APENAS: Aura Minerals vale 9 bilhões de dólares na bolsa e valorizou 386% nos últimos 12 meses

16 de abril de 2026
Imagem aérea do projeto Borborema, em Currais Novos (Foto: Reprodução)

A Aura Minerals, responsável pelo projeto Borborema de exploração de ouro em Currais Novos, ostenta números impressionantes em relação a seu valor na bolsa de valores.

Uma matéria do portal Brazil Journal tratou do tema, mostrando que a mineradora já vale 9 bilhões de dólares na Bolsa, valor que supera gigantes como Ternium, Gerdau, CSN e Usiminas.

A Aura valorizou impressionantes 91% desde o início deste ano e 386% nos últimos doze meses, levando muitos a acreditar que o ciclo de alta já se exauriu.

Ainda assim, o BTG estima um crescimento significativo pela frente, com a produção da Aura devendo atingir cerca de 600 mil onças até 2030, comparado com as 368 mil onças este ano.

Well Lab

Brasil lidera produção mundial de café com mais de 35 regiões produtoras

14 de abril de 2026

Brasil lidera produção mundial de café com mais de 35 regiões produtoras

No Dia Mundial do Café, o Brasil destaca-se como líder mundial na produção e exportação do grão. Nos últimos vinte anos, avanços em pesquisas e mudanças no manejo elevaram de cinco para 35 as regiões do país que cultivam café.

Essa expansão veio acompanhada de maior investimento em qualidade, com associações e cooperativas adotando plantios sustentáveis para atender aos paladares mais exigentes, incluindo chefs de Estado. Para a safra 2026/27, o Brasil deve manter a liderança mundial na cafeicultura, representando cerca de 40% da produção global.

O crescimento da produção, diversificação regional, foco na qualidade e estratégias de mercado reforçam a posição do país como potência global nesse setor. Essa fase de expansão visa garantir a competitividade brasileira nos próximos anos, com ampla variedade de produtos e destinos.

Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2025/26, já colhida, atingiu 66,2 milhões de sacas, entre arábica e conilon, aumento de 17,1% em relação ao ciclo anterior. A área cultivada também cresceu, somando 1,93 milhão de hectares, alta de 4,1%.

Globalmente, a consultoria StoneX projeta produção de 182,5 milhões de sacas para a safra 2026/27, das quais 75,3 milhões devem ser brasileiras, cerca de 41,3% da oferta mundial, impulsionadas por uma safra considerada “super safra”.

O Brasil é ainda o maior exportador, com embarques médios anuais de aproximadamente 40 milhões de sacas, segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), garantindo sua liderança mundial.

Um diferencial importante do café brasileiro é sua ampla distribuição geográfica. Levantamento da Brazil Specialty Coffee Association (BSCA) mostra que o país possui mais de 35 regiões produtoras, número superior ao total de estados brasileiros, refletindo na diversidade de perfis sensoriais e qualidade.

Atualmente, 14 indicações geográficas brasileiras são reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), valorizando as origens e particularidades dos cafés, conforme o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

Minas Gerais permanece como principal produtor de café arábica, que produz grãos mais doces destinados à exportação. Já o Espírito Santo lidera na produção de conilon, um café mais encorpado, muito utilizado em blends e na indústria.

Novas áreas também ganham relevância no cultivo. A região amazônica destaca-se com sistemas agroflorestais e a produção do robusta amazônico, muitas vezes cultivado por comunidades indígenas, que agregam valor ambiental e social à cadeia produtiva.

No comércio exterior, o país busca diversificar mercados além dos tradicionais. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos promove iniciativas como o projeto “Brazil: The Coffee Nation”, com prazo até 2027, focado em cafés especiais em países com baixo volume de importação brasileira.

Os principais compradores continuam sendo Alemanha e Estados Unidos, embora recentes alterações tarifárias tenham reduzido a competitividade brasileira no mercado americano, que perdeu liderança entre os destinos. Com a revisão dessas tarifas, o setor espera retomar a demanda dos EUA.

