Líderes de 190 países se reúnem em Belém na Cúpula da COP30

6 de novembro de 2025

Líderes de 190 países se reúnem em Belém na Cúpula da COP30

A Cúpula dos Líderes da COP30 teve início em 6 de julho, em Belém, reunindo presidentes, primeiros-ministros e representantes de mais de 190 países. Esse evento é o ponto alto da conferência do clima da ONU, com discursos e negociações destinadas a acelerar as metas do Acordo de Paris e a financiar a transição para uma economia verde.

Pela primeira vez realizada na região amazônica, a cúpula busca fortalecer o papel da Amazônia no debate global sobre o desmatamento e o desenvolvimento sustentável. Entre os europeus presentes estão o presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro-ministro alemão Friedrich Merz, o chefe de governo espanhol Pedro Sánchez, o líder do Reino Unido Keir Starmer, o principal de Portugal Luís Montenegro e o representante da Holanda Dick Schoof.

Da América Latina, participam Gustavo Petro, presidente da Colômbia, Gabriel Boric, do Chile, e Xiomara Castro, de Honduras.

A China, maior emissora de gases de efeito estufa, enviou seu vice-primeiro-ministro Ding Xuexiang. Os Estados Unidos, que são o segundo maior poluidor, optaram por se retirar das negociações.

Também estão em Belém a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, além do Secretário-Geral da ONU, António Guterres, do príncipe Albert II de Mônaco e do príncipe William do Reino Unido.

A relação inclui ainda líderes de países como Finlândia, Namíbia, Guiana, Comores, Palau, Suriname, Letônia, Síria, Suécia e Congo-Brazzaville, mostrando a diversidade global da cúpula.

O principal objetivo do Brasil na COP é assegurar recursos para um plano de 125 bilhões de dólares. Nesse plano, países ricos e investidores privados financiarão nações emergentes para preservar suas florestas tropicais.

Até o momento, poucas nações demonstraram disposição em contribuir com esses recursos. O presidente Lula também tem buscado estimular o desenvolvimento dos biocombustíveis, área em que o Brasil é o segundo maior produtor mundial.

Créditos: Veja Abril

Well Lab

Reforma do IR deve impulsionar PIB e apresenta riscos fiscais em 2026

6 de novembro de 2025

Reforma do IR deve impulsionar PIB e apresenta riscos fiscais em 2026

A reforma do Imposto de Renda aprovada pelo Congresso nesