O apresentador Tadeu Schmidt anunciou nas redes sociais nesta segunda-feira (25) o falecimento de sua mãe, Janira Schmidt, aos 92 anos. Essa perda ocorre apenas 38 dias após a morte de seu irmão, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, que faleceu em 17 de abril aos 68 anos.
Em sua homenagem, Tadeu agradeceu pela vida da mãe e ressaltou as recordações deixadas a todos próximos e à família. Ele manifestou a dificuldade de aceitar que não a verá mais, mas ressalta a consolação de que ela viveu 92 anos, com muitos momentos felizes, criou três filhos realizados e acompanhou netos e bisnetos.
Na mensagem, o apresentador escreveu: “Obrigado por tudo, mãe. Descanse em paz, Dona Janira.”
A morte de Janira acontece pouco mais de um mês depois do falecimento de Oscar Schmidt, reconhecido como uma das maiores lendas do basquete brasileiro. O ex-atleta morreu após um mal-estar e atendimento médico. Diagnosticado com câncer no cérebro em 2011, Oscar passou por cirurgias e quimioterapia. Ele interrompeu o tratamento em 2022, após declarar estar curado.
Quando anunciou a morte do irmão, Tadeu o homenageou pelas redes sociais, chamando-o de seu “maior ídolo”, “maior referência” e “maior exemplo de dedicação e amor à profissão”. Na ocasião, escreveu: “Que história incrível você escreveu, meu irmão! Descanse em paz.”
Após a morte da mãe, Tadeu recebeu diversas mensagens de apoio pelas redes sociais. Até o momento, a família não divulgou informações sobre velório ou sepultamento.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, considerou que não há ilegalidade na prisão da influenciadora Deolane Bezerra e recusou o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa.
Em decisão assinada no sábado (23) e divulgada no domingo (24), o ministro apontou que não existia “manifesta ilegalidade” para conceder habeas corpus de ofício.
Deolane Bezerra, influenciadora digital e advogada, foi detida na quinta-feira (21) durante a Operação Vérnix, conduzida pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil. A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). No dia seguinte (22), ela foi transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior paulista.
A defesa solicitou a revogação imediata da prisão preventiva e a substituição por prisão domiciliar ou medidas cautelares como retenção de passaporte, monitoramento eletrônico e a proibição de sair do país. Os advogados argumentaram que a prisão preventiva foi excessiva, ressaltando que Deolane tem uma filha menor de 9 anos, o que justificaria, no máximo, a prisão domiciliar.
Também destacaram que ela possui residência fixa, atua de forma lícita, tem endereço certo e é uma figura pública conhecida nacionalmente, fatores que afastariam qualquer risco de ocultação.
As investigações indicam que empresas de fachada e contas bancárias ligadas à influenciadora teriam sido utilizadas para esconder e movimentar recursos do crime organizado. Segundo o Ministério Público, o esquema envolvia uma transportadora suspeita de participar do fluxo financeiro da facção. Até o momento, a defesa da influenciadora não foi localizada para comentar.
Deolane já havia sido alvo de outra investigação em 2024, quando foi presa em uma operação da Polícia Civil de Pernambuco relacionada a suspeitas de lavagem de dinheiro e exploração de jogos ilegais em plataformas de apostas. Naquela ocasião, cumpriu prisão domiciliar, mas voltou para o regime fechado após não cumprir as medidas impostas pela Justiça.
O sorteio do concurso 3.010 da Mega-Sena foi realizado na manhã deste domingo (24), em São Paulo. O concurso era especial de 30 anos da loteria e não acumulava. O prêmio foi de R$ 336.340.053,67.
Uma aposta simples no Rio de Janeiro e um bolão de 20 números em Fortaleza levaram o prêmio principal da Mega-Sena de 30 anos. Veja abaixo a divisão.
O próximo concurso da Mega será realizado às 21h do dia 26 de maio. As apostas podem ser feitas até as 20h do dia 26 de maio pelo aplicativo Loterias Caixa, pelo portal Loterias Caixa ou em qualquer lotérica do país.
