Uma pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta quinta-feira (15) mostra o senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, com 51% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial. O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece com 49% da preferência dos eleitores.
O levantamento indica um empate técnico entre os candidatos, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Comparado ao levantamento anterior, divulgado na quinta-feira passada (8), Flávio Bolsonaro oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto Lula subiu um ponto percentual.
Os votos válidos são aqueles destinados diretamente a um candidato ou a uma legenda partidária nas eleições proporcionais. Votos em branco e nulos não são considerados no cálculo que define os vencedores.
Isso significa que a porcentagem apresentada não necessariamente representa todas as pessoas que votaram, pois é calculada apenas a partir dos votos válidos.
Foram entrevistadas 2.520 pessoas entre os dias 13 e 15 de outubro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais com nível de confiança de 95%.
O estudo foi contratado pela Folha de S. Paulo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00466/2026.
O líder da oposição no Senado e coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho (PL-RN), criticou a decisão do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), de retirar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública da pauta do plenário desta quinta-feira (15).
A jornalistas, o parlamentar disse que Alcolumbre atua “a serviço” do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ficou “de costas para a sociedade”. Marinho é apontado como possível candidato a ser presidente do Senado no próximo mandato. Com a retirada de pauta da PEC, a avaliação agora é de que a proposta fique para depois das eleições.
Na visão do senador, o grupo aliado a Lula preferiu não fazer o debate ao ser confrontado com a situação proporcionada pela votação da PEC: “Mostra que o governo não está interessado em resolver a segurança pública, o governo está interessado em ganhar as eleições mesmo que isso custe a segurança das pessoas”.
O coordenador de campanha do presidente Lula, Camilo Santana, apresentou uma emenda para reduzir de 18 para 16 anos a maioridade penal em crimes graves. Enquanto, a oposição, porém, defendia a redução mais agressiva: de 18 para 16 anos como regra geral e para 14 anos em casos de crimes graves.
Para os jornalistas, o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro disse que apoiaria qualquer proposta na direção que já apontaram: “Caso a nossa proposta não fosse aprovada, que é a redução da maioridade penal para 16 anos e 14 anos quando se trata de crimes hediondos, a proposta do Camilo, que seria de 16 anos para crimes hediondo, seria uma alternativa paliativa. Não seria o ideal, mas seria pelo menos um passo na direção correta”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou durante sabatina nesta quinta-feira (15) na TV Globo que é a favor da redução da maioridade penal para crimes hediondos.
“Todo e qualquer crime hediondo, eu sou favorável a diminuir a maioridade. Sou a favor. O problema era que a PEC não estava discutindo isso. O PL apresentou uma proposta para 14 anos, e Camilo, para 16”, explicou.
“Eu sou favorável a diminuir para 16 anos, mas não a discutir isso nessa PEC. Primeiro, aprova a PEC e depois discute isso. Eu acho que a sociedade brasileira inteira é favorável à punição por qualquer crime hediondo”, completou.
O presidente Lula (PT), candidato à reeleição, divulgou uma série de medidas de apelo popular desde o primeiro turno das eleições presidenciais. Entre as ações está um decreto que elimina tributos sobre a gasolina, um programa para perdoar dívidas de microempreendedores individuais (MEIs), um decreto que bloqueia o uso de celulares em presídios e a ampliação do programa Pé-de-Meia.
Essas ações somam-se a outros benefícios anunciados durante a campanha eleitoral. Antes do primeiro turno, o governo já havia reajustado o Bolsa Família em 15,17%, decretado o fim das casas de apostas no país como medida para conter endividamento e lançado uma nova versão do programa de renegociação de dívidas Desenrola.
O conjunto dessas medidas pode impactar as contas públicas em até R$ 74,6 bilhões até o final de 2027, conforme dados divulgados por integrantes do governo federal.
No dia 9 de outubro, foi anunciado o decreto que zera os impostos de Pis/Cofins sobre a gasolina por um mês, com expectativa de queda nos preços ainda no mesmo mês. Também foi concedida uma subvenção adicional de R$ 1,40 por litro de óleo diesel para importadores, válida por 30 dias, somada aos R$ 2,12 atualmente vigentes. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a medida não tem relação com o calendário eleitoral.
