Fecomércio-RN pede adiamento da votação da PEC sobre jornada 6×1 no Senado

31 de agosto de 2026

Fecomércio-RN pede adiamento da votação da PEC sobre jornada 6x1 no Senado

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio-RN) aderiu ao movimento nacional que solicita ao Senado Federal o adiamento da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da jornada de trabalho e prevê mudanças na escala 6×1.

A mobilização, conduzida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), reuniu manifestações de entidades representativas nos dias 29 e 30 de agosto. O pleito é que a matéria seja analisada somente após as eleições, com estudos sobre os impactos econômicos da alteração.

As entidades defendem que uma mudança estrutural na jornada de trabalho precisa considerar as distintas realidades dos setores produtivos. Conforme o posicionamento da CNC, os efeitos podem variar conforme a atividade econômica, especialmente em empresas com operações contínuas durante a semana.

Uma das principais preocupações é com as micro e pequenas empresas, que podem enfrentar aumento nos custos operacionais caso a reestruturação das jornadas seja aprovada.

A CNC destaca ainda que a alteração pode impactar o número de contratações, pressionar preços ao consumidor e contribuir para o crescimento da informalidade.

Marcelo Queiroz, presidente da Fecomércio-RN, ressaltou que as características do setor de serviços demandam cautela na discussão sobre a jornada de trabalho.

“Defendemos diálogo, negociação coletiva e uma transição responsável. É essencial encontrar um equilíbrio que proteja o trabalhador, preserve as empresas e garanta empregos”, afirmou.

As entidades consideram a negociação coletiva um meio adequado para definir condições de trabalho conforme as especificidades de cada setor e região.

O movimento também leva em conta o atual cenário econômico, marcado por juros elevados e restrições ao crédito, que já impõem desafios para as empresas.

Assim, o pedido ao Senado visa ampliar o tempo para discussão e permitir uma avaliação técnica dos possíveis efeitos da proposta antes da decisão do Congresso Nacional.

Créditos: Opoti

Well Lab

Bancários do RN aprovam greve a partir de 2 de setembro por reajustes

30 de agosto de 2026

Bancários do RN aprovam greve a partir de 2 de setembro por reajustes

O Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Norte decidiu, na quinta-feira (27), iniciar uma greve por tempo indeterminado a partir de quarta-feira, 2 de setembro. A decisão foi comunicada pelos diretores Marcos Tinôco e Alexandre Candido em redes sociais.

As reivindicações principais envolvem reajuste salarial, aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e valorização de benefícios como o vale-alimentação. A paralisação visa pressionar a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Segundo os diretores, a decisão do Rio Grande do Norte é significativa e poderá servir de referência para outras bases e movimentos de luta em todo o Brasil. Eles destacaram que resultados similares no Maranhão e em Bauru (interior de São Paulo) reforçam a necessidade de uma resposta concreta à Fenaban e à Contraf-CUT a nível nacional.

Os representantes ainda ressaltam que há possibilidade de melhorar a proposta atual das negociações, citando o acordo feito no Banco do Estado do Pará (Banpará) que garantiu condições diferenciadas aos trabalhadores, com reajustes e benefícios superiores.

Créditos: Tribuna do Norte

Restaurante Sertanejo

Amelie Voigt Trejes, brasileira de 21 anos, é a bilionária mais jovem do mundo

29 de agosto de 2026

Amelie Voigt Trejes, brasileira de 21 anos, é a bilionária mais jovem do mundo

A Forbes Brasil divulgou recentemente a lista dos 255 bilionários brasileiros, destacando Amelie Voigt Trejes.

Com 21 anos e residente em Florianópolis, Santa Catarina, Amelie é a bilionária mais jovem do mundo. Ela alcançou essa posição por ser uma das maiores acionistas individuais da WEG, a maior fabricante de motores elétricos da América Latina.