A juíza Sandra Cristina de Lira, da 6ª Vara Cível de Brasília, determinou a suspensão dos pagamentos do Banco de Brasília (BRB) ao Clube de Regatas do Flamengo. O acordo da instituição financeira com o time é um contrato de patrocínio no valor de R$ 42 milhões.
A liminar foi concedida na sexta-feira, 22 de maio de 2026. O contrato inclui a antecipação de R$ 32 milhões dos R$ 42 milhões totais, pagamento parcelado, ações para engajamento e exploração econômica conjunta voltada a produtos financeiros e plataformas digitais.
A magistrada destacou que os documentos apresentados mostram que pagamentos vêm sendo feitos de forma parcelada e sucessiva conforme o contrato, inclusive com antecipações periódicas ao Flamengo.
“Nesse cenário, qualquer demora pela redistribuição do processo pode fazer com que os repasses questionados continuem, comprometendo a efetividade da prestação jurisdicional futura”, pontuou a juíza.
A decisão foi motivada por uma ação popular movida por Célia Romeiro de Sousa, que alegou possível violação dos princípios da moralidade administrativa, impessoalidade e economicidade.
Célia argumentou que o BRB enfrenta uma grave crise financeira, e que manter os repasses ao Flamengo prejudicaria o patrimônio público, sobretudo pela suposta ausência de retorno institucional compatível com o valor envolvido.
O BRB renovou o contrato em momento delicado, após sofrer perdas bilionárias devido à compra de carteiras de crédito falsas do Banco Master.
Em nota enviada ao Metropoles, o BRB esclareceu que o contrato não se trata de patrocínio convencional, mas de um modelo de parceria comercial baseado na oferta de produtos financeiros e uso de propriedade intelectual. O valor de R$ 42 milhões é um piso operacional vinculado ao desempenho da parceria, sem configuração de aporte direto de recursos.
Segundo o banco, os resultados são frutos da comercialização conjunta de produtos financeiros com divisão de receitas. O BRB afirmou ainda que suas decisões seguem critérios técnicos, de mercado e de governança, acompanhando o assunto nas instâncias competentes.
Uma ex-assessora do deputado federal Mario Frias (PL-RJ) afirmou que pagou despesas pessoais da família do parlamentar e devolveu parte do salário recebido na Câmara dos Deputados ao então chefe de gabinete do político, Raphael Azevedo, entre fevereiro de 2023 e março de 2024, período em que ela trabalhou como secretária parlamentar no gabinete.
Comprovantes bancários e extratos mostram que Gardênia Morais fez transferências via Pix para Raphael Azevedo, além de pagamentos para familiares do deputado.
Entre os documentos obtidos, consta o pagamento de uma fatura de cartão de crédito de Juliana Frias, esposa do parlamentar, no valor de R$ 4.832,32, em dezembro de 2023.
Também há registro de um Pix de R$ 1 mil enviado à mãe do deputado, Maria Lucia Frias, em janeiro de 2024.
Gardênia trabalhou no gabinete como secretária parlamentar, recebendo salário líquido entre R$ 10 mil e R$ 21 mil mensais, no período citado.
A ex-funcionária confirmou que devolvia parte do salário após acordo com Raphael Azevedo, então chefe de gabinete, e afirmou que o deputado tinha conhecimento dessas transferências.
Os documentos indicam que pelo menos R$ 35.116 foram repassados ao chefe de gabinete, à ex-mulher dele e a outra parente.
Gardênia relatou que os repasses podem ter sido maiores e que outras pessoas do gabinete também fizeram devoluções similares.
A devolução de parte do salário a parlamentares ou intermediários para manutenção do cargo é conhecida como “rachadinha”. No Brasil, tal prática não tem crime específico com esse nome, mas é investigada como peculato em casos de suspeita de desvio de recursos públicos.
Além disso, foi revelado que Gardênia contratou cinco empréstimos consignados totalizando R$ 174,8 mil, sendo que quatro teriam sido para quitar dívidas de campanha de 2022 ligadas ao deputado e ao chefe de gabinete.
