Edinho Silva nega ligação de Lulinha com desvios no INSS

13 de abril de 2026

Edinho Silva nega ligação de Lulinha com desvios no INSS

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, reafirmou neste domingo, 12, que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não tem envolvimento com descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, Edinho Silva destacou que o próprio presidente Lula solicitou a apuração completa das denúncias contra o INSS. Até o momento, segundo ele, nenhuma evidência relaciona Lulinha a desvios de recursos do instituto. “Quebraram sigilo, investigaram e nada o vincula aos desvios de recursos, mas ele é o filho do presidente da República e acaba pagando o preço por isso”, afirmou.

As apurações referem-se a suspeitas de descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas e estão sendo conduzidas por órgãos de controle e pelo Congresso Nacional.

Para investigar esses fatos, foi criada a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que autorizou quebras de sigilo bancário e fiscal para analisar o possível envolvimento de Lulinha nas fraudes.

O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da comissão, elaborou um relatório que indicava o indiciamento de Lulinha, mas o documento foi rejeitado pela maioria dos membros em votação.

Créditos: Tribuna do Norte

Well Lab

Banco Master repassou milhões a Metrópoles e Léo Dias em meio a crise

9 de abril de 2026

Banco Master repassou milhões a Metrópoles e Léo Dias em meio a crise

Informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e do Banco Central revelam que o Banco Master realizou repasses de milhões de reais entre 2024 e 2025 ao site Metrópoles e a uma empresa vinculada ao jornalista Léo Dias, conhecido por notícias e fofocas sobre famosos.

Esses pagamentos ocorreram enquanto o banco enfrentava dificuldades financeiras e coincidiram com uma reunião do banqueiro Daniel Vorcaro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o então futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para buscar apoio.

Segundo apurações do Estadão, o Metrópoles recebeu R$ 27 milhões, e Léo Dias recebeu R$ 9,9 milhões diretamente, além de R$ 2 milhões provenientes de um empresário próximo a Vorcaro e parceiro de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro e suspeito de operar fraudes investigadas pela Polícia Federal que motivaram a Operação Compliance Zero no ano anterior.

O Metrópoles, por meio do proprietário Luiz Estevão, ex-senador, e Léo Dias negaram irregularidades e afirmaram que os repasses se referem a contratos publicitários do Will Bank, banco digital do Master, também liquidado pelo Banco Central.

Os pagamentos começaram no segundo semestre de 2024, quando já havia sinais de liquidez comprometida no Banco Master e antes da reunião organizada por Vorcaro com Lula, Galípolo e ministros, que não consta nas agendas oficiais. O encontro foi articulado pelo ex-ministro Guido Mantega, que prestava consultoria ao banco.

Em conversas pessoais, Vorcaro descreveu o encontro como “ótimo/muito forte”.

Lula confirmou que recebeu Vorcaro no Palácio do Planalto fora da agenda oficial e garantiu que a investigação sobre o banco seria feita por critérios técnicos do Banco Central, sem envolvimento político.

Relatório do Coaf descreveu os repasses de R$ 27,8 milhões ao Metrópoles no segundo semestre de 2024 como “inusitados” e incompatíveis com o faturamento declarado. Nesse período, Vorcaro tentou vender o banco ao Banco de Brasília, operação posteriormente barrada pelo Banco Central.

O relatório aponta também que houve transferências para outras empresas ligadas a Luiz Estevão, o que pode indicar movimentação de recursos em benefício de terceiros.

Em 2025, o Banco Master foi principal remetente de recursos ao Metrópoles, incluindo transferências que somaram R$ 5,7 milhões em operações fracionadas, algumas anteriores à vigência dos contratos justificativos, como os relacionados à Série D do Campeonato Brasileiro.

Luiz Estevão afirmou que os repasses são legais, associados a contratos publicitários do Will Bank, e negou irregularidades.

Quanto a Léo Dias, o Coaf registrou pelo menos seis repasses do Banco Master entre fevereiro de 2024 e maio de 2025 que totalizam R$ 9,9 milhões, além de R$ 2 milhões transferidos por empresa ligada a um empresário minerador próximo a Fabiano Zettel.

Nos 15 meses monitorados, cerca de R$ 34,9 milhões circularam nas contas da empresa de Léo Dias; o montante do Banco Master corresponde a aproximadamente 28% do faturamento. As despesas superaram as receitas em R$ 35,7 milhões, com pagamentos e transferências sem justificativas claras.