Sua fortuna, avaliada em R$ 5,70 bilhões, a coloca entre os 4 mil maiores bilionários globais.

A WEG foi cofundada pelo avô de Amelie, Werner Ricardo Voigt, junto com os falecidos bilionários Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus. Atualmente, é uma das empresas mais valiosas da bolsa brasileira, a B3.

A companhia tem valor de mercado de R$ 210,9 bilhões e receita anual aproximada de US$ 7 bilhões (R$ 36 bilhões).

Fundada em 1961 com o objetivo de fabricar motores elétricos, a WEG iniciou com um capital de 3.600 cruzeiros, segundo a empresa.

As exportações começaram em 1970 para países como Guatemala, Uruguai, Paraguai, Equador e Bolívia. Em 1971, as ações da WEG foram lançadas na bolsa brasileira.

Hoje, a WEG possui filiais em 44 países, incluindo Estados Unidos, Argentina e México, entre outros 16 países. No ano anterior, o faturamento da empresa foi cerca de R$ 40,8 bilhões.

No segundo semestre do ano passado, a empresa registrou lucro líquido de R$ 1,56 bilhão, uma queda de quase 2% em relação ao período anterior, mas um aumento de 7% em comparação com o primeiro trimestre deste ano.

Amelie, embora seja acionista individual, não ocupa cargos executivos ou no conselho administrativo da WEG.

Por sua idade, ela superou o herdeiro da indústria farmacêutica alemã, Johannes Von Baumbach.

Além de Amelie, seus irmãos gêmeos e boa parte da família são acionistas majoritários. A WEG é popularmente chamada de “fábrica de bilionários” e conta com outros 28 herdeiros bilionários, incluindo Eduardo Voigt Schwartz, primo de Amelie, Lívia e Dora Voigt de Assis.

Mariana Voigt Schwartz Gomes, irmã de Eduardo, também está na lista, assim como Anne Werninghaus, neta de Geraldo Werninghaus.

Créditos: CNN Brasil

Well Farma

Grupo Gennius, dono do Habib’s e Ragazzo, entra em recuperação judicial

28 de agosto de 2026

Grupo Gennius, dono do Habib's e Ragazzo, entra em recuperação judicial

O Grupo Gennius, controlador das marcas Habib’s, Ragazzo e Tendall Grill, entrou com pedido de recuperação judicial, declarando uma dívida de R$ 265,2 milhões. O pedido foi realizado em 24 de agosto de 2026 e aceito pela Justiça de São Paulo no dia 25.

O juiz Jomar Juarez Amorim, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, nomeou a consultoria KPMG como administradora judicial do processo.

Em nota, o grupo afirmou que essa medida tem como objetivo preservar a sustentabilidade dos negócios, e ressaltou que as lojas continuam funcionando normalmente.

O grupo atribui suas dificuldades financeiras aos impactos da pandemia de covid-19, à expansão do delivery e à elevação dos juros.

Segundo a empresa, a redução do fluxo de consumidores em shoppings e centros urbanos afetou as lojas físicas. Ao mesmo tempo, o crescimento das plataformas de entrega mudou os hábitos de consumo.

Além disso, a alta da taxa Selic aumentou o custo das dívidas, pressionando o capital de giro da companhia.

O Grupo Gennius informou que suas operações permanecem ativas, mantendo o atendimento, a rotina e a qualidade de suas unidades.

A recuperação judicial envolve 178 pessoas jurídicas associadas ao grupo, incluindo as marcas mencionadas.

A consultoria KPMG terá um prazo de 15 dias para apresentar um relatório detalhando a situação das empresas. Os credores poderão contestar os valores ou solicitar a inclusão de dívidas relacionadas.

O Grupo Gennius terá 60 dias para apresentar um plano de recuperação judicial; caso este prazo não seja cumprido, o processo pode evoluir para falência.

A Justiça suspendeu ações e execuções contra as empresas, porém negou o pedido para liberação de recebíveis bancários utilizados como garantia.