A reportagem cita também um saque em dinheiro vivo de R$ 49.999,99 feito por Gardênia em março de 2024, após depósitos realizados por Raphael Azevedo e sua esposa. A ex-assessora afirmou que entregou o valor, mas não especificou a quem.
O Metrópoles tentou contato com o atual chefe de gabinete Diego Ramos e com o deputado Mario Frias, mantendo o espaço aberto para manifestações deles.
A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa na quinta-feira (21) durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil paulista. A ação tem como objetivo combater a lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Além da prisão de Deolane, a operação inclui um mandado de prisão contra Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, líder da facção, que já está detido. Parentes de Marcola também são alvos da investigação.
Virginia Fonseca anunciou o fim do relacionamento com Vinicius Jr. na manhã desta sexta-feira (15). A influenciadora comunicou o término em uma postagem nas redes sociais e ressaltou que sempre se dedicou à relação, mas que nunca deixaria de lado o seu sonho e sua vida profissional.
“Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Então, quando algo deixa de fazer sentido, eu prefiro ter maturidade para encerrar com carinho do que permanecer por permanecer”, declarou.
Leia o anúncio na íntegra.
“Eu sempre vou me permitir viver.
Viver algo de verdade, sem medo, sem cálculo e sem deixar de ser quem eu sou.
Enquanto estivemos juntos, me dediquei muito, como me dedico a tudo o que me proponho a viver na minha vida. Afinal, eu sempre trabalhei muito, sempre fui muito focada nos meus sonhos e nas minhas responsabilidades. Mas também sou uma mulher, me permiti viver isso sem criar qualquer barreira, prezando pelo respeito que eu sempre tive dentro de qualquer relação.
Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Então, quando algo deixa de fazer sentido, eu prefiro ter maturidade para encerrar com carinho do que permanecer por permanecer.
Hoje, escolhemos respeitar um o caminho do outro. Torço muito pela felicidade e pelo sucesso do Vinícius, e tudo isso com muito carinho.
Peço o respeito de todos e que seja uma página virada na vida de cada um, assim como será na minha!
O ex-participante do BBB Pedro Espíndola recebeu alta de uma clínica psiquiátrica nesta quinta-feira, 14 de maio, e já está em casa com a família. Após a alta, a defesa dele revelou detalhes exclusivos sobre o tratamento que continuará em casa.
Segundo a equipe jurídica, liderada pela advogada Niva Castro, Pedro vai morar com o irmão João Gilberto e terá uma consulta ainda esta semana com sua médica psiquiatra, Natacia Brasil.
Após o atendimento especializado, o ex-BBB manterá terapias, consultas psicológicas regulares com Natacia e Vinicius Zanon, além do acompanhamento medicamentoso.
Em abril, Pedro foi transferido para a clínica psiquiátrica após um episódio de confusão na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Alto Maracanã, em Colombo, Paraná, e já estava recebendo atendimento no Hospital San Julian, em Piraquara.
A equipe jurídica informou que em breve haverá novidades sobre as próximas fases do tratamento do ex-BBB.
Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontam que o número de filhos por mulher no país caiu 13% entre 2018 e 2023. Em contrapartida, entre mulheres com mais de 40 anos, houve crescimento de quase 17% no mesmo período. O grupo de bebês nascidos de mães entre 40 e 49 anos foi o único que apresentou aumento no país, passando de 90 mil nascimentos em 2018 para 106 mil em 2022.
O cenário acompanha uma mudança no perfil reprodutivo feminino brasileiro. Segundo a pesquisa “Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil”, entre 2010 e 2022, o número de pessoas que se tornaram mães após os 40 anos cresceu 60% no Brasil.
De acordo com Gustavo Mafaldo, ginecologista e vice-presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do RN (Sogorn), junto ao crescimento da maternidade tardia também aumenta a busca por informações sobre fertilidade, preservação da capacidade reprodutiva e acompanhamento pré-concepcional.