A pesquisa tecnológica é fundamental para o crescimento do setor, com institutos como o Instituto Agronômico de Campinas e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária desenvolvendo cultivares adaptadas a novas regiões e locais com espaço limitado, como Acre e Paraíba.

Produtores brasileiros também apostam em nichos de alto valor, como o café Geisha, originário da Etiópia, que tem se adaptado a altitudes superiores a 1.200 metros em Minas Gerais. Esses cafés especiais podem alcançar preços elevados no mercado internacional.

Créditos: CNN Brasil

Restaurante Sertanejo

Refinaria Clara Camarão reajusta preço do diesel e mantém o da gasolina

9 de abril de 2026

Refinaria Clara Camarão reajusta preço do diesel e mantém o da gasolina

A refinaria Clara Camarão, localizada em Guamaré, manteve o preço da gasolina nesta quinta-feira (9), enquanto o diesel teve reajuste, totalizando um aumento de R$ 1,70 em 35 dias. Essa revisão semanal é aplicada pela refinaria, que é operada pela Brava Energia.

O preço da gasolina permaneceu em R$ 3,85. Já o diesel A S500 foi ajustado em duas modalidades de venda. Na modalidade EXA, o valor subiu de R$ 5,62 para R$ 5,77, e na modalidade LCT, de R$ 5,63 para R$ 5,78, ambos com aumento de R$ 0,15 por litro.

Detalhamento semanal dos preços:

Gasolina A:
– 5 de março – R$ 2,89
– 12 de março – R$ 3,19 (alta de R$ 0,30)
– 19 de março – R$ 3,82 (alta de R$ 0,63)
– 26 de março – R$ 3,82 (valor mantido)
– 2 de abril – R$ 3,85 (alta de R$ 0,03)
– 9 de abril – R$ 3,85 (valor mantido)

Total acumulado: R$ 0,96

Diesel A S500 – modalidade EXA:
– 5 de março – R$ 4,07
– 12 de março – R$ 5,07 (alta de R$ 1,00)
– 19 de março – R$ 5,52 (alta de R$ 0,45)
– 26 de março – R$ 5,62 (alta de R$ 0,10)
– 2 de abril – R$ 5,62 (valor mantido)
– 9 de abril – R$ 5,77 (alta de R$ 0,15)

Total acumulado: R$ 1,70

Diesel A S500 – modalidade LCT:
– 5 de março – R$ 4,08
– 12 de março – R$ 5,08 (alta de R$ 1,00)
– 19 de março – R$ 5,53 (alta de R$ 0,45)
– 26 de março – R$ 5,63 (alta de R$ 0,10)
– 2 de abril – R$ 5,63 (valor mantido)
– 9 de abril – R$ 5,78 (alta de R$ 0,15)

Total acumulado: R$ 1,70

Créditos: Tribuna do Norte

Well Farma

Gás de cozinha no RN terá aumento de até R$ 9 e pode chegar a R$ 125

8 de abril de 2026

Gás de cozinha no RN terá aumento de até R$ 9 e pode chegar a R$ 125

O reajuste no preço do gás de cozinha começou a ser repassado às distribuidoras, com um aumento médio de R$ 7,11. Segundo o Sindicato dos Revendedores Autorizados de Gás Liquefeito de Petróleo do Rio Grande do Norte (Singás/RN), o impacto ao consumidor deve elevar o valor do botijão em R$ 8 a R$ 9, com efeitos previstos a partir do dia 9 de abril.

O presidente do Singás/RN, Ivo Lopes, destacou a preocupação do setor, pois o aumento deve reduzir o consumo residencial devido à diminuição do poder de compra. Ainda segundo ele, pode haver variações pontuais até o dia 10 de abril, já que alguns revendedores ainda comercializam estoques antigos, mas a tendência é o repasse se generalizar.

