Sarah Tinoco Araújo, ex-esposa de Thales Machado, publicou uma carta aberta nas redes sociais, onde relata a dor pela perda dos filhos após a tragédia ocorrida na madrugada de 12 de fevereiro em Itumbiara.
O caso envolveu os dois filhos do casal, Miguel, de 12 anos, e Benício, de 8 anos, e o pai, que atirou contra as crianças antes de tirar a própria vida. O filho mais velho morreu na hora, enquanto o mais novo faleceu no hospital, nessa sexta-feira (13).
Na carta publicada por Sarah em suas redes sociais, ela descreve a dimensão da dor e a perda dos meninos, além de fazer pedidos de perdão. A íntegra do texto foi publicada no perfil da ex-esposa.
“Hoje eu escrevo com o coração dilacerado, tomada por uma dor que palavras jamais conseguirão descrever. Perdi meus filhos, perdi minha família e perdi parte de mim para sempre.
Assumo, diante de todos, que cometi erros no meu casamento.
Erros que feriram, que causaram mágoas e que jamais deveriam ter acontecido. Carregarei para o resto da minha vida o peso das minhas escolhas e das consequências que elas trouxeram. Nada do que eu diga agora será capaz de mudar o que aconteceu.
Mas também preciso dizer que nada justifica a tragédia que destruiu nossa família. Meus filhos eram inocentes, cheios de vida, sonhos e amor.
Eles não mereciam nada disso. Eram a luz dos meus dias, e agora vivo na escuridão da saudade e do arrependimento.
Peço perdão às nossas famílias, aos amigos e a todos que estão sofrendo conosco. Peço perdão principalmente aos meus filhos, que não estão mais aqui para ouvir minha voz dizer o quanto eram amados.
Estou vivendo o pior pesadelo que uma mãe pode enfrentar. Que Deus tenha misericórdia de nós e acolha meus filhos em Seus braços.
Carlo Ancelotti aproveitou a noite de sexta-feira para participar do carnaval de Salvador. O treinador da seleção brasileira esteve em um camarote no circuito Barra-Ondina, acompanhando os trios elétricos no segundo dia oficial da festa na capital da Bahia.
Durante as apresentações no circuito, artistas citaram o técnico italiano. Léo Santana aproveitou a oportunidade para pedir diretamente a Ancelotti que convoque Neymar para a seleção brasileira.
“Coloca o Neymar nessa seleção brasileira, pelo amor de Deus”, afirmou o cantor de forma descontraída. Ancelotti respondeu com um sorriso. Léo Santana complementou dizendo: “Para a gente é uma honra ter você em nosso carnaval. Ter você trazendo toda sua experiência e maturidade para nossa seleção brasileira. Muito obrigado por estar aqui. Vale muito acreditar que o hexa vem no comando de Ancelotti.”
Ancelotti chegou em Salvador na manhã de sexta-feira e seguiu para um hotel localizado dentro do circuito da festa. Ele acompanha a programação ao lado de convidados, em uma área reservada do espaço.
A presença do treinador no carnaval faz parte da sua agenda no Brasil desde sua oficialização como comandante da seleção. Nos próximos dias, Ancelotti deve cumprir compromissos em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Uma tragédia chocou o município de Itumbiara, no sul de Goiás, na madrugada desta quinta-feira (12). O secretário de Governo da cidade, Thales Machado, de 40 anos, atirou contra os dois filhos e, em seguida, tirou a própria vida. As crianças, Miguel Araújo Machado (12 anos) e Benício Araújo Machado (8 anos), chegaram a ser socorridas, mas não resistiram aos ferimentos.
Thales era casado com Sarah Tinoco Araújo, filha do atual prefeito de Itumbiara, Dione Araújo. Segundo a Polícia Civil de Goiás, o caso está sendo investigado e, até o momento, não há indícios da participação de outras pessoas no crime.
