Novo reajuste na refinaria Clara Camarão eleva preços da gasolina e diesel

30 de julho de 2026

Novo reajuste na refinaria Clara Camarão eleva preços da gasolina e diesel

A Refinaria Clara Camarão, localizada em Guamaré, atualizou os preços da gasolina A e do diesel A S500 comercializados nesta quinta-feira (30). A elevação foi informada pela Brava Energia, empresa responsável pela operação da refinaria, após o período de estabilidade na semana anterior.

No aumento desta semana, o preço do litro da gasolina A passou de R$ 3,90 para R$ 3,94, representando uma alta de R$ 0,04. No caso do diesel A S500, o preço subiu R$ 0,10 nas duas modalidades de venda: na modalidade EXA, o valor avançou de R$ 4,71 para R$ 4,81, e na modalidade LCT, passou de R$ 4,72 para R$ 4,82.

Desde o início de julho, a gasolina acumula um reajuste de R$ 0,14 por litro, enquanto o diesel A S500 registra uma alta de R$ 0,40 nas duas modalidades no mesmo período.

Comparando com os preços de fevereiro, quando a gasolina A era vendida por R$ 2,51 por litro, a alta acumulada na refinaria chega a R$ 1,43. Para o diesel A S500, a modalidade EXA subiu de R$ 3,28 para R$ 4,81, um aumento de R$ 1,53, e a modalidade LCT aumentou R$ 1,52, passando de R$ 3,30 para R$ 4,82.

Os preços informados correspondem aos valores praticados na refinaria Clara Camarão e não refletem diretamente o valor final cobrado dos consumidores nos postos de combustíveis.

Créditos: Tribuna do Norte

Well Lab

De Currais Novos para todo o Brasil: Dona Branca conquista oito medalhas em premiação nacional de queijos realizada em SC

27 de julho de 2026

A tradição da produção artesanal de Currais Novos voltou a ganhar reconhecimento nacional. A Queijeira Dona Branca foi um dos grandes destaques da 9ª edição do Prêmio Queijo Brasil, realizada entre os dias 23 e 26 de julho, em Blumenau (SC), ao conquistar oito medalhas e garantir para o Rio Grande do Norte o troféu de Melhor Produto Lácteo do Estado.

A empresa currais-novense recebeu três medalhas de ouro, três de prata e duas de bronze, consolidando-se entre os principais nomes da premiação, considerada uma das mais importantes do setor queijeiro brasileiro.

Os resultados da Dona Branca contribuíram diretamente para o desempenho do Rio Grande do Norte, que encerrou a competição com 47 medalhas. Ao todo, os produtores potiguares conquistaram 16 ouros, 20 pratas e 11 bronzes, em um evento que reuniu 583 produtores de 347 municípios brasileiros e quase três mil produtos inscritos.

Segundo Ísis Pereira, da Queijeira Dona Branca, o reconhecimento representa a confirmação da qualidade do trabalho desenvolvido ao longo dos anos.

“Receber medalhas de ouro, prata e bronze valida o nosso trabalho e mostra que estamos no caminho certo, oferecendo produtos de qualidade com dedicação constante. Compreendemos que grandes resultados são fruto de um esforço coletivo. É uma imensa satisfação levar essas premiações para o nosso estado, que tem se destacado cada vez mais no setor queijeiro”, afirmou.

Restaurante Sertanejo

Especulação imobiliária no Brasil: impactos e legislação aplicada

27 de julho de 2026

Especulação imobiliária no Brasil: impactos e legislação aplicada

A especulação imobiliária é uma prática frequente em áreas urbanas, especialmente em cidades em expansão. Consiste na compra de imóveis ou terrenos com a expectativa de valorização, visando a venda futura por preços mais altos, sem necessariamente promover melhorias na região.

No Brasil, essa prática não é considerada crime, mas seu impacto econômico e social provoca intensos debates. Especuladores costumam adquirir propriedades em locais com potencial de valorização, como áreas próximas a obras de infraestrutura ou novos empreendimentos.

A legislação brasileira, por meio do Estatuto da Cidade, oferece mecanismos para tentar limitar os efeitos da especulação. Por exemplo, permite a tributação progressiva de imóveis ociosos em áreas urbanas, incentivando o uso efetivo do solo. Políticas municipais também podem definir zonas para ocupação obrigatória e adensamento, buscando equilibrar o desenvolvimento urbano.

Essa prática influencia o mercado imobiliário e a dinâmica urbana, podendo levar à valorização excessiva de imóveis e à exclusão social. Por outro lado, há maneiras de investir no setor imobiliário que contribuem para o desenvolvimento sustentável, como a compra voltada à reforma e revitalização das áreas.

Embora a especulação imobiliária não seja tipificada como crime no país, ela levanta questionamentos importantes sobre seu papel nas cidades e seus efeitos sobre o mercado e a sociedade. A legislação vigente busca criar um ambiente onde o uso do solo seja mais justo e eficiente, promovendo alternativas de investimento que favoreçam o crescimento equilibrado dos centros urbanos.

Créditos: Exame

Well Farma

Tarifa de 37,5% nos EUA alcançará quase 4 mil produtos brasileiros, diz CNI

25 de julho de 2026

Tarifa de 37,5% nos EUA alcançará quase 4 mil produtos brasileiros, diz CNI

A nova tarifa adicional de 12,5% imposta pelos Estados Unidos fará com que 3.985 produtos brasileiros passem a enfrentar uma tributação total de 37,5% para entrar no mercado americano, conforme levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na quinta-feira (23).

Segundo a CNI, a medida afetará US$ 12,4 bilhões em exportações brasileiras, o que representa 29,4% de todas as vendas do Brasil para os Estados Unidos. As novas tarifas tiveram início na sexta-feira (24).

O levantamento detalha que, no total, 48,7% das exportações brasileiras para os EUA estarão sujeitas a alguma tarifa adicional imposta pelo governo norte-americano.

Essas tarifas decorrem de uma investigação dos Estados Unidos baseada na Seção 301 da lei comercial local, que concluiu que o Brasil e outros países não adotam mecanismos suficientes para impedir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado.

Porém, a CNI avalia que as justificativas do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) não refletem a realidade brasileira. A entidade destaca que o Brasil possui uma das legislações mais modernas para prevenir, combater e erradicar o trabalho forçado nas cadeias produtivas.

Ainda conforme a confederação, a legislação brasileira prevê mecanismos internacionalmente reconhecidos de fiscalização, responsabilização e proteção aos trabalhadores.

Em nota, o presidente da CNI, Ricardo Alban, defendeu a intensificação das negociações entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos para minimizar os impactos sobre a indústria.

“É essencial que o diálogo entre Brasil e Estados Unidos seja mantido e aprofundado. Ao mesmo tempo, precisamos agir com rapidez para amenizar o impacto sobre as empresas prejudicadas”, afirmou Alban.

Ele também informou que a CNI mantém conversas com o governo federal e setores afetados para desenvolver medidas de curto prazo.

A investigação dos EUA atingiu 60 países parceiros e classificou o Brasil como um deles que não conseguiu impor ou aplicar de forma eficaz a proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado.

Essa decisão levou à aplicação da nova tarifa de 12,5% sobre parte das exportações brasileiras, que, muitas vezes, será somada à sobretaxa de 25% já vigente desde esta semana.

Créditos: Tribuna do Norte

QFome App

Ministro da Fazenda defende mais tributos e restrições para casas de apostas

24 de julho de 2026

Ministro da Fazenda defende mais tributos e restrições para casas de apostas

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, declarou nesta sexta-feira (24) que o governo brasileiro deve continuar ampliando a regulamentação e tributação das casas de apostas para desencorajar seu uso pela população.

“Estamos aumentando o tributo porque é justo, devido e serve de desincentivo a um mecanismo que prejudica a vida das pessoas”, afirmou Durigan.

O ministro também reforçou a importância de limitar o acesso às apostas para pessoas em situação de vulnerabilidade financeira. “Quem recebe benefício social, como Bolsa Família ou BPC, não pode apostar. Quem está endividado e participa do programa Desenrola para negociar dívidas também fica proibido de apostar”, disse.

Durigan ressaltou que o governo tem atuado para reduzir a publicidade das apostas no país.

Ao abordar o elevado endividamento das famílias, o ministro defendeu que o governo e o sistema financeiro criem mecanismos para incentivar ou desestimular a contratação de crédito conforme a situação de cada consumidor.

Ele apontou que grande parte das pessoas endividadas contraiu dívidas durante a pandemia e não conseguiu administrá-las, destacando que o cartão de crédito é a principal fonte de endividamento entre os consumidores.

“Ao analisar esses dados, vemos que o cartão de crédito é o maior fator que impacta a vida das pessoas”, observou Durigan, que também mencionou o incentivo do governo para substituir dívidas com juros altos por outras com taxas inferiores por meio do Desenrola.