No plano de recuperação, o grupo pretende realizar uma reorganização societária, além de abrir novas unidades em mercados considerados promissores e ampliar o foco nas operações por delivery.

Fundado em 1987, o Habib’s cresceu com uma estratégia baseada em preços acessíveis e alto volume de vendas. Posteriormente, o grupo ampliou seu portfólio com as marcas Ragazzo e Tendall Grill.

Créditos: Novo Notícias

QFome App

Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027, prevê governo

25 de agosto de 2026

Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027, prevê governo

O salário mínimo está previsto para aumentar para R$ 1.741 em 2027, conforme anunciou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta segunda-feira (24). Essa estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto.

O valor proposto representa um incremento de R$ 120, ou 7,4%, em relação aos atuais R$ 1.621. Além disso, essa nova projeção é R$ 24 superior à estimativa de R$ 1.717 apresentada no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em abril.

Este reajuste impacta diretamente as contas públicas, já que o salário mínimo serve como referência para benefícios previdenciários e assistenciais. Um aumento acima da inflação amplia o poder de compra dos trabalhadores e beneficiários que dependem desse piso.

Durigan ressaltou que, cumprindo a legislação brasileira e com foco em beneficiar a população mais carente, o reajuste também será aplicado na Previdência e nos benefícios sociais atrelados ao salário mínimo.

O valor de R$ 1.741 ainda é uma projeção, e o valor definitivo será conhecido no final de 2026, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro, que mede a inflação para famílias com renda de até oito salários mínimos.

Atualmente, a regra para o reajuste combina o INPC com um ganho real de 2,5%, conforme definido pela legislação, o que significa que uma inflação diferente da estimada pode modificar o valor final.

A previsão inclui esse ganho real acima da inflação, garantindo aumento real da renda para quem recebe o piso, desde que haja concordância entre a inflação efetiva e as estimativas adotadas no cálculo.

O reajuste ocasiona aumento nas despesas do governo, visto que aproximadamente 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) têm valor vinculado ao salário mínimo.

Esse reajuste afeta pagamentos como aposentadorias e pensões do INSS, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial, além da contribuição previdenciária dos Microempreendedores Individuais (MEIs).

Tal impacto torna o salário mínimo um fator central no planejamento das contas públicas. Quanto maior o aumento, maior tende a ser a despesa do governo com os benefícios relacionados ao piso.

O reajuste também pode estimular o consumo, especialmente entre famílias de baixa renda, que costumam destinar maior parte dos recursos a despesas básicas.

No entanto, o impacto fiscal restringe a capacidade do governo de expandir outras despesas, exigindo equilíbrio entre aumento da renda, manutenção do poder de compra e controle das contas públicas.

Durigan afirmou que o orçamento de 2027 será elaborado considerando esse cenário, com a intenção de manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento das demais despesas obrigatórias.

Ele esclareceu que a projeção para as despesas obrigatórias será inferior ao aumento geral do orçamento, adotando medidas para assegurar que o arcabouço fiscal permita crescimento real maior no salário mínimo do que nas outras despesas obrigatórias.

O PLOA para 2027 seguirá para análise do Congresso Nacional até 31 de agosto.

O valor final do salário mínimo será conhecido em dezembro de 2026, após a divulgação do INPC de novembro. Caso a projeção seja confirmada, o novo piso entrará em vigor em janeiro de 2027.

Para o governo, essa alteração afetará simultaneamente a renda de milhões de brasileiros e as despesas públicas, posicionando o salário mínimo como uma das principais variáveis do orçamento do próximo ano.

Créditos: Tribuna do Norte

Sidy's Tv e Internet

Pix enfrenta instabilidade e falhas em pagamentos neste domingo

23 de agosto de 2026

Pix enfrenta instabilidade e falhas em pagamentos neste domingo

Usuários do Pix, sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, enfrentam interrupções e problemas nas transações na manhã deste domingo (23).