Horas antes do crime, o secretário manteve uma aparência de normalidade nas redes sociais, publicando vídeos dos filhos em atividades de rotina, como aula de luta e desenhos. No entanto, momentos antes dos disparos, Thales teria publicado uma carta de despedida (posteriormente apagada) onde relatava o fim do relacionamento e a descoberta de uma suposta traição.
O secretário baleou os filhos dentro de casa e cometeu suicídio logo em seguida. O filho mais velho, Miguel, morreu pouco após dar entrada no Hospital Municipal Modesto de Carvalho. O caçula, Benício, passou por cirurgia e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara, mas teve a morte confirmada na manhã desta quinta.
Veja mensagem publicada (e apagada em seguida) por Thales:
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou em 9 de junho, em Brasília, um alerta sobre os riscos associados ao uso incorreto de medicamentos agonistas do receptor GLP‑1, conhecidos como canetas emagrecedoras.
Esses medicamentos incluem a dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida.
Em comunicado, a Anvisa ressaltou que, embora os riscos estejam indicados nas bulas dos medicamentos autorizados no Brasil, as notificações de eventos adversos vêm aumentando tanto internacionalmente quanto nacionalmente, o que demanda reforço nas orientações de segurança.
A agência destacou que essas canetas devem ser usadas somente conforme indicações aprovadas na bula, sob prescrição e acompanhamento de profissional habilitado.
O monitoramento médico é necessário devido ao risco de eventos adversos graves, como pancreatite aguda, que pode apresentar formas necrotizantes e até fatais.
Apesar do alerta, a Anvisa afirmou que não houve alteração na relação entre risco e eficácia dessas substâncias, mantendo que os benefícios terapêuticos superam os efeitos adversos quando usadas segundo as indicações aprovadas.
O comunicado também citou que, recentemente, a agência reguladora do Reino Unido (MHRA) emitiu alerta sobre o risco, ainda que pequeno, de pancreatite aguda grave em pacientes que utilizam esses medicamentos.
Dados da Anvisa indicam que, de 2020 até 7 de dezembro de 2025, foram registradas 145 notificações de suspeitas de eventos adversos no Brasil, incluindo seis casos com desfecho fatal.
Em junho de 2025, a Anvisa passou a exigir que farmácias e drogarias retenham a receita médica para a venda dessas canetas, adotando um sistema de prescrição em duas vias, com validade de até 90 dias a partir da emissão.
Essa medida visa proteger a saúde da população diante do elevado número de eventos adversos relacionados ao uso fora das indicações aprovadas.
A agência alerta que o uso indiscriminado e não autorizado, especialmente para emagrecimento sem necessidade clínica, aumenta significativamente os riscos e dificulta o diagnóstico precoce de complicações graves.
Usuários devem buscar atendimento médico imediato se apresentarem dor abdominal intensa e persistente, que pode irradiar para as costas, acompanhada de náuseas e vômitos — sinais sugestivos de pancreatite.
Profissionais de saúde devem suspender o tratamento caso identifiquem suspeita desse efeito adverso e não devem continuar o uso se o diagnóstico for confirmado.
A Anvisa também enfatiza a importância de notificar eventos adversos no sistema VigiMed, contribuindo para o monitoramento contínuo da segurança desses medicamentos, que estão no mercado brasileiro há pouco mais de cinco anos.
Historicamente, a agência emitiu outros alertas sobre as canetas emagrecedoras, incluindo riscos de aspiração durante anestesia em 2024 e perda rara de visão associada à semaglutida em 2025.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou em 9 de junho, em Brasília, um alerta sobre os riscos associados ao uso incorreto de medicamentos agonistas do receptor GLP‑1, conhecidos como canetas emagrecedoras.
Esses medicamentos incluem a dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida.
Em comunicado, a Anvisa ressaltou que, embora os riscos estejam indicados nas bulas dos medicamentos autorizados no Brasil, as notificações de eventos adversos vêm aumentando tanto internacionalmente quanto nacionalmente, o que demanda reforço nas orientações de segurança.