O ministro afirmou que o governo segue comprometido com o equilíbrio das contas públicas e mencionou a previsão do Tesouro de que a dívida pública deve se estabilizar entre 2029 e 2030.

“A projeção é que em 2027 tenhamos um superávit de 0,5%. Gostaria de fazer mais, talvez com o aumento do preço do petróleo e a eventual diminuição das subvenções”, disse.

Todavia, Durigan destacou que o governo ainda enfrenta desafios importantes, como a política de juros dos Estados Unidos e as incertezas da economia global decorrentes de fatores como a guerra no Irã e tarifas impostas pelo presidente americano Donald Trump.

Créditos: g1

Sidy's Tv e Internet

EUA aplicam tarifa de até 12,5% sobre importações do Brasil por uso de trabalho forçado

23 de julho de 2026

EUA aplicam tarifa de até 12,5% sobre importações do Brasil por uso de trabalho forçado

Nesta quinta-feira (23), o governo dos Estados Unidos anunciou a imposição de tarifas de até 12,5% sobre importações do Brasil e de outros 59 parceiros comerciais, com o objetivo de combater o uso de trabalho forçado na produção de bens. A nova alíquota entra em vigor à 0h01 desta sexta-feira (24), horário de Washington.

Com a soma da tarifa já aplicada desde quarta-feira (22) sobre produtos brasileiros, alguns itens poderão enfrentar uma sobretaxa total de até 37,5%.

De acordo com o governo americano, países que implementaram medidas para proibir o trabalho forçado estarão sujeitos a tarifas de até 10%. Aqueles que não adotaram essas medidas terão alíquota de 12,5%.

Os Estados Unidos fundamentam a ação na Seção 301 da Lei de Comércio, justificando que os países afetados falharam em proibir ou fiscalizar a entrada de produtos fabricados com trabalho forçado, o que, segundo o governo americano, prejudica ou restringe o comércio dos EUA.

Ainda assim, foram estabelecidas exceções entre os produtos que serão taxados.

Créditos: Tribuna do Norte

Academia Noova

Canetas emagrecedoras influenciam cardápios e consumo em restaurantes no RS

22 de julho de 2026

Canetas emagrecedoras influenciam cardápios e consumo em restaurantes no RS

A popularidade das canetas emagrecedoras tem impactado o comportamento dos consumidores e, consequentemente, a operação de bares e restaurantes. Esses estabelecimentos estão ajustando seus cardápios e o tamanho das porções para atender ao menor apetite dos clientes.

De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), 61% dos estabelecimentos do setor no país já percebem mudanças no padrão de consumo causadas pelo uso desses medicamentos. Entre as alterações identificadas estão a redução nos pedidos de pratos principais e sobremesas, maior procura por porções menores e modificações no consumo de bebidas.

Em Porto Alegre, essa transformação começa a se refletir nos cardápios. Em muitos lugares, as opções menores ainda precisam ser solicitadas. Leonardo Dorneles, presidente da Abrasel-RS, observa que essa tendência deve crescer com a adaptação dos negócios, que podem ver nisso uma oportunidade ao invés de uma crise.

Ele aponta seis tendências relativas a essas mudanças de comportamento.

A chef Maria Fernanda Tartoni, do Tartoni Ristorante, confirma que o menor apetite dos clientes já é evidente. Para acompanhar essa mudança, o restaurante oferece pratos com porções reduzidas, cerca de 70% do tamanho padrão, estratégia que visa atender à fidelidade do público e diminuir o desperdício.

Outra casa que adotou o novo formato é a NB Steak, que lançou o Menu Essencial com cortes de 250 gramas acompanhados por saladas e acompanhamentos servidos à mesa. Arri Coser, proprietário da rede, destaca que a opção surge a partir de pedidos dos clientes e espera aumentar o movimento em 20%.

Além disso, buffets tradicionais do Estado também estão se ajustando. O restaurante Fue, em Porto Alegre, passará a oferecer, além do buffet livre, uma alternativa a quilo sem bebida, buscando ampliar o movimento em 20%, segundo o proprietário Heraldo Almeida.

Os empresários relatam ainda mudanças no consumo: aumento da procura por carnes e queda no consumo de carboidratos, o que impacta os custos operacionais.

Importante lembrar que opções reduzidas diferem dos descontos legais para pacientes bariátricos, presentes em lei municipal de Porto Alegre, que exigem comprovação médica para descontos em determinados pratos específicos.