A Tribuna do Norte apurou que o preço do botijão deve atingir entre R$ 120 e R$ 125 após o reajuste. Os ajustes são influenciados por fatores internacionais, como conflitos geopolíticos no Oriente Médio que afetam a oferta de energia, e por elementos internos, incluindo a política de preços da Petrobras, custos logísticos, distribuição e a carga tributária estadual, como o ICMS. No Rio Grande do Norte, os custos de transporte e a menor escala de distribuição fazem os preços ficarem mais altos.

Algumas distribuidoras já relatam queda nas vendas devido à estagnação dos estoques motivada pela redução do consumo. Bruno Souto, gerente comercial da Mega Gás, atribuiu a alta nos custos ao aumento do preço do diesel, que afeta toda a cadeia de transporte, e ressaltou que o novo reajuste do gás surpreendeu o setor. Ele acredita que famílias de baixa renda serão as mais afetadas pelo impacto do aumento, pois poderão ter dificuldade em arcar com o preço, que pode variar entre R$ 120 e R$ 125.

Edimilson Silva, proprietário da Ultragaz Edx, relatou perdas na empresa por não conseguir repassar totalmente o aumento aos consumidores sem perder clientes, limitando a transferência do custo ao máximo entre 8% e 10% e reduzindo a margem de lucro.

Diante do reajuste e da queda no consumo, revendedores do “Gás do Povo” avaliam suspender a oferta do programa, pois o valor repassado pelo governo passou a ser insuficiente para manter o serviço. Silva declarou que, diante do aumento, o consumidor terá que assumir a diferença ou o revendedor não poderá continuar no programa.

O aumento do gás de cozinha pressiona ainda mais o orçamento das famílias, como revela a dona de casa Francisca Auzenira, que precisa comprar um botijão mensalmente, sentindo o impacto no orçamento. A auxiliar de serviços gerais Araceli dos Anjos e a professora Maria de Fátima Souza também destacaram as dificuldades que o reajuste traz para o cotidiano, principalmente para os mais vulneráveis.

O economista Helder Cavalcanti explicou que o preço do gás integra o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de modo que qualquer aumento reflete diretamente na inflação oficial. Além disso, o impacto se propaga a diversos setores, como alimentação, onde restaurantes e pequenos produtores repassam os custos.

Ele enfatizou que o gás é um item essencial com baixa elasticidade, o que significa que as famílias não podem reduzir muito seu consumo, mesmo com o aumento. Isso gera forte pressão no orçamento, principalmente para famílias de baixa renda, que precisam cortar outros gastos para conseguir manter o consumo do gás.

Cavalcanti ainda alertou para o risco social decorrente do aumento, como o crescimento do uso de alternativas perigosas como lenha e carvão, o que é intensificado no Rio Grande do Norte devido à menor renda média e maior informalidade, reduzindo a capacidade das famílias de absorver o choque dos preços.

Créditos: Tribuna do Norte

QFome App

FGC inicia pagamento a clientes do Will Bank com até R$ 250 mil a receber

7 de abril de 2026

FGC inicia pagamento a clientes do Will Bank com até R$ 250 mil a receber

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou hoje o pagamento para clientes do Will Bank, que foi liquidado pelo Banco Central em janeiro, com valores a receber entre R$ 1.000 e R$ 250 mil.

Esta é a segunda fase dos pagamentos, que contempla os clientes com valores maiores retidos na instituição. O FGC estima desembolsar R$ 6,06 bilhões para cerca de 312 mil pessoas, respeitando o limite máximo de garantia de até R$ 250 mil por cliente.

Para receber, os clientes devem solicitar o resgate pelo aplicativo oficial do FGC, criando um cadastro, preenchendo os dados necessários e enviando os documentos pela plataforma.

A primeira fase dos pagamentos ocorreu em fevereiro, atendendo clientes com até R$ 1.000 a receber. Nessas condições, mais de um milhão de pessoas já receberam o valor devido, totalizando R$ 126 milhões pagos nessa etapa, o que representa aproximadamente 70,84% do total previsto para os pequenos credores, que são mais de 6 milhões.