A falha ocorre principalmente no processamento das chaves-pix, dificultando que os usuários completem transferências.

Segundo o Downdetector, plataforma que acompanha o status de serviços online, houve um aumento significativo nas notificações de erro desde as primeiras horas do dia.

Às 7h08, foram registrados 2.497 relatos de falhas com o Pix nas últimas 24 horas.

Essa indisponibilidade impede a finalização de pagamentos em tempo real, bloqueando compras e transferências pessoais.

Os relatos indicam que a instabilidade atinge clientes de diversos bancos, como Itaú, Inter, Caixa, Banco do Brasil e C6 Bank.

Usuários afirmam que os problemas começaram por volta das 20h de sábado (22).

Até o momento, o Banco Central não se manifestou sobre a situação. A equipe de reportagem do ND Mais entrou em contato e aguarda uma resposta.

Créditos: ND Mais

Academia Noova

Governo aumenta preço mínimo do cigarro para R$ 7,50 em 2026

17 de agosto de 2026

Governo aumenta preço mínimo do cigarro para R$ 7,50 em 2026

O governo federal confirmou o aumento do preço mínimo do cigarro em todo o Brasil para 2026, elevando o valor de R$ 6,50 para R$ 7,50. Essa medida faz parte de uma estratégia nacional de saúde pública com o objetivo de desestimular o consumo do tabaco e reduzir seus malefícios.

A alteração de preço afeta consumidores e o mercado em geral, impactando também a cadeia produtiva do tabaco, especialmente na região Sul do país, onde o cultivo do fumo é uma importante atividade econômica. Cerca de 138 mil famílias nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná dependem dessa produção.

Com o reajuste, os consumidores podem reconsiderar seus hábitos e buscar auxílio em programas de cessação tabágica disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Espera-se que essa iniciativa contribua para a redução do número de fumantes e traga benefícios à saúde pública.

O setor do tabaco enfrenta novos desafios para se adaptar à realidade dos preços elevados, tentando manter sua viabilidade econômica. O impacto financeiro será acompanhado, tanto nos estados produtores quanto nas condições das famílias envolvidas na produção.

Créditos: Diário do Comércio

Wheyz

Grupo controlador da Lojas Marabraz pede recuperação judicial com R$ 140 mi em dívidas

17 de agosto de 2026

Grupo controlador da Lojas Marabraz pede recuperação judicial com R$ 140 mi em dívidas

A Comercial de Móveis Jordanésia, juntamente com outras quatro empresas do grupo controlador da Lojas Marabraz — S.V.C. Jaraguá, Comercial Móveis das Nações, Comercial Zena Móveis e Monta Móveis — entrou com pedido de recuperação judicial na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A petição inicial, datada de 15 de agosto e obtida pelo Valor, aponta um valor de R$ 140,19 milhões referente aos créditos envolvidos no processo.

O pedido ocorre após a Justiça ter decretado falência da Jordanésia em outro processo, cuja decisão está suspensa devido a efeito suspensivo concedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. O mesmo juízo está designado para julgar o pedido de recuperação em razão do pedido falimentar anterior.

A petição atribui a crise financeira não às operações, mas ao financiamento. Segundo o documento, os imóveis comerciais e centros de distribuição que sustentavam as garantias do grupo estavam vinculados a uma sociedade patrimonial da família controladora. A ruptura societária e familiar retirou dos administradores o controle desses ativos. Sem essas garantias, os bancos passaram a exigir novas garantias, reduziram limites, aumentaram custos e deixaram de renovar linhas essenciais para o capital de giro, fundamental em um segmento que depende constantemente de crédito para formar estoques.

O grupo solicitou a recuperação judicial sem as demonstrações contábeis oficiais previstas na Lei de Recuperação e Falências, alegando impossibilidade de acesso ao sistema que registra seus dados financeiros devido à interrupção dos serviços da Oracle do Brasil Sistemas. Pede, assim, a restauração do acesso, comprometendo-se a apresentar a documentação em até 30 dias após o restabelecimento.