Em 13 de outubro, o governo anunciou o envio ao Congresso de um Projeto de Lei Complementar que prevê o perdão total das dívidas de 3,6 milhões de MEIs com a União, estimado em R$ 12,6 bilhões. Além disso, o pacote para microempreendedores inclui o programa Pix MEI, que oferece até R$ 5 mil para aprimorar pequenos negócios sem necessidade de devolução, e um decreto que isenta os MEIs da obrigatoriedade de emitir nota fiscal em vendas para pessoa física.
O governo também planeja lançar um edital do programa Desenrola voltado especificamente para esses empreendedores.
No início da semana, Lula assinou um decreto que bloqueia o sinal de celulares dentro dos presídios. Os estados serão responsáveis por apontar ocorrências para que o Ministério da Justiça e Segurança Pública acione a Anatel e outros órgãos para o bloqueio. A segurança pública é um tema central nesta eleição.
Além disso, o presidente assinou uma medida provisória para que as operadoras de telefonia verifiquem chamadas telefônicas, combatam fraudes e bloqueiem ligações indesejadas.
A ampliação do programa Pé-de-Meia para estudantes universitários, prevista para começar em 2027, prevê o pagamento de R$ 700 mensais por dez meses a alunos das universidades públicas e do Prouni. O financiamento será feito pelo Fundo Social do Petróleo, com custo estimado em R$ 4,6 bilhões. Criado em 2024 para estudantes do ensino médio público beneficiários do CadÚnico, o Pé-de-Meia já foi ampliado para alunos de licenciatura.
Antes do primeiro turno, Lula anunciou outras medidas como o reajuste do Bolsa Família, a medida provisória que proibiu as apostas e o programa Desenrola 3.0.
Uma estratégia importante da campanha de Lula para o segundo turno é o fim da escala 6×1. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, espera votar a proposta em dois turnos em 14 de outubro. O senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula, inicialmente foi contra, mas anunciou que votará a favor da mudança na jornada de trabalho.
Nas eleições do primeiro turno, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula ficou com 45,16%.
O ministro André Mendonça solicitou destaque para que o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seja analisado presencialmente no plenário físico, paralisando o processo. Essa decisão ocorreu após o placar virtual estar em 4 a 3 contra uma decisão dele de excluir um vídeo da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que criticava o “tesouraço” associado a Flávio Bolsonaro (PL).
O debate começou quando Mendonça determinou a retirada de uma propaganda eleitoral em que Lula relacionava a política fiscal de um possível governo de Flávio Bolsonaro a cortes em programas sociais como Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida e Mais Médicos.
Segundo Mendonça, o termo “tesouraço” se referia apenas à redução de cargos e da estrutura administrativa do Estado, não à eliminação de benefícios sociais.
Apesar disso, o caso foi discutido no plenário virtual do TSE, onde a maioria dos ministros votou para derrubar a decisão inicial do relator, com 4 votos contra 3.
Diante desse placar, o ministro Mendonça optou por pedir destaque, interrompendo a contagem dos votos e enviando o processo para ser debatido presencialmente no tribunal.
A delegada do Pará Maria Virgínia Grimwood Pinto foi presa nesta quinta-feira (15) sob suspeita de transmitir informações sigilosas à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
A prisão ocorreu durante a Operação Sinalagma, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco. Além de Maria Virgínia, mandados foram cumpridos em Brasília, Belém, São Paulo e Recife.
As apurações indicam que a delegada mantinha vínculos de confiança com um integrante do PCC, recebendo dinheiro em troca de informações sigilosas e proteção a membros da facção.
Na operação desta quinta foram cumpridos três mandados de prisão e 11 de busca e apreensão. A investigação teve início em janeiro de 2025, após a prisão de um chefe do PCC em Ipojuca, na região metropolitana do Recife.
Maria Virgínia foi detida em um hotel em Brasília. Em Recife, um dos suspeitos foi localizado em um apartamento de luxo no Cais José Estelita, no bairro do Cabanga.
