semipresencial, permitindo participação e votação à distância.

Nos meses anteriores, Flávio criticou a proposta, classificando-a como eleitoreira, mas mudou de postura a 11 dias do segundo turno.

Sua campanha considera que votar contra uma medida popular poderia prejudicá-lo na disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que faz do fim da escala 6×1 uma de suas principais bandeiras.

Aliados mantêm preocupações sobre o aumento de custos para as empresas e defendem maior liberdade para negociações entre empregadores e trabalhadores.

A campanha de Flávio também destaca como alternativa uma proposta do senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição e coordenador da campanha, que permite contratação com pagamento por hora e amplia possibilidades de negociação da jornada.

Diferente do texto apoiado pelo governo Lula, a proposta de Marinho não reduz o limite de 44 horas semanais nem garante dois dias de descanso.

A PEC aprovada em primeiro turno no Senado prevê a redução gradual da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salário, e garante dois dias de folga por semana.

Créditos: Metrópoles

Well Farma

Lula celebra aprovação do fim da escala 6×1 no Senado como conquista histórica

14 de outubro de 2026

Lula celebra aprovação do fim da escala 6×1 no Senado como conquista histórica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou, nesta quarta-feira (14/10), a aprovação no Senado da proposta que elimina a escala de trabalho 6×1.

Em publicação nas redes sociais, Lula classificou a medida como uma “conquista histórica” para os trabalhadores. Segundo ele, o fim da 6×1 representa mais tempo para viver, descansar, estar com a família e aproveitar a vida.

Lula afirmou que a vitória é dos trabalhadores e que o Brasil está pronto para avançar ainda mais.

A proposta constitucional é uma das prioridades do presidente, que busca a reeleição. No primeiro turno, realizado no dia 4 de outubro, Lula ficou atrás de Flávio Bolsonaro (PL), que obteve 47,03% dos votos válidos, enquanto o petista teve 45,16%.

Créditos: Metrópoles

QFome App

Senado aprova PEC que elimina escala 6×1 no trabalho

14 de outubro de 2026

Senado aprova PEC que elimina escala 6x1 no trabalho

O Senado Federal aprovou na noite de quarta-feira (14/10), em dois turnos, o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala 6×1 — sistema de seis dias trabalhados seguidos de um dia de descanso.

Em ambas as votações, 75 senadores manifestaram voto favorável à aprovação do texto. Apenas Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra, enquanto Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI) e Marcio Bittar (PL-AC) não participaram.

Por se tratar de uma PEC, era necessária a aprovação de 3/5 do plenário — o equivalente a 49 dos 81 senadores — em dois turnos para a validação da proposta.

O relator da matéria, Omar Aziz (PSD-AM), rejeitou uma emenda do senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) que buscava isentar setores com jornadas já iguais ou inferiores a 40 horas semanais da aplicação da PEC.

Aziz reconheceu a necessidade de debater as particularidades de alguns segmentos posteriormente. O PSDB retirou um pedido de destaque referente à emenda, facilitando a aprovação do texto apresentado pelo relator.

A PEC representa uma pauta prioritária para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está em campanha para reeleição. No primeiro turno das eleições, em 4 de outubro, Lula ficou atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 47,03% contra 45,16% dos votos.

Flávio Bolsonaro havia se manifestado contra a proposta, mas por pressão popular declarou que apoiaria a matéria em nome da “maioria dos brasileiros”.

O candidato do PL defende maior flexibilidade nas escalas de trabalho, incluindo possibilidade de negociação da carga horária.

No mesmo dia da votação, Lula usou suas redes sociais para elogiar a PEC e criticar a mudança de postura da oposição, classificando-a como “oportunismo eleitoral”.

“Hoje, quarta-feira, dia 14/10, faltando 11 dias para as eleições, finalmente o povo brasileiro vai conquistar o fim da escala 6X1 e a implementação da escala de cinco dias de trabalho com dois dias de descanso, sem redução salarial”, disse em vídeo postado no Instagram.

Ele acrescentou que, apesar da oposição ter decidido votar a favor, é necessário ficar atento, pois agem por oportunismo e essa postura não deve continuar.

A PEC 221 foi apresentada originalmente em dezembro de 2019 pelo deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG).

A proposta inicial previa a redução da jornada semanal para 36 horas ao longo de dez anos, mas sofreu alterações no decorrer da tramitação na Câmara dos Deputados.

O tema ganhou maior atenção a partir de 2025, com mobilizações nacionais pelo fim da escala 6×1 e com a apresentação de uma proposta similar pela deputada Erika Hilton (PSol-SP), que acabou sendo analisada junto à PEC de Reginaldo Lopes.

A Câmara aprovou o texto em dois turnos, em 27 de maio de 2026, com 472 votos a 22 na primeira votação e 461 a 19 na segunda.