A petição também menciona mais de mil reclamações trabalhistas contra várias empresas do grupo e solicita que locadores que já obtiveram medidas de despejo possibilitem a retirada de mercadorias e equipamentos das unidades. No passado, a rede operou 135 lojas em São Paulo, embora o documento não informe quantas delas permanecem abertas.

Fontes próximas afirmam que a marca mantém forte reconhecimento entre os consumidores e que a recuperação depende da recomposição do capital de giro para reabastecer as lojas, medida que está sendo estudada. Essas mesmas fontes garantem que a disputa familiar não envolve as empresas que apresentam a recuperação judicial.

O grupo também pede a nomeação de um administrador judicial, o prazo de 60 dias para apresentar o plano de recuperação e a suspensão das execuções por 180 dias.

Até o fechamento desta matéria, a assessoria da Marabraz não respondeu ao contato para manifestação.

Créditos: Valor Globo

Well Lab Isaac Nutri

Brasileiro Eduardo Saverin entra para grupo de investidores do Liverpool

16 de agosto de 2026

Brasileiro Eduardo Saverin entra para grupo de investidores do Liverpool

Eduardo Saverin, empresário brasileiro e cofundador do Facebook, passou a integrar o consórcio 1892 Holdings, que adquiriu uma participação minoritária no clube inglês Liverpool. O grupo inclui investidores como Jeff Bezos, fundador da Amazon.

Saverin, atualmente o brasileiro mais rico do mundo, possui uma fortuna estimada em US$ 36,7 bilhões, ocupando a 59ª posição no ranking mundial de bilionários em 2026.

Nascido em São Paulo, em 1982, mudou-se ainda criança para os Estados Unidos, onde se formou em economia na Universidade Harvard. Foi nesse período que conheceu Mark Zuckerberg e cofundou o Facebook, em 2004. Hoje, aos 44 anos, reside com a esposa e o filho em Singapura.

Fluente em inglês e português, e com nível intermediário em espanhol, Saverin inicialmente ficou responsável pela área de negócios do Facebook e foi o investidor inicial que viabilizou a empresa, conforme o livro Milionários Acidentais, de Ben Mezrich.

A participação no Facebook foi a base de sua fortuna, e ele entrou na lista de bilionários da Forbes em 2011 após a abertura de capital da empresa. Contudo, sua participação foi diluída devido a desentendimentos com Zuckerberg nos primeiros anos da rede social, levando a uma disputa judicial.

Esse conflito inspirou parte do filme A Rede Social (2010), no qual Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield. Em 2024, Saverin foi considerado o brasileiro mais rico da história, com uma fortuna avaliada em US$ 155,9 bilhões após valorização das ações da Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Zuckerberg e Saverin divergiam sobre a condução do Facebook, com Zuckerberg criando uma nova empresa para assumir o controle e diluindo a participação de Saverin de 65% para menos de 10%. Depois de disputas judiciais, eles firmaram um acordo e Saverin ficou com cerca de 5% da companhia.

Em 2012, pouco antes da abertura de capital do Facebook, Saverin renunciou à cidadania americana e passou a residir oficialmente em Singapura.

Após deixar a gestão direta do Facebook, Saverin passou a investir em startups tecnológicas. Em 2015, fundou a gestora B Capital ao lado de Raj Ganguly, que atua em tecnologia, saúde e clima em vários países.

A B Capital administra mais de US$ 7 bilhões e possui escritórios em cidades como São Francisco, Nova York, Los Angeles, Austin, Singapura, Hong Kong e Doha.

Sob sua liderança, a gestora ampliou operações, captando US$ 250 milhões em 2022 para startups em estágio inicial, US$ 750 milhões em 2024 para empresas consolidadas e, em 2026, anunciou um fundo de US$ 500 milhões focado em novos negócios tecnológicos, reforçando sua presença no mercado de inovação.