Ela atuava na Divisão de Polícia Administrativa da Polícia Civil do Pará e teria oferecido proteção institucional ao grupo criminoso.
As investigações apontam também para indícios de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio por meio de contas de terceiros, com a finalidade de esconder a origem dos valores repassados à delegada.
Os mandados de prisão, busca e apreensão, além de sequestro de bens e bloqueio de ativos financeiros, foram expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Ipojuca.
Os crimes investigados incluem corrupção passiva e ativa, violação de sigilo funcional e falsidade ideológica.
Além da Polícia Civil de Pernambuco, participam da operação as polícias civis do Pará e de São Paulo, os Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos) destes estados, vinculados ao Ministério Público, e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Distrito Federal (Ficco-DF).
Com a oficialização da contratação de Rafa Câmara pela Haas para a Fórmula 1 a partir de 2027, o Brasil passa a ter representantes de todas as regiões no grid da categoria.
Em 78 anos de história da F1, o país já contou com 33 pilotos. Câmara será o 34º brasileiro a competir, sendo o primeiro do Nordeste. Antes dele, as regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Norte já tiveram representantes na F1.
A região Sudeste é a que mais contribuiu, com 22 pilotos, incluindo 18 paulistas, 2 cariocas e 2 mineiros. A região Sul ocupa o segundo lugar, com 4 pilotos do Paraná e 1 de Santa Catarina, Maurício Gugelmin.
As regiões Norte e Centro-Oeste têm um piloto cada, com o amazonense Antônio Pizzonia e o brasiliense Felipe Nasr.
Além disso, a lista inclui quatro pilotos que defenderam o Brasil, apesar de terem nascido no exterior: Gino Bianco (Itália), Nano da Silva Ramos (França), Nelsinho Piquet (Alemanha) e Pietro Fittipaldi (Estados Unidos).
Entre os nomes brasileiros que fizeram parte da F1 estão Chico Landi, Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna, Rubens Barrichello, Felipe Massa, Bruno Senna, Nelson Piquet, entre outros.
A chegada de Câmara é vista como uma consolidação do fenômeno “Brazilian Storm” no automobilismo, com o chefe da Haas destacando suas habilidades impressionantes e o potencial de desenvolvimento do piloto no time.
A substituição de Carlos Eduardo Alves por Paulinho Freire na coordenação da campanha de Allyson Bezerra (União Brasil) em Natal acrescentou mais um capítulo ao histórico de traições políticas atribuído ao candidato ao Governo do Estado. O episódio é especialmente simbólico porque Carlos Eduardo deixou o PSD, abriu mão de uma candidatura ao Senado, desistiu posteriormente da disputa para deputado estadual e, mesmo assim, perdeu a coordenação da campanha para Paulinho, seu adversário na eleição de 2024.
Paulinho declarou apoio a Allyson na terça-feira (13), levando 23 vereadores de Natal e dois suplentes. No mesmo movimento, assumiu a coordenação da campanha na capital. A troca expõe o enfraquecimento de Carlos Eduardo dentro de um projeto ao qual ele fez sucessivas concessões.
A relação com Carlos Eduardo não é o único episódio. Ao longo dos últimos anos, Allyson acumulou rompimentos com nomes que estiveram ao seu lado em diferentes momentos e que acabaram afastados quando os interesses políticos deixaram de coincidir.
Rogério foi o primeiro grande rompimento
Um dos casos mais emblemáticos foi o rompimento com o senador Rogério Marinho (PL), em março de 2024. Até então, os dois mantinham uma aliança política próxima, que havia ficado evidente na eleição de 2022, quando Allyson percorreu Mossoró e trabalhou pela eleição de Rogério ao Senado.

Após o rompimento, a disputa política em Mossoró ganhou um novo desdobramento. Se sentindo traído, Rogério passou a atuar na oposição a Allyson e lançou Genivan Vale (PL) como candidato a prefeito contra o grupo do então prefeito. O candidato do PL terminou a disputa em terceiro lugar.