“Hoje existe um movimento muito maior de mulheres que desejam entender o próprio corpo e planejar a maternidade de forma consciente. Isso é extremamente positivo, porque permite identificar riscos, investigar condições de saúde e adotar medidas preventivas antes mesmo da gravidez acontecer”, explica.
Segundo o especialista, embora muitas mulheres consigam engravidar naturalmente após os 35 anos, a fertilidade feminina sofre uma redução progressiva com o avanço da idade. Além disso, algumas complicações passam a ter maior incidência, como hipertensão gestacional, diabetes gestacional, parto prematuro e alterações cromossômicas.
Enquanto o mercado de trabalho avança no discurso sobre equidade de gênero, a maternidade ainda segue como um dos principais fatores de afastamento feminino da vida profissional. Dados recentes da Catho, plataforma gratuita de empregos, mostram que 60% das mães brasileiras estão fora do mercado – seja por decisão própria de se dedicar exclusivamente aos filhos ou por demissões após a licença-maternidade.
O primeiro cenário é a realidade vivida por Nathália Monteiro, de 21 anos, mãe de Sofia, de um ano. Antes da maternidade, ela trabalhava com vendas e tinha uma rotina voltada à vida profissional. Há cerca de um ano, ela decidiu pausar a carreira para acompanhar de perto o crescimento da filha.
A jovem revela que os primeiros meses de maternidade foram marcados por desafios como cansaço, sobrecarga e a necessidade de equilibrar as próprias emoções. “Foi um momento de muito aprendizado sobre amor, paciência, responsabilidade e amadurecimento”, resume. Hoje, Nathália enxerga a pausa como uma etapa importante da trajetória e já pensa em retornar ao mercado, mas buscando equilíbrio entre carreira e maternidade.
Por trás de casos como o de Nathália está a “carga invisível”, um conjunto de responsabilidades mentais, emocionais e logísticas relacionadas à manutenção do lar e da parentalidade que recaem, majoritariamente, sobre as mulheres e impactam suas trajetórias.
Para a especialista em Recursos Humanos, Gabriella Saldanha, essa sobrecarga também afeta o cotidiano corporativo. “Muitas mães conciliam entregas complexas no trabalho com a organização constante da vida familiar. Isso não aparece nas métricas tradicionais, mas influencia diretamente a forma como essas profissionais são avaliadas”, explica a profissional, que é docente da Estácio.
No Brasil, mais de 380 mil mulheres foram demitidas após a licença-maternidade entre 2020 e 2025, de acordo com dados do sistema eSocial. Segundo Gabriella, a chamada “penalidade da maternidade” ainda é uma realidade nas empresas. “Existe uma diferença clara na progressão de carreira entre mulheres com filhos e sem filhos. Muitas vezes, líderes assumem, sem questionar, que mães não têm interesse ou disponibilidade para novos desafios”, afirma.
Segundo a gestora, o enfrentamento desse cenário exige uma mudança estrutural. “Não é uma questão individual, mas organizacional. Empresas que reconhecem essa realidade e ajustam suas práticas conseguem reter talentos, aumentar o engajamento e gerar resultados mais sustentáveis”, conclui.
Do ponto de vista jurídico, a discussão sobre a “carga invisível” ainda avança de forma tímida no Brasil. A professora do curso de Direito da Estácio, Petrúcia Santos, destaca que, embora o conceito não esteja previsto de forma explícita na legislação trabalhista, ele já aparece de maneira indireta em decisões judiciais.
“O Judiciário, especialmente em casos de Direito de Família, começa a reconhecer o impacto do trabalho de cuidado exercido pelas mães, considerando tempo, energia e renúncias em decisões como pensão alimentícia”, explica.
Na esfera trabalhista, no entanto, ainda não há uma regulamentação específica sobre o tema. “A legislação atual oferece proteções importantes à maternidade, mas ainda insuficientes para garantir igualdade plena após o retorno ao trabalho. Falta enfrentar, de forma mais direta, as discriminações indiretas e a sobrecarga doméstica”, avalia.