Também foi registrado pagamento de R$ 2,6 milhões pela empresa de Léo Dias à Foone Serviços Internet, cujos sócios incluem o responsável pela LD Produções e Fabiano Zettel. Relatórios indicam que Léo Dias vendeu parte da sua empresa ao empresário Thiago Miranda, que se envolveu na contratação de influenciadores para criticar o Banco Central após a liquidação do Master.

Léo Dias alega que todos os valores oriundam de contratos publicitários firmados com o Will Bank, negando irregularidades. A assessoria do jornalista informou que ele deixou a função de CEO em junho de 2025 e que, desde então, não participa da gestão ou decisões estratégicas do grupo.

Créditos: Gazeta do Povo

Restaurante Sertanejo

Em Brasília, vereadores articulam recursos com a bancada federal para obra do Anel Viário de Currais Novos

8 de abril de 2026

A criação de um anel viário em Currais Novos é prioridade para os parlamentares do município. O assunto foi tratado com máxima prioridade em reunião com o deputado federal Benes Leocádio, atual coordenador da bancada potiguar em Brasília. Participaram do encontro, realizado na manhã desta terça-feira (7), na capital federal, o presidente da Câmara Municipal, João Gustavo Guimarães, e o vereador Mattson.

A agenda tinha como missão articular a viabilização do Anel Viário, que deve interligar as rodovias BR-226 e BR-427. Os vereadores apresentaram a urgência do projeto, fundamentada no novo ciclo econômico vivido pelo município. Diferente de propostas que ainda partem do zero, o Anel Viário de Currais Novos já possui base técnica elaborada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Segundo as lideranças, o foco agora não é o início do planejamento, mas a garantia de recursos e a autorização para a execução da obra.

“Currais Novos vive um momento de expansão logística e econômica sem precedentes, impulsionada pela mineração e pela energia eólica. O Anel Viário é a peça que falta para consolidar esse crescimento”, destacou o presidente da Casa, João Gustavo Guimarães.

Com o projeto pronto para execução, entra o esforço da bancada em encaminhar emendas para que a obra esteja viabilizada. Na próxima quinta-feira, os vereadores terão audiência com o Diretor-Geral do DNIT, Fabrício Galvão, para aprofundar os encaminhamentos institucionais sobre o assunto.

Well Farma

Sorrindo, Suzane von Richthofen relembra assassinato dos pais em documentário

6 de abril de 2026

Mais de 20 anos após o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, Suzane von Richthofen voltou a falar publicamente sobre o caso em um documentário inédito de quase duas horas. Na produção, ainda sem data oficial de lançamento, ela revisita o crime pelo qual foi condenada a 39 anos de prisão e apresenta sua versão sobre a relação familiar que antecedeu o duplo homicídio.

Chama atenção o semblante de Suzane. Em vários momentos, parece não estar conectada com o que está falando, esboça risos, inclusive ao se reportar ao passado que teria, de alguma forma, explicado a barbaridade cometida.

Com 42 anos e atualmente em regime aberto, Suzane afirma na obra que viveu a infância e a adolescência em um ambiente sem demonstrações de carinho. Segundo ela, a rotina dentro de casa era marcada por cobranças, frieza emocional e conflitos entre os pais.

“Eu vivia estudando. Era só nota alta. Tirava 9 e 10 em todas as matérias. Não tinha demonstração de amor, nem deles pra gente, nem da gente pra eles”, diz no documentário. Ao descrever o pai, Manfred, Suzane afirma: “Meu pai era zero afeto. Minha mãe ainda tinha um pouco”.

Ao longo do depoimento, Suzane sustenta que o relacionamento entre os pais era conturbado e relata ter testemunhado, ainda criança, uma cena de violência dentro de casa. “Eu vi meu pai enforcando a minha mãe contra a parede”, afirma. Ela também diz que não havia espaço para diálogo sobre temas íntimos e que, com o passar do tempo, ela e o irmão, Andreas von Richthofen, “foram ficando invisíveis dentro de casa”.

QFome App

Michelle Bolsonaro diz que ex-presidente está há seis dias sem soluços

5 de abril de 2026

Michelle Bolsonaro diz que ex-presidente está há seis dias sem soluços

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro declarou neste sábado (4) que o ex-presidente Jair Bolsonaro está há seis dias sem sentir soluços e que ele tem conseguido realizar sessões de fisioterapia.

A declaração foi feita em uma publicação no Instagram. Bolsonaro encontra-se em prisão domiciliar temporária pelo período de 90 dias, após ter sido internado no final de março. Anteriormente, ele cumpria prisão em regime fechado na Papudinha, em Brasília.

O ex-presidente foi condenado a uma pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.

“Galego está há seis dias sem soluços. Conseguindo fazer a fisioterapia! Motivo mais do que suficiente para me alegrar e agradecer ao nosso amado Pai”, afirmou Michelle Bolsonaro na postagem.