A agência destacou que essas canetas devem ser usadas somente conforme indicações aprovadas na bula, sob prescrição e acompanhamento de profissional habilitado.
O monitoramento médico é necessário devido ao risco de eventos adversos graves, como pancreatite aguda, que pode apresentar formas necrotizantes e até fatais.
Apesar do alerta, a Anvisa afirmou que não houve alteração na relação entre risco e eficácia dessas substâncias, mantendo que os benefícios terapêuticos superam os efeitos adversos quando usadas segundo as indicações aprovadas.
O comunicado também citou que, recentemente, a agência reguladora do Reino Unido (MHRA) emitiu alerta sobre o risco, ainda que pequeno, de pancreatite aguda grave em pacientes que utilizam esses medicamentos.
Dados da Anvisa indicam que, de 2020 até 7 de dezembro de 2025, foram registradas 145 notificações de suspeitas de eventos adversos no Brasil, incluindo seis casos com desfecho fatal.
Em junho de 2025, a Anvisa passou a exigir que farmácias e drogarias retenham a receita médica para a venda dessas canetas, adotando um sistema de prescrição em duas vias, com validade de até 90 dias a partir da emissão.
Essa medida visa proteger a saúde da população diante do elevado número de eventos adversos relacionados ao uso fora das indicações aprovadas.
A agência alerta que o uso indiscriminado e não autorizado, especialmente para emagrecimento sem necessidade clínica, aumenta significativamente os riscos e dificulta o diagnóstico precoce de complicações graves.
Usuários devem buscar atendimento médico imediato se apresentarem dor abdominal intensa e persistente, que pode irradiar para as costas, acompanhada de náuseas e vômitos — sinais sugestivos de pancreatite.
Profissionais de saúde devem suspender o tratamento caso identifiquem suspeita desse efeito adverso e não devem continuar o uso se o diagnóstico for confirmado.
A Anvisa também enfatiza a importância de notificar eventos adversos no sistema VigiMed, contribuindo para o monitoramento contínuo da segurança desses medicamentos, que estão no mercado brasileiro há pouco mais de cinco anos.
Historicamente, a agência emitiu outros alertas sobre as canetas emagrecedoras, incluindo riscos de aspiração durante anestesia em 2024 e perda rara de visão associada à semaglutida em 2025.
Em 2025, do total de 952 mil passageiros que saíram do Aeroporto de Natal, 153.272 tiveram problemas com atrasos ou cancelamentos de voos. Destes, 133.280 passaram por atrasos, representando 14% dos viajantes que usaram o terminal potiguar no ano, enquanto 19.992, equivalente a 2,1%, tiveram voos cancelados. A maioria, 799.680 passageiros ou 84%, não enfrentou problemas de pontualidade. Os dados são da AirHelp, empresa global de tecnologia de viagens, fornecidos à reportagem da TRIBUNA DO NORTE.
Apesar de expressivos, esses números estão abaixo da média nacional de 18%. Especialistas atribuem os atrasos a fatores como falta de tripulação, condições climáticas desfavoráveis e manutenção não programada das aeronaves.
A pesquisa abrange 25 aeroportos brasileiros e na região Nordeste o Aeroporto de Natal teve o segundo maior percentual de passageiros afetados por atrasos, empatado com São Luís, ficando atrás apenas de Recife (15%). Seguem Fortaleza (13%), Porto Seguro (13%), Salvador (12%) e Maceió (12%).
No país, dos 105 milhões de embarques nacionais, 15,3 milhões tiveram atrasos inferiores a três horas, 500 mil atrasos superiores a três horas e 2,7 milhões vivenciaram cancelamentos, representando uma redução de 34% em relação a 2024, quando foram registrados 4,1 milhões de afetados.
Luciano Barreto, diretor-geral da AirHelp no Brasil, detalha que a base de dados global da empresa integra informações públicas e do setor privado para monitoramento em tempo real dos voos, permitindo a consolidação dessa pesquisa.