O Will Bank integra o conglomerado Master, o que afeta a aplicação do limite máximo do teto da garantia. Clientes que já receberam até R$ 250 mil por meio do Banco Master, Master de Investimento ou Letsbank não terão valores adicionais a receber referentes ao Will Bank.

A data do investimento é determinante para a garantia. Investimentos feitos até 31 de agosto de 2024 mantêm o limite de R$ 250 mil por banco, enquanto os realizados a partir de setembro de 2024 passam a dividir esse teto entre todas as instituições do conglomerado.

Até o momento, o FGC já pagou quase R$ 39,3 bilhões a clientes do grupo Master, atingindo 96,9% do total previsto e beneficiando cerca de 669 mil credores desde o começo da liquidação.

Além disso, o FGC atualizou o balanço de pagamentos do Banco Pleno. As liberações começaram em 23 de março e somam R$ 3,61 bilhões, atendendo mais de 107 mil pessoas afetadas.

O FGC alertou que tem ocorrido tentativas de fraude durante os processos de pagamento. Destacou que não realiza contato por telefone ou redes sociais para pedir senhas, dados pessoais ou códigos de verificação, e que não há intermediários autorizados para agilizar o pagamento.

O fundo reforça que não cobra qualquer taxa para liberar os valores e recomenda que as informações sejam buscadas apenas nos canais oficiais.

Créditos: UOL Economia

Sidy's Tv e Internet

Reajuste anual eleva preço do Mounjaro; Ozempic e Wegovy mantêm valores

5 de abril de 2026

Reajuste anual eleva preço do Mounjaro; Ozempic e Wegovy mantêm valores

Com o reajuste anual dos medicamentos definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), o Mounjaro (tirzepatida) terá aumento no preço. Em contrapartida, os remédios à base de semaglutida – Ozempic, Wegovy e Rybelsus – devem manter seus valores enquanto a farmacêutica Novo Nordisk avalia o mercado.

Esses medicamentos fazem parte do grupo 3 do reajuste, que abrange fármacos com pouca ou nenhuma concorrência, podendo ter seus preços aumentados em até 1,13%. Medicamentos com concorrência média podem ter até 2,47% de aumento e os com elevada concorrência, até 3,81%.

Segundo a Cmed, as empresas devem divulgar amplamente os novos preços para que eles entrem em vigor. Além disso, o varejo precisa disponibilizar listas atualizadas de preços aos consumidores.

Após o reajuste, o Preço Máximo ao Consumidor (PMC) do Mounjaro será de R$ 3.854,43, independente da dose.

O Ozempic continuará custando R$ 1.314,38 para todas as doses disponíveis (0,25 mg, 0,5 mg e 1,0 mg), durante o período em que a Novo Nordisk analisa o mercado. A empresa perdeu recentemente a exclusividade da semaglutida no Brasil, e outras farmacêuticas aguardam aprovação da Anvisa para lançar concorrentes.

O Wegovy manterá preços diferentes conforme a dose, e o Rybelsus terá PMC de R$ 1.314,38 para as versões de 3 mg, 7 mg e 14 mg, além de R$ 2.628,76 para combos que combinam quaisquer doses.

Esses preços podem variar entre estados devido às diferenças nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Anualmente, o reajuste dos preços dos medicamentos é calculado com base na inflação registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), descontando-se ganhos proporcionais de produtividade do setor farmacêutico.

Esse processo é coordenado pela Cmed, órgão federal responsável por estabelecer critérios para fixação e atualização dos preços dos medicamentos. A atuação visa aumentar a competitividade entre fabricantes e ampliar o acesso da população a esses produtos.

Créditos: Tribuna do Norte

Academia Noova

Stanley lança potes térmicos para dar água e comida a cães e gatos; veja preço

2 de abril de 2026

Em um país onde mais da metade dos lares conta com um animal de estimação e as pessoas investem no bem-estar deles, é natural que marcas tradicionalmente voltadas a produtos para usufruto humano pensem em versões adaptadas para os bichos. Agora é a vez da Stanley 1913, famosa pelos copos e recipientes térmicos, apostar em opções para pets.