Créditos: g1

Restaurante Sertanejo

Governo inclui gestação de alto risco na lista de auxílio-doença sem carência

12 de agosto de 2026

Governo inclui gestação de alto risco na lista de auxílio-doença sem carência

O Ministério da Previdência Social atualizou a lista de condições que isentam o segurado do cumprimento da carência para receber o auxílio por incapacidade temporária, incluindo a gestação de alto risco.

Com essa atualização, a lista soma agora 18 doenças e condições que permitem a obtenção do benefício sem a exigência da carência mínima de 12 contribuições, desde que o trabalhador mantenha a qualidade de segurado e comprove a incapacidade temporária.

O benefício pode ser solicitado pelo site ou aplicativo Meu INSS, e a avaliação da incapacidade é feita pela perícia médica federal, que pode ocorrer presencialmente ou por análise documental.

Essa ampliação foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União e assinada pelos ministros Wolney Queiroz, da Previdência Social, e Alexandre Padilha, da Saúde. A gestação de alto risco integra o rol desde 24 de julho de 2026.

Em 2022, a lista já havia sido ampliada para incluir o acidente vascular encefálico agudo e o abdome agudo cirúrgico, quando esses quadros são graves.

A dispensa da carência ocorre nestas situações específicas, e a perícia médica federal avalia se o segurado se enquadra nos critérios para a concessão do benefício sem a carência.

Embora a carência seja dispensada para as condições listadas, é imprescindível que o segurado mantenha a qualidade de segurado, isto é, esteja coberto pela Previdência Social, e comprove a incapacidade para o trabalho.

Além disso, a carência também é dispensada em casos de acidentes de toda natureza, bem como em doenças profissionais ou do trabalho.

Para as demais situações, a regra geral exige que o trabalhador tenha realizado pelo menos 12 contribuições mensais ao INSS para ter direito ao auxílio por incapacidade temporária.

O afastamento ocorre quando uma condição de saúde deixa o trabalhador temporariamente incapaz de realizar suas atividades profissionais habituais.

Empregados com carteira assinada recebem salário da empresa nos primeiros 15 dias consecutivos de afastamento. A partir do 16º dia, esses trabalhadores podem solicitar o auxílio por incapacidade temporária ao INSS, desde que cumpram os critérios para a concessão.

O benefício é pago enquanto durar a incapacidade temporária, podendo ser prorrogado ou encerrado conforme a avaliação da perícia médica.

Para comprovar a incapacidade, é necessário apresentar atestados, laudos e exames médicos que comprovem a situação de saúde do requerente.

No pedido, o segurado deve enviar documentos legíveis contendo o período de afastamento recomendado, o código da doença e a assinatura do profissional responsável.

Se a perícia constatar incapacidade permanente, o trabalhador pode ter direito à aposentadoria por incapacidade permanente, anteriormente chamada aposentadoria por invalidez.

O auxílio por incapacidade temporária é destinado a segurados do INSS temporariamente incapazes de trabalhar e que atendam aos requisitos previdenciários, principalmente a qualidade de segurado e o cumprimento da carência mínima, exceto nas situações previstas em lei para dispensa.

Podem solicitar o benefício empregados com carteira assinada, autônomos, contribuintes individuais e segurados facultativos, de acordo com os critérios de cada caso.

Quem deixou de contribuir pode estar protegido pelo chamado “período de graça”, que mantém a qualidade de segurado por determinado tempo após a última contribuição, com duração variável conforme o caso.

O pedido do benefício é realizado pelo Meu INSS, na opção “Pedir Benefício por Incapacidade”, onde também é possível acompanhar o andamento da solicitação.

É recomendável manter os dados de contato atualizados para receber notificações sobre o processo.

Créditos: g1

Sidy's Tv e Internet
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