De acordo com Barreto, as causas dos atrasos incluem falta de tripulação, necessidades de manutenção não planejada e condições meteorológicas adversas, quando voos são adiados por segurança até a melhora do clima.
Ele destaca também as dificuldades em casos de conexões aéreas onde atrasos em voos anteriores podem causar perda de conexões, dependendo do tempo de tolerância da companhia aérea.
A Zurich Airport Brasil, administradora do Aeroporto de Natal, informou que os atrasos e cancelamentos são atribuídos a fatores externos amplos e não à infraestrutura ou serviços do aeroporto. Mencionou, entre as causas, atrasos nas rotas de origem, condições climáticas em diversos aeroportos e manutenções não programadas.
A Anac declarou que questões referentes a atrasos e cancelamentos são de responsabilidade das empresas aéreas e que divulga publicamente índices de pontualidade e regularidade dos aeroportos.
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) não reconhece os dados da AirHelp e informa que as companhias Azul, GOL e LATAM se encontram entre as 10 mais pontuais do mundo, com 93% de pontualidade em 2025 no Brasil, superando padrões internacionais. Ressaltou que cancelamentos ocorrem por motivos de segurança operacional, prioridade para as empresas.
Segundo Barreto, aeroportos devem garantir infraestrutura e suporte para melhorar a experiência do usuário com áreas de espera, banheiros, alimentação e informações claras aos passageiros.
A Zurich Airport destaca que oferta orientações e contatos para os direitos dos passageiros, além de recomendar contato direto com as companhias para dúvidas.
Para Barreto, as companhias aéreas devem informar rapidamente a causa e previsão dos atrasos e fornecer assistência conforme o tempo de espera, conforme a resolução nº 400/2016 da Anac, que prevê direitos como reacomodação, reembolso e assistência material em atrasos superiores a uma hora.
O Brasil não dispõe de normas específicas com valores pré-definidos para indenizações por atrasos e cancelamentos. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) e as regras da Anac servem de base para pedidos de compensação, embora muitos passageiros desconheçam esses direitos, segundo Barreto.
O advogado Ricardo Lucena, da OAB/RN, explica que o CDC impõe responsabilidade objetiva às companhias aéreas nos casos de danos por atrasos ou cancelamentos, não sendo necessário provar culpa, apenas o fato e o dano.
Lucena comenta que a Anac exige que as companhias comuniquem problemas com 72 horas de antecedência, mas na prática passageiros frequentemente são informados somente no aeroporto.
Indenizações por danos materiais são devidas desde as primeiras horas de atraso, cobrindo gastos comprovados, especialmente quando a companhia não possui base no aeroporto de origem do problema. Já a indenização por dano moral ainda carece de definição jurídica definitiva, sendo objeto de discussões jurisprudenciais.
Ele orienta que em casos de falta de assistência, passageiros devem registrar atraso no painel, guardar comprovantes de gastos e conseguir declaração da companhia aérea que justifique o motivo do atraso ou cancelamento.
Para voos nacionais, o prazo para buscar direitos é de cinco anos conforme o CDC. No caso de voos internacionais, os prazos seguem as convenções de Varsóvia/Montreal para danos materiais e o CDC para danos morais.
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou Igor Freitas, filho do boxeador Acelino Freitas, o Popó, por possível tentativa de manipulação de jogos do Campeonato Brasileiro. Igor, empresário, é um dos denunciados na Operação Derby, que investiga a oferta de dinheiro a jogadores para que recebessem cartões amarelos em partidas da Série C, incluindo o Londrina e o Mirassol.
A denúncia inclui mensagens trocadas entre Popó e Igor em 29 de abril de 2025, antes da operação, nas quais Popó questiona quem o filho estava se tornando, em meio a áudios defensivos de Igor relacionados ao aliciamento. Em outra conversa de 18 de maio de 2025, Popó alerta para a “forçação de cartão” e Igor nega envolvimento, mantendo tom defensivo.