A nutricionista Victoria Prates alerta que, embora os remédios reduzam o apetite e o consumo, é crucial que as pessoas mantenham uma alimentação equilibrada. Ela destaca que alguns usuários diminuem a quantidade de comida sem priorizar a qualidade.

O uso dos medicamentos emagrecedores Ozempic e Mounjaro tem aumentado rapidamente no Brasil, a ponto da importação dessas canetas superar a de outros produtos importados, como celulares, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento.

No Rio Grande do Sul, não há dados oficiais da Secretaria de Saúde ou do Conselho Regional de Farmácia sobre o número de usuários desses remédios, mas é sabido que eles crescem. Recentemente, com a queda da patente do Ozempic, novos medicamentos devem chegar ao mercado brasileiro, com preços a partir de R$ 452, o que pode ampliar ainda mais o uso.

Créditos: GaúchaZH

Wheyz

Varejo do RN cresce 14 meses seguidos e supera média nacional

21 de julho de 2026

Varejo do RN cresce 14 meses seguidos e supera média nacional

O varejo do Rio Grande do Norte manteve o crescimento pelo 14º mês consecutivo. Em maio de 2026, as vendas cresceram 1,4% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

No acumulado de janeiro a maio, o crescimento foi de 5%, índice quase três vezes maior que a média nacional de 1,7%. O avanço foi impulsionado por setores como farmácias, cosméticos, móveis e eletrodomésticos.

O estado registrou a 9ª maior alta do comércio varejista entre os 27 estados brasileiros e ficou em 3º lugar no Nordeste, atrás de Pernambuco e Ceará. Esse crescimento foi sobre uma base já elevada, pois em maio de 2025 o varejo local havia avançado 4%.

O setor de serviços no Rio Grande do Norte também cresceu 1,8% no mesmo período, puxado principalmente pela hotelaria, telemarketing e coleta de resíduos. Já o varejo ampliado, que inclui vendas de veículos, motocicletas, material de construção e atacado especializado, cresceu 3,3% em 2026, com alta de 0,4% em maio.

A análise foi baseada em dados da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Instituto Fecomércio RN. O desempenho nacional foi limitado pelas quedas nas vendas no Sudeste, especialmente em São Paulo.

A expectativa é que o crescimento continue no segundo semestre, fomentado por datas comemorativas e maior consumo. A procura por eletrodomésticos, como televisores, teve destaque no primeiro semestre, beneficiada pela Copa do Mundo.

Créditos: g1

Well Lab Isaac Nutri

Comércio em Natal busca escoar estoque da Copa após eliminação do Brasil

15 de julho de 2026

Comércio em Natal busca escoar estoque da Copa após eliminação do Brasil

Com a eliminação precoce do Brasil na Copa do Mundo, diversos comerciantes em Natal se depararam com estoques de produtos temáticos da competição nas cores verde e amarelo. No Alecrim, o verde e amarelo já perderam protagonismo, mas alguns lojistas continuam desenvolvendo estratégias para vender os itens restantes e aproveitar futuras ocasiões.

Cleide Alves, gerente da loja Emanuelle, conta que os produtos temáticos femininos e infantis foram totalmente vendidos, restando apenas algumas camisas masculinas. “Tínhamos a expectativa de vitória do Brasil e recebemos muitos produtos. Após a eliminação, restam poucas unidades masculinas. Ainda não decidimos se vamos guardar para a próxima Copa”, declara.

Esses itens devem ser vendidos em uma liquidação na loja, mas a gerente prevê desafios para as vendas. Caso reste algum estoque, ela considera guardá-lo para outras épocas, como as eleições de outubro.

Carla Mariana, artesã e vendedora na Lojinha da Mari, também aposta nos produtos temáticos, comercializando tiaras, laços e o álbum da Copa do Mundo de 2026. “Estamos fazendo promoções e aguardando as eleições, que também geram bastante venda de itens do Brasil”, menciona.

Ela vê o 7 de setembro como outra oportunidade de venda. Atuando no camelódromo do Alecrim, Carla Mariana vende seu artesanato, enquanto seu esposo comercializa camisas da Seleção Brasileira. Apesar da procura diminuir, eles continuam vendendo as peças, que já recebem descontos entre R$ 10 e R$ 20.

Graça Cunha, proprietária da loja John John Kids, com foco no público infantil, conta que vendeu muitos itens temáticos antes e durante os primeiros jogos, quando a expectativa era que o Brasil avançasse de fase. Após a eliminação nas oitavas de final para a Noruega, ficou o estoque remanescente.