O movimento consolidou a ruptura entre os dois e marcou a entrada de Rogério no campo adversário em Mossoró.
O afastamento também foi interpretado como parte da construção do projeto de Allyson para disputar o Governo do Estado em 2026, retirando do caminho uma das principais lideranças que até então integravam sua aliança política.
Lawrence Amorim virou adversário
Pouco depois, a ruptura atingiu Lawrence Amorim, então presidente da Câmara Municipal de Mossoró e antigo aliado de Allyson.
A relação se deteriorou em meio a cobranças de lealdade e divergências políticas. O resultado foi a transformação de um aliado em adversário. Lawrence disputou a Prefeitura de Mossoró contra Allyson em 2024 e acabou derrotado.
Wiginis do Gás e os 38 cargos
Outro episódio ocorreu em setembro de 2025 e envolveu o vereador Wiginis do Gás (União Brasil).
Segundo informações apuradas pelo Diário do RN, Allyson teria pressionado o vereador a apoiar a esposa, “Cinthia de Allyson”, ou Neilton Diógenes, embora Wiginis já tivesse compromisso com o deputado estadual Ivanilson Oliveira. Ivanilson havia contribuído para a reeleição do vereador em 2024 e também apoiou a eleição de Allyson.
A reação teria vindo na forma de exonerações. De acordo com a apuração, assessores ligados à gestão foram orientados a retirar 38 ocupantes de cargos públicos indicados pelo vereador.
O episódio ganhou outro ingrediente porque Ivanilson, então no União Brasil, era aliado direto de Allyson. A pressão sobre Wiginis acabou sendo vista dentro do grupo como mais uma demonstração de que Allyson não hesitaria em reorganizar sua base, ainda que isso significasse atingir os próprios aliados.
Zenaide ficou, mas o resultado gerou desgaste
Zenaide Maia aparece como uma das poucas alianças que permaneceram intactas. Allyson sustentou o apoio à senadora para o Senado mesmo quando Carlos Eduardo ingressou no União Brasil com expectativa de disputar a vaga.
Mas a própria aliança produziu um resultado eleitoral que gerou questionamentos. Em Mossoró, Allyson recebeu 82.286 votos, enquanto Zenaide teve 41.437. Foram mais de 40 mil votos de diferença entre os dois.
A votação alimentou a discussão sobre o empenho do grupo na campanha da senadora, que terminou apenas em quarto lugar no município. No Estado, Zenaide ficou a menos de seis mil votos de Samanda de Lula, que conquistou a segunda vaga ao Senado.
Carlos Eduardo é o capítulo mais recente
O caso de Carlos Eduardo talvez seja o que melhor resume a relação de forças dentro do grupo.
O ex-prefeito deixou o PSD para ingressar no União Brasil mirando o Senado. Sem espaço na chapa, adaptou o projeto e anunciou candidatura a deputado estadual. Depois, abriu mão também dessa disputa para assumir a coordenação da campanha de Allyson em Natal, função que agora está com Paulinho Freire.
À época, a própria indicação para a coordenação, porém, foi marcada por resistência dentro do grupo, principalmente entre vereadores que já apoiavam Allyson. Parte da bancada deixou claro que não aceitaria ficar sob a liderança de Carlos Eduardo, limitando sua influência sobre uma estrutura que já possuía articulações próprias.
O episódio expõe o desgaste de Carlos Eduardo dentro do grupo. Depois de deixar o partido, abrir mão da disputa pelo Senado e desistir também da candidatura à Assembleia para se dedicar à campanha de Allyson, o ex-prefeito acabou perdendo até a função de coordenador que havia assumido.
Kelps: outro desgaste dentro do grupo O episódio envolvendo Kelps Lima, em julho, foi mais um desgaste entre Allyson e um antigo aliado. Em 9 de julho, o ex-deputado anunciou a desistência da candidatura a deputado federal e afirmou ter sido “traído” por Benes Leocádio, João Maia e Robinson Faria, além de citar a falta de apoio do presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda.