A empresa americana atendeu a um pedido dos seus consumidores mais exigentes e está lançando a linha Pet Bowl, que engloba bebedouros e comedouros térmicos para cães e gatos. A pré-venda foi um sucesso: realizada no site de relacionamento da marca, alcançou, em três dias, os maiores números da Stanley Brasil nesse tipo de ação nos últimos três anos.

A linha Pet Bowl chega ao mercado nacional com dois tamanhos de pote de olho em animais de pequeno e grande porte: um de 710 ml, com o preço de 319 reais, e outro com 1,4 litro, que custa 359 reais. Estão disponíveis em quatro cores – preto, creme, rosado e azul.

Os produtos são vendidos, a princípio, exclusivamente no e-commerce e nas lojas físicas da Stanley, bem como na rede Petlove.

VEJA

Wheyz

Governo Trump aponta PIX como desvantagem para gigantes de cartão nos EUA

2 de abril de 2026

Governo Trump aponta PIX como desvantagem para gigantes de cartão nos EUA

Um relatório publicado pela Casa Branca nesta quarta-feira (1º) destacou novamente o PIX, sistema brasileiro de pagamento instantâneo, como uma ameaça às grandes empresas de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.

Esta não é a primeira vez que o governo Trump menciona o PIX como um risco para empresas americanas. Em julho de 2025, o sistema brasileiro entrou no foco dos Estados Unidos.

No documento que formalizou o processo, a gestão Trump não citou o PIX diretamente, mas fez menção a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, incluindo os oferecidos pelo governo brasileiro.

“O Brasil parece adotar práticas desleais relacionadas a serviços de pagamento eletrônico, como favorecer seus próprios serviços governamentais”, afirmou o Escritório do Representante de Comércio dos EUA.

O Relatório de Estimativa do Comércio Nacional de 2026, do mesmo escritório, também aborda outras questões. Sobre a mineração ilegal de ouro no Brasil, o documento manifesta preocupação com a competição desleal sofrida por empresas americanas que seguem padrões ambientais e trabalhistas. Segundo o relatório, o ouro ilícito representa 28% da mineração total do país.

Quanto à extração ilegal de madeira, estima-se que quase 50% da madeira colhida no Brasil — e 90% da madeira da Amazônia — seja ilegal. O relatório aponta que a fiscalização enfraquecida, a produção agrícola e a corrupção são fatores que favorecem essas práticas. Espécies valorizadas como ipê e mogno são as mais afetadas.

A ausência de uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado também reduz a competitividade das empresas dos EUA, segundo o relatório.

O projeto conhecido como ‘PL dos Mercados Digitais’, que trata da regulação econômica dos mercados digitais, é visto como um risco à concorrência. Embora ainda não tenha avançado no Congresso, o relatório destaca que seus critérios afetariam desproporcionalmente empresas americanas e poderiam resultar em multas de até 20% do faturamento global.

Há também preocupação com o atraso na implementação da regulação da LGPD. Desde agosto de 2025, empresas dos EUA que lidam com dados brasileiros precisam ter contratos atualizados e um Encarregado de Dados nomeado.

Na parte sobre o Brasil, o documento menciona consultas da Anatel sobre a regulação de serviços de valor adicionado e plataformas digitais, incluindo obrigações de remuneração. Em novembro de 2024, o Ministério das Comunicações anunciou que o governo desistiria da abordagem de taxas de rede.

Sobre os satélites, o relatório expõe que operadores estrangeiros precisam pagar taxas anuais mais elevadas que as empresas brasileiras. No Brasil, entidades nacionais obtêm direito exclusivo para operar satélites e frequências, enquanto operadores estrangeiros recebem apenas direitos não exclusivos por no máximo 15 anos, tendo de renová-los posteriormente.

Créditos: g1

Well Lab Isaac Nutri

Preços de medicamentos podem subir até 3,81% a partir de terça-feira

31 de março de 2026

Preços de medicamentos podem subir até 3,81% a partir de terça-feira

Medicamentos comercializados no Brasil poderão ter seus preços reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31), conforme resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).