Ela afirma que ainda há interesse pelos produtos temáticos e que pretende vender o estoque restante no 7 de setembro, data em que as pessoas costumam usar roupas nas cores do Brasil, e também nas eleições.

O gerente da Agência Sebrae Grande Natal, Thales Medeiros, recomenda transformar o estoque parado em capital para evitar despesas prolongadas com armazenamento. Segundo ele, “o primeiro passo é classificar os produtos conforme giro, margem e possibilidade de venda após o evento”.

Itens temáticos podem ser reposicionados como artigos relacionados ao futebol, identidade brasileira ou uso cotidiano, garantindo vendas em outras épocas. A criação de kits promocionais com preços vantajosos e a oferta de produtos complementares podem aumentar o valor médio das compras.

Para pequenos empreendedores, a orientação é priorizar canais de venda de baixo custo, como WhatsApp Business, Instagram, listas de clientes e parcerias locais, monitorando quais ações geram mais conversões. Também sugerem campanhas de tempo limitado, retirada no estabelecimento e condições especiais para compras em quantidade.

Thales destaca que a margem de desconto deve ser estudada caso a caso, considerando custos de aquisição, impostos, taxas, comissões e outros custos variáveis. A precificação correta é crucial.

Ele observa que, naturalmente, o interesse por produtos ligados exclusivamente à seleção diminui após a eliminação, mas o consumo relacionado ao futebol, confraternização e entretenimento pode continuar enquanto a competição segue.

Recomenda-se que os comerciantes acompanhem diariamente as vendas, evitem novas compras temáticas, reduzam custos de estoque já adquirido e direcionem suas comunicações a outras datas comemorativas, como férias, Dia dos Pais e final de ano.

Por fim, a lição principal é não basear as compras em expectativas excessivamente otimistas e manter controle rigoroso sobre estoque, fluxo de caixa, ponto de equilíbrio e margem de contribuição durante toda a campanha.

Créditos: Tribuna do Norte

Restaurante Sertanejo

Refinaria Clara Camarão reajusta preço da gasolina e diesel pela segunda semana

9 de julho de 2026

Refinaria Clara Camarão reajusta preço da gasolina e diesel pela segunda semana

A Refinaria Clara Camarão, localizada em Guamaré e operada pela Brava Energia, anunciou um novo aumento nos preços da gasolina A e do diesel A S500 nesta quinta-feira (9). Este é o segundo reajuste consecutivo nos combustíveis após o aumento registrado na semana anterior.

O preço do litro da gasolina A subiu de R$ 3,80, valor praticado em 2 de julho, para R$ 3,86, um acréscimo de R$ 0,06. Na atualização anterior, a gasolina já havia sido reajustada de R$ 3,75 para R$ 3,80, aumento de R$ 0,05.

O diesel A S500 também teve aumento nas duas modalidades de venda. Na modalidade EXA, o litro passou de R$ 4,41 para R$ 4,51, alta de R$ 0,10. Na modalidade LCT, o preço subiu de R$ 4,42 para R$ 4,52, também com reajuste de R$ 0,10 por litro.

Desde 19 de fevereiro, quando começou uma sequência prolongada de aumentos na refinaria, o litro da gasolina A acumula alta de R$ 1,35, saindo de R$ 2,51 para R$ 3,86 em menos de cinco meses.

No diesel A S500, na modalidade EXA, o litro aumentou de R$ 3,28 em 19 de fevereiro para R$ 4,51, alta de R$ 1,23. Na modalidade LCT, o preço passou de R$ 3,30 para R$ 4,52, acréscimo de R$ 1,22.

Apesar do reajuste recente, os preços atuais ainda estão abaixo de alguns dos maiores valores registrados nos últimos meses. Para a gasolina, o maior preço ocorreu em 21 de maio, quando o litro alcançou R$ 4,22. No diesel, um dos maiores valores foi registrado em 9 de abril, com R$ 5,77 na modalidade EXA e R$ 5,78 na LCT.

Os preços divulgados representam os valores praticados na refinaria e não refletem necessariamente o preço final ao consumidor nos postos. Isso porque, até chegar às bombas, os combustíveis passam por etapas como distribuição, aplicação de tributos, custos logísticos, mistura obrigatória no caso da gasolina e definição das margens de revenda.

Créditos: Tribuna do Norte

Sidy's Tv e Internet
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