No Senado, a tramitação foi marcada por divergências políticas.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou que havia um compromisso para que a análise da PEC não interferisse nas eleições presidenciais do primeiro turno, realizadas em 4 de outubro. Essa decisão contrariou governistas que desejavam concluir a votação antes da disputa presidencial.

A proposta foi remetida à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em agosto. Omar Aziz apresentou parecer favorável à manutenção do texto aprovado pela Câmara, e a comissão aprovou a proposta em 2 de setembro.

A oposição chegou a apresentar 36 emendas no Senado, todas rejeitadas pelo relator.

Créditos: Metropoles

Sidy's Tv e Internet

Erika Hilton cria ‘Tropa da Erika Hilton com Lula’ após suspensão do canal de Janones

14 de outubro de 2026

Erika Hilton cria 'Tropa da Erika Hilton com Lula' após suspensão do canal de Janones

A deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) lançou um canal no WhatsApp para mobilizar os apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o bloqueio do “Exército do Lula”, que era administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

O canal da deputada, chamado “Tropa da Erika Hilton com Lula”, atingiu 375 mil seguidores até a manhã de quarta-feira (14/10). A iniciativa busca engajar a militância em torno da votação da PEC que acaba com a escala 6×1, prevista para análise no Senado Federal no mesmo dia.

O canal “Exército do Lula” foi retirado do ar na noite de terça-feira (13/10) e acumulava mais de 4 milhões de seguidores. A finalidade era enviar orientações de campanha para eleitores.

A suspensão foi determinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que condicionou a continuidade do canal ao registro do endereço da plataforma pela campanha de Lula na Justiça Eleitoral. Após o cumprimento dessa exigência pela campanha, o TSE manteve o prazo de 48 horas para que o canal volte a funcionar, prazo que termina em 15/10, quinta-feira.

André Janones destacou a coincidência do prazo da suspensão com a votação da PEC 6×1. “Nosso canal foi suspenso por 48 horas, mas não 48 horas qualquer, é nas 48 horas que vai ser votada o fim da escala 6×1”, afirmou em vídeo divulgado nas redes sociais.

Créditos: Metrópoles

Academia Noova

Seridoense participa da nova temporada de reality de culinária da Globo nesta terça-feira

13 de outubro de 2026

O potiguar Bruno dos Santos, de 31 anos, está entre os 24 participantes da segunda temporada do Chef de Alto Nível, reality de gastronomia da TV Globo que estreia nesta terça-feira (13). Natural de Cruzeta, na região do Seridó do Rio Grande do Norte, ele participará da competição apresentada por Ana Maria Braga, que reúne cozinheiros amadores, profissionais e influenciadores digitais em uma disputa gastronômica.

A nova temporada mantém o formato apresentado na estreia do programa, em 2025, com provas realizadas em três cozinhas de níveis distintos, que interferem nas condições de preparo dos pratos. Além de Ana Maria Braga, a atração conta com os chefs Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto como mentores e responsáveis pela avaliação dos participantes.

Nutricionista de formação, Bruno conta que seu interesse pela culinária começou ainda na infância, em Cruzeta, a partir das experiências com a mãe, Fátima, e outros familiares. Entre as lembranças estão os biscoitos preparados em forno de barro no sítio, além de pratos tradicionais, como panelada e buchada, feitos pela mãe e pela tia. “Essa memória do alimento como gesto de afeto e conexão familiar é o que busco transmitir em cada prato que sirvo”, conta.

Ao longo da carreira, o potiguar acumulou experiências em Unidades de Alimentação e Nutrição, incluindo trabalhos em plataformas de petróleo. Também atuou como professor universitário, experiência que, segundo ele, contribuiu para a preparação durante algumas etapas do processo seletivo do reality.

As origens seridoenses também influenciam a maneira como Bruno trabalha com os alimentos. O participante pretende levar à competição referências da culinária potiguar, valorizando ingredientes regionais e preparações tradicionais, aliados ao conhecimento técnico adquirido durante sua trajetória profissional.

A decisão de participar do programa surgiu como uma oportunidade de testar suas habilidades em uma competição nacional. Para isso, Bruno precisou deixar de lado parte da rotina profissional e se dedicar ao novo desafio. “Passei pela formação acadêmica, encarei os desafios técnicos de liderar equipes e garantir padrões elevados em cozinhas de grande escala e em alto-mar, até decidir que era o momento de colocar minha paixão e técnica à prova em um palco nacional como o Chef de Alto Nível. Largar tudo por um sonho não é fácil, mas foi e é necessário”, explica.

Além da disputa, o nutricionista espera que sua participação incentive outras pessoas a buscar novas experiências profissionais, independentemente da idade ou do momento da carreira. “Quero que as pessoas que me assistem se inspirem de alguma forma na minha história, que elas possam decidir se reinventar e correr atrás dos seus sonhos, sejam elas mais jovens ou mais maduras, não há tempo certo para correr atrás de um sonho arquivado”, declara Bruno.