A investigação começou após jogadores do Londrina relatarem ter sido abordados por Igor e seu sócio Rodrigo Rossi, que ofereceu R$ 15 mil para que recebessem cartões amarelos contra o Maringá. A Operação Derby resultou em mandados de busca em setembro de 2025 em Salvador e Itapema, com atuação do Gaeco.
Segundo o MP-PR, Igor utilizava redes sociais para se passar por empresário com acesso a grandes empresas, encaminhando contatos a Rodrigo, que lida com várias casas de apostas legalizadas no Brasil. Raphael Ribeiro, outro denunciado, coordenava aliciamento em outros clubes das Séries B e C.
Os acusados respondem por associação criminosa e corrupção esportiva, com penas de dois a seis anos de reclusão e multa, além de pedido de dano moral coletivo de R$ 150 mil por prejuízo à integridade esportiva.
A defesa de Igor afirma inocência, rejeita as acusações e afirma que as alegações serão esclarecidas durante o processo. Contatos com defesas dos outros envolvidos não tiveram retorno até o momento.
Após ganhar a prova do líder na noite desta quinta-feira (5), Jonas Sulzbach mirou seus alvos durante a madrugada. Ele conversou com Edilson e Gabriela sobre suas possíveis indicações ao paredão e o currais-novense Marcelo Alves é uma delas.
Tudo começou ao Edilson comentar que ouviu Juliano Floss dizer que está preocupado em encarar o paredão. O Líder da semana declarou, então, que ele é uma opção de voto.
Mais cedo, o Líder usou a mesa para posicionar os nomes do próprio Juliano, Babu Santana e Marcelo na aba “Quero fora da casa”.
O gaúcho explica os motivos para a possível indicação. “Porque eles me colocaram [no Paredão]. Ele me colocou, Babu e Marcelo. Agora eu tenho três opções [de votos]. Olha que coisa mais linda”, cita o brother, relembrando quando foi indicado em consenso pelo trio na dinâmica do Big Fone, disse.
O apresentador Tadeu Schmidt anunciou a dinâmica da semana do BBB 26 nesta quinta-feira (5) com uma novidade. Os moradores da casa mais vigiada do Brasil vão enfrentar uma atividade inédita: o Duelo de Risco.
De acordo com o apresentador, a dinâmica vai trazer um duelo em que pode acabar com um ou dois emparedados e, talvez, com algum imune. O programa não deu mais detalhes como vai funcionar a brincadeira.
A morte violenta do cão Orelha, em Florianópolis (SC), reacendeu o debate sobre os crimes de maus-tratos contra animais e mobilizou manifestações neste domingo (1º) em diferentes cidades do país. Em Natal, o protesto foi realizado no bairro de Mirassol e reuniu moradores e ativistas em defesa da causa animal para clamar por justiça no caso.
O ocorrido segue sob investigação, mas levanta reflexões importantes sobre responsabilização criminal, civil e socioeducativa. Segundo Alexandre Freitas, especialista em Direito Penal, com base nas informações divulgadas até o momento, a situação se enquadra, em tese, no artigo 32 da Lei nº 9.605/1998, a Lei de Crimes Ambientais.
“Estamos trabalhando com os dados que chegaram até agora. O caso ainda está em investigação e outras nuances podem surgir, mas, juridicamente, o que se observa é a tipificação de maus-tratos aos animais”, explica o especialista, que também é docente do curso de Direito da Estácio.
Originalmente, a legislação previa pena de três meses a um ano de detenção. No entanto, uma alteração realizada em 2020 endureceu a punição quando o crime envolve cães e gatos. Atualmente, a pena pode variar de dois a cinco anos de reclusão, além de multa e proibição da guarda do animal. “Em caso de morte, a lei ainda prevê aumento de pena de um sexto a um terço”, ressalta Freitas, destacando que essa é hoje a principal norma de proteção penal aos animais no Brasil.