Embora Kelps não tenha responsabilizado diretamente Allyson pela desistência, a condução do conflito também chamou atenção. Diante do impasse entre aliados, Allyson não tomou partido nem atuou para sanar a crise e preservar a candidatura de Kelps, apesar da relação política e pessoal próxima entre os dois.
A desistência expôs mais uma vez as fissuras dentro do grupo que se formou em torno do projeto de Allyson para 2026. O caso se soma aos episódios envolvendo Rogério Marinho, Lawrence Amorim, Wiginis do Gás e, agora, Carlos Eduardo, em uma trajetória marcada por rompimentos, perda de espaço e rearranjos entre antigos aliados, o que tem chamado a atenção da classe política, de que Allyson não costuma honrar os compromissos assumidos e abandona os aliados quando lhe é conveniente.
O candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula, protagonizou uma histórica demonstração de força política na noite desta quarta-feira (14), em São José de Mipibu. O ato de apoio reuniu o prefeito Zé Figueiredo, o vice-prefeito Bruno Dantas, dez vereadores, encabeçados pela presidente da Câmara Municipal, vereadora Verônica Senra, o ex-deputado Fábio Dantas, além de 22 ex-vereadores, 19 suplentes e representantes de 12 municípios da região Agreste, consolidando uma aliança ampla e forte para impulsionar sua caminhada rumo ao Governo do RN.
Em discurso caloroso para as lideranças e a população presente, Cadu enfatizou a seriedade do pacto político firmado e o compromisso ético com o município. “Eu chego aqui com compromisso com o Rio Grande do Norte, com a minha honestidade e com o meu trabalho pelo povo. De Cadu, a única coisa que você pode não esperar é que haja traição desse compromisso que a gente está selando aqui. E os maiores beneficiados dessa parceria política e administrativa são povo de São José de Mipibu”, destacou Cadu de Lula.
Respaldado por 21 anos de dedicação ao serviço público e pela experiência de ter exercido o cargo de secretário de Estado por mais de sete anos, Cadu ressaltou seu preparo técnico e político para governar o Estado. O candidato reafirmou com orgulho sua condição de candidato oficial do presidente Lula no Rio Grande do Norte, destacando que sua trajetória é marcada pela coerência, pela transparência e pelo conhecimento aprofundado das necessidades da população nas áreas de saúde, educação e segurança.
A expressiva adesão registrada em São José de Mipibu reflete o forte ritmo de crescimento do nome de Cadu em toda a região Agreste. A integração promovida pelo prefeito Zé Figueiredo e pelo ex-deputado Fábio Dantas demonstra a capacidade do candidato de unificar grupos políticos de peso em torno de um projeto pautado no trabalho, na credibilidade e no desenvolvimento econômico e social dos municípios.
O prefeito de Natal, Paulinho Freire, participou nesta quarta-feira (14) da Caravana do Azulão na Zona Norte da capital e reforçou o apoio à candidatura de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Rio Grande do Norte.
Diante de apoiadores e lideranças políticas, Paulinho destacou que o grupo inicia uma mobilização intensa na reta final do segundo turno, com atividades de casa em casa nos bairros da cidade.
“Estamos dando agora o pontapé inicial. São dez dias percorrendo Natal, de casa em casa. O nosso grupo vem dizer que, se depender de Natal, você será o governador do Rio Grande do Norte”, afirmou Paulinho.
Na sequência, Allyson agradeceu o apoio do prefeito, dos vereadores, suplentes, deputados e da militância que acompanhou a caravana. O candidato classificou o ato como o início de uma arrancada na capital em busca da vitória no segundo turno.
“Fico muito feliz porque a nossa caminhada em Natal é uma arrancada rumo à grande vitória que teremos no domingo, dia 25. Eu sei que Natal vai nos dar uma linda vitória e confirmar a mudança no Rio Grande do Norte”, declarou Allyson.
A mobilização na Zona Norte marcou a primeira agenda conjunta nas ruas após Paulinho Freire e seu grupo político anunciarem apoio a Allyson. A adesão fortaleceu a candidatura na capital, que concentra o maior eleitorado do estado, e ampliou a mobilização da campanha na reta final.