Créditos: Tribuna do Norte

Sidy's Tv e Internet

Banco Central anuncia atualizações no Pix a partir do fim de 2026

4 de abril de 2026

Banco Central anuncia atualizações no Pix a partir do fim de 2026

O Banco Central (BC) comunicou que realizará novas atualizações no Pix no final deste ano. Utilizado por 80% da população, o Pix movimentou R$ 35 trilhões em 2025 e receberá uma série de inovações e aperfeiçoamentos.

As melhorias acontecerão em um contexto em que o serviço de pagamentos vem sendo alvo de críticas por parte dos Estados Unidos. O governo norte-americano considera que a tecnologia do Pix pode prejudicar empresas de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.

Esta é a segunda ocasião em que os Estados Unidos fazem objeções ao sistema de pagamentos brasileiro. No ano anterior, um relatório classificou o Pix como uma prática desleal no mercado de pagamentos eletrônicos.

Segundo o Escritório do Representante de Comércio dos EUA, o Brasil aparenta adotar diversas práticas desleais relacionadas a serviços de pagamento eletrônico, privilegiando serviços desenvolvidos pelo governo.

Na quinta-feira, 2 de abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o Pix em resposta ao relatório dos EUA, afirmando que “ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”.

Créditos: Metropoles

Academia Noova

Banco Central anuncia atualizações no Pix a partir do fim de 2026

4 de abril de 2026

Banco Central anuncia atualizações no Pix a partir do fim de 2026

O Banco Central (BC) comunicou que realizará novas atualizações no Pix no final deste ano. Utilizado por 80% da população, o Pix movimentou R$ 35 trilhões em 2025 e receberá uma série de inovações e aperfeiçoamentos.

As melhorias acontecerão em um contexto em que o serviço de pagamentos vem sendo alvo de críticas por parte dos Estados Unidos. O governo norte-americano considera que a tecnologia do Pix pode prejudicar empresas de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.

Esta é a segunda ocasião em que os Estados Unidos fazem objeções ao sistema de pagamentos brasileiro. No ano anterior, um relatório classificou o Pix como uma prática desleal no mercado de pagamentos eletrônicos.

Segundo o Escritório do Representante de Comércio dos EUA, o Brasil aparenta adotar diversas práticas desleais relacionadas a serviços de pagamento eletrônico, privilegiando serviços desenvolvidos pelo governo.

Na quinta-feira, 2 de abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o Pix em resposta ao relatório dos EUA, afirmando que “ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”.

Créditos: Metropoles

Wheyz

Patente do Ozempic Expira; Mounjaro Tem Proteção Até 2036

26 de março de 2026

A patente do princípio ativo semaglutida, presente nos medicamentos Ozempic e Wegovy, expirou em 20 de outubro, o que permite a entrada de versões nacionais dessas canetas para diabetes e obesidade, com potencial redução no custo do tratamento.

Com isso, muitas pessoas se perguntam quando a patente da tirzepatida, ingrediente ativo do Mounjaro, expirará. Estudos indicam que a tirzepatida promove maior perda de peso, chegando a 20,9% do peso corporal com a dose de 15 mg, em comparação aos 17,5% a 20,7% registrados com semaglutida, na dosagem disponível no Brasil e na maior dose fabricada, respectivamente.

Tanto a tirzepatida quanto a semaglutida são análogos do hormônio GLP-1, que regula a glicemia e a saciedade. A tirzepatida também simula a ação do hormônio GIP, ampliando seus efeitos. Essas substâncias são indicadas para tratar diabetes, obesidade e sobrepeso com comorbidades associadas.

De acordo com o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), a farmacêutica Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, mantém a patente da tirzepatida até 5 de janeiro de 2036. Até lá, nenhuma outra empresa pode produzir medicamentos com esse princípio ativo.

Enquanto isso, já estão previstas versões nacionais da semaglutida a preços mais acessíveis, como anunciado pela farmacêutica EMS, que deve lançar seu produto no segundo semestre deste ano.

No Congresso Nacional, tramita um projeto de lei que propõe a quebra da patente do Mounjaro. O projeto, com regime de urgência aprovado, poderá ser votado diretamente em plenário sem passar por comissões temáticas.

A patente garante exclusividade ao inventor para a exploração comercial da invenção, assegurando retorno financeiro e incentivando pesquisas. Já a quebra de patente é uma medida excepcional que suspende esta exclusividade, autorizando outros fabricantes a produzir o medicamento em situações específicas, como emergências nacionais ou crises de saúde pública.

