Quantas horas os gatos dormem por dia e o motivo para tanto descanso

Os gatos são companheiros importantes em nossos lares, sendo vistos há séculos como confidentes silenciosos que transmitem tranquilidade. Com grande capacidade de adaptação, sabem quando se aproximar ou se afastar dos donos.
Esses animais passam grande parte do dia dormindo, e o descanso é essencial para sua saúde e felicidade. É comum vê-los enrolados em forma de bola ou esticados em lugares confortáveis da casa.
Uma dúvida frequente entre tutores e veterinários é quantas horas um gato dorme diariamente. A média varia entre 12 e 16 horas, dependendo do animal.
Segundo estudo publicado na revista Sciences et Avenir, o principal motivo para esse longo sono é o instinto predador dos felinos. Dormir recarrega suas energias para que possam buscar presas depois.
O estudo, feito por veterinários e especialistas em comportamento felino, também revelou que fatores como pressão atmosférica e dias frios e chuvosos influenciam a duração do sono. O estilo de vida do gato é determinante: um gato doméstico com alimento e água disponível tem um padrão de sono diferente de um gato de rua, que precisa estar em alerta constante pela sobrevivência.
Apesar das variações, especialistas afirmam que com 12 a 16 horas de sono diárias, os gatos são os verdadeiros “reis da soneca”, priorizando seu descanso e bem-estar físico acima de outras necessidades.
Dormir junto com um gato é uma experiência agradável para muitos tutores. Especialistas concordam que essa prática traz benefícios tanto para os humanos quanto para os felinos.
O Dr. Adnan Qureshi, do Instituto de Acidentes Vasculares Cerebrais da Universidade de Minnesota, nos EUA, realizou uma pesquisa que identificou que dormir com gatos reduz estresse, ansiedade e outros transtornos do cotidiano.
Após estudo com muitas pessoas, o especialista constatou que a convivência desse tipo proporciona diversos benefícios, confirmando que a relação entre gatos e humanos vai além do afeto, alcançando propósitos terapêuticos e medicinais.
Créditos: O Globo