Tribuna do Norte

Wheyz

Feriado de 12 de outubro: saiba como funcionam os serviços bancários

8 de outubro de 2026

Feriado de 12 de outubro: saiba como funcionam os serviços bancários

Na próxima segunda-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida, as agências bancárias em todo o Brasil estarão fechadas. O atendimento presencial será retomado na terça-feira (13), exceto em cidades que possuam feriados estaduais ou municipais na mesma data.

Durante o feriado, os clientes poderão usar os canais digitais e eletrônicos das instituições financeiras para realizar operações. O Pix funcionará normalmente, 24 horas por dia, assim como os aplicativos dos bancos, internet banking, caixas eletrônicos, atendimento telefônico e correspondentes bancários.

Operações que dependem de compensação, como TED, cheques e alguns boletos e pagamentos agendados, poderão ser feitos no feriado, mas serão processados apenas no próximo dia útil.

Contas de consumo, como água, energia, telefone e boletos com vencimento em 12 de outubro, poderão ser pagas no dia útil seguinte sem a cobrança de juros ou multas. Essa regra não se aplica a tributos e impostos, para os quais a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) recomenda que o pagamento seja antecipado para evitar encargos.

Créditos: Tribuna do Norte

Well Lab Isaac Nutri

Sites de apostas começam a sair do ar conforme MP 1.394/2026

6 de outubro de 2026

Sites de apostas começam a sair do ar conforme MP 1.394/2026

Nesta terça-feira (6), os sites e aplicativos de apostas esportivas e jogos on-line, conhecidos como bets, começam a sair do ar em todo o Brasil. Essa ação atende ao cronograma previsto na Medida Provisória (MP) 1.394/2026, que proibiu a exploração, oferta, intermediação e publicidade das apostas de quota fixa no país.

O prazo para os apostadores realizarem o saque dos valores nas plataformas terminou às 23h59 de segunda-feira (5). A partir de hoje, as plataformas destinadas às apostas devem ficar indisponíveis.

Os usuários que não conseguiram retirar o saldo dentro do prazo não perderão os valores. Nos dias 6 e 7 de outubro, as empresas deverão informar às instituições financeiras os saldos remanescentes ligados ao CPF de cada apostador e à conta bancária com origem nos depósitos.

De 9 a 14 de outubro, os bancos farão a devolução dos valores para os apostadores. Se ocorrer alguma dificuldade operacional na restituição, a Caixa Econômica Federal poderá intermediar os pagamentos a partir de 14 de outubro. A devolução abrange os saldos que permaneceram nas plataformas autorizadas após o término do período para saque voluntário.

O governo recomenda que os usuários guardem os comprovantes de saldo e das solicitações de saque feitas antes do fechamento das operações. Quem não retirou o dinheiro deve acompanhar a devolução junto aos bancos responsáveis.

De acordo com os Ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Fazenda, havia R$ 1,453 bilhão em recursos de apostadores nas plataformas no início de outubro, distribuídos entre 28,65 milhões de CPFs com saldo positivo.

Além disso, a proibição intensificou as ações contra plataformas irregulares. Mais de 10 mil domínios ligados às bets foram encaminhados para bloqueio até o início de outubro.

Cronograma completo:

– 5 de outubro: fim do prazo para saque voluntário nas plataformas;
– 6 de outubro: início da indisponibilidade dos sites e aplicativos;
– 6 e 7 de outubro: empresas comunicam aos bancos os saldos remanescentes vinculados aos CPFs;
– 9 a 14 de outubro: bancos devolvem os valores aos apostadores;
– A partir de 14 de outubro: Caixa pode intermediar pagamentos em caso de impedimentos nos bancos.

Créditos: Tribuna do Norte

Restaurante Sertanejo

Abstenção no primeiro turno de 2026 é a maior desde 1998 com 21,08%

5 de outubro de 2026

Abstenção no primeiro turno de 2026 é a maior desde 1998 com 21,08%

Mais de 33 milhões de eleitores não participaram do primeiro turno das eleições de 2026, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A taxa de abstenção registrada em 4 de outubro foi de 21,08%, superando os 20,95% observados no primeiro turno de 2022. Este é o maior índice desde 1998.

Nos últimos quatro pleitos gerais, a abstenção foi de 20,79% em 2022, 20,33% em 2018 e 19,39% em 2014. Do total de 158.745.463 eleitores aptos a votar no País, 78,92% puderam votar.

Entre os estados, Mato Grosso do Sul teve a maior taxa de abstenção, de 23,85%, enquanto o Ceará apresentou o menor índice, com 15,33%.

Antes da votação, uma alta abstenção já era uma possibilidade considerada. A pesquisa Travessia, feita exclusivamente para o Estadão e divulgada em 2 de outubro, indicou que 20,2% dos eleitores ainda não tinham certeza se iriam votar. Já 78,5% afirmaram que compareceriam às urnas, e 1,3% não souberam responder ou optaram por não responder.

Créditos: tribuna do norte

Sidy's Tv e Internet
Prefeitura