Diferente da quebra, a expiração da patente ocorre automaticamente após o prazo de 20 anos, como ocorreu com o Ozempic.

Se aprovado, o projeto de lei permitiria que outros laboratórios produzissem canetas de tirzepatida, mas a medida é controversa.

O deputado Mário Heringer (PDT-MG), autor do projeto, argumenta que o uso do medicamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) resultaria em economia de cerca de R$ 70 bilhões para o governo, ampliando o acesso para quem hoje não pode custear o tratamento. Dados indicam que cerca de 68% dos adultos no Brasil estão com sobrepeso ou obesidade.

Entretanto, associações da indústria farmacêutica posicionam-se contra a quebra, frisando que tal medida pode gerar insegurança jurídica e afastar investimentos em inovação tecnológica no Brasil.

O advogado especialista Guilherme Takeishi, que defendeu o fim da patente do Ozempic, discorda da proposta para o Mounjaro. Ele destaca que a tirzepatida ainda possui dez anos de patente e que não há situação emergencial que justifique a quebra, além do fato de existirem alternativas terapêuticas como o Ozempic e Wegovy.

Além disso, Takeishi aponta a ausência de um plano detalhado para o período pós-quebra de patente, incluindo o desenvolvimento de concorrentes ou incentivos para laboratórios.

A Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) destaca que a licença compulsória deve ser usada excepcionalmente, defendendo o respeito às regras para manter atratividade a investimentos e ressaltando que a produção de medicamentos complexos exige cadeias tecnológicas e transferência de conhecimento que levam tempo, não ocorrendo automaticamente com a quebra de patente.

A discussão sobre a patente do Mounjaro envolve questões econômicas, legais e de saúde pública, enquanto o mercado de medicamentos para obesidade aguarda a entrada de versões nacionais do Ozempic e Wegovy ainda este ano.

Créditos: Tribuna do Norte

Well Lab Isaac Nutri

Moro pede vista e adia votação no Senado sobre fim da aposentadoria compulsória para juízes

18 de março de 2026

Moro pede vista e adia votação no Senado sobre fim da aposentadoria compulsória para juízes

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) solicitou vista e adiou a votação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da aposentadoria compulsória como punição disciplinar para magistrados e membros do Ministério Público.

Moro informou que apresentou uma emenda ao texto e deseja que o colegiado tenha mais tempo para analisar a alteração. A proposta define que faltas graves que podem levar à demissão ou perda do cargo devem ser, de forma específica, alguns crimes, como crimes sexuais, favorecimento ao crime organizado e corrupção, entre outros.

A PEC foi elaborada pelo ex-senador Flávio Dino, atualmente ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

No Congresso, a relatora da proposta, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), manifestou voto favorável ao texto e sugeriu emendas de redação. Duas dessas emendas preveem a aplicação da punição da perda do cargo em casos de falta grave, independentemente de decisão judicial definitiva.

Atualmente, a Constituição assegura vitaliciedade a magistrados, promotores e procuradores, permitindo que só percam o cargo por decisão do tribunal ao qual estão vinculados ou por decisão judicial transitada em julgado.

As emendas foram criticadas pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), que em nota pública alertou que as sugestões podem ameaçar a garantia constitucional da vitaliciedade dos membros do Ministério Público e da magistratura.

Durante a sessão na CCJ, a senadora Eliziane defendeu a PEC e as emendas apresentadas, enquanto os senadores Otto Alencar (PSD-BA), Carlos Portinho (PL-RJ) e Esperidião Amin (PP-SC) levantaram críticas a alguns pontos da medida.

Créditos: Folha de S.Paulo

Restaurante Sertanejo

Esquadrilha da Fumaça se apresenta pela primeira vez em Caicó neste fim de semana

18 de março de 2026

A Ilha de Santana será palco, no próximo domingo (22), de um evento inédito na história de Caicó: a apresentação da Esquadrilha da Fumaça. O espetáculo está marcado para as 16h, com duração aproximada de 40 minutos, e deve reunir milhares de pessoas, incluindo visitantes de cidades da região.

A programação é resultado de articulação do IFRN, que também promoverá uma palestra com os pilotos na segunda-feira (23), voltada aos alunos da instituição.

Para garantir a segurança e organização do público, a Secretaria de Trânsito de Caicó preparou um esquema especial de mobilidade, com interdições em trechos próximos à ilha e orientação para uso de transportes alternativos, como táxi e mototáxi.

A expectativa é de grande fluxo de pessoas, e a recomendação é chegar com antecedência. O uso de drones estará proibido durante a apresentação, que promete cerca de 50 manobras aéreas e deve marcar um momento histórico para o município.

Blog do Marcos Dantas

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