A resolução define três níveis máximos de reajuste para diferentes grupos de medicamentos, de acordo com a competitividade de cada categoria.

Certas categorias, como fitoterápicos, homeopáticos e alguns medicamentos isentos de prescrição com alta concorrência, possuem regras específicas e não estão incluídas nesses níveis.

Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ressaltou que o reajuste médio autorizado por lei será de até 2,47%, o menor em 20 anos, e inferior à inflação acumulada dos últimos 12 meses, de 3,81%.

Segundo a Anvisa, a redução consecutiva do índice desde 2023 resulta da política de combate à inflação e reforça a relevância da regulação para proteger o consumidor contra preços abusivos. Nos anos anteriores, os reajustes ultrapassaram 10%.

A agência reforça que os aumentos não são automáticos, e fabricantes e farmácias podem aplicar reajustes menores ou manter os preços atuais, dependendo das condições do mercado e da concorrência.

A regulação econômica dos medicamentos no país visa proteger os consumidores e garantir a sustentabilidade do setor para a continuidade do fornecimento.

Os reajustes ocorrem anualmente, seguindo uma fórmula que considera a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) descontando a produtividade da indústria.

A Cmed é o órgão federal responsável pela regulação da economia farmacêutica e estabelece os critérios para fixar e reajustar preços, estimulando a concorrência e garantindo o acesso da população aos medicamentos.

A câmara é composta pelos Ministérios da Saúde, Casa Civil, Justiça e Segurança Pública, Fazenda e Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico nas decisões.

Créditos: Agência Brasil

Restaurante Sertanejo

Americanas solicita encerramento de recuperação judicial após cumprir plano

26 de março de 2026

Americanas solicita encerramento de recuperação judicial após cumprir plano

A Americanas informou nesta quarta-feira (25) que entrou com um pedido judicial para encerrar seu processo de recuperação judicial. Segundo a empresa, a solicitação foi feita após cumprir as obrigações previstas no plano aprovado pelos credores, dentro do prazo legal de até dois anos após a homologação.

O pedido abrange todas as empresas do grupo que também estão em recuperação judicial e foi protocolado na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Caso aprovado, marcará o fim de uma fase da maior crise da história da companhia.

O processo teve início após a descoberta de um esquema de fraude que revelou um rombo bilionário e levou a um endividamento superior a R$ 50 bilhões, com cerca de R$ 42 bilhões incluídos na recuperação judicial.

O movimento segue após a fase mais crítica da crise financeira iniciada em 2023, agora dependendo da decisão judicial para o encerramento formal do processo.

Além disso, a Americanas informou a venda da Uni.Co, empresa que detém as marcas Imaginarium e Puket, para a BandUP!, vencedora do processo competitivo judicial, por R$ 152,9 milhões.

A crise financeira da Americanas começou em janeiro de 2023, quando a empresa revelou inconsistências em lançamentos contábeis estimadas inicialmente em cerca de R$ 20 bilhões. Após o anúncio, o então presidente Sergio Rial, que estava há nove dias no cargo, deixou a presidência da companhia.

Os investidores iniciaram uma venda massiva de ações, que caíram quase 80% em um único dia, continuando em dias subsequentes. Na ocasião, Rial afirmou que “a primeira grande conclusão é que não estamos falando de um número que está fora do balanço”.

Em 19 de janeiro, a Americanas pediu a recuperação judicial na Justiça do Rio de Janeiro e teve suas ações retiradas da B3. O plano de recuperação, inicialmente apresentado em março, foi aprovado em 19 de dezembro.

O montante da dívida abrangida pelo plano ultrapassa R$ 50 bilhões, dos quais cerca de R$ 42 bilhões são débitos concursais renegociados com credores. O plano também previu um aporte de R$ 12 bilhões dos acionistas de referência — os bilionários Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Herrmann Telles.

Créditos: g1

Sidy's Tv e Internet
RN Prefeitura