Flávio Bolsonaro renuncia à segurança da PF para a campanha presidencial

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), declarou que não utilizará a equipe de segurança da Polícia Federal (PF) disponível para candidatos à Presidência durante a campanha eleitoral. Em suas redes sociais, ele expressou desconfiança na atual direção da PF, liderada por Andrei Rodrigues, e manifestou receio de “infiltrados” em sua campanha.
Flávio afirmou que não confia no chefe atual da PF e que não deseja correr o risco de ter pessoas infiltradas em sua campanha por essa equipe. Ele anunciou ainda que, se eleito, pedirá que os agentes sejam alocados para investigar fraudes contra aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Além disso, reforçou a necessidade de apurações em torno de Luís Cláudio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula (PT), mencionando suspeitas de pagamentos ilícitos relacionados ao INSS.
O senador também destacou que a Polícia Federal iniciou em 20 de julho uma operação para proteger candidatos à Presidência nas eleições de 2026, envolvendo até 458 servidores, veículos blindados, equipamentos antidrone e kits antibomba, com um orçamento estimado em R$ 95 milhões.
A proteção está condicionada à homologação das candidaturas nas convenções partidárias e pedido formal das campanhas, com os registros oficiais ocorrendo até 15 de agosto. A estrutura foi dimensionada para atender até dez candidaturas simultâneas, com equipes especializadas em todos os estados e acompanhamento das agendas de campanha, aplicando critérios técnicos e definindo efetivos conforme o risco.
Apesar de abrir mão da segurança da PF, Flávio Bolsonaro já conta com seguranças particulares e utiliza colete à prova de balas em eventos públicos.
Créditos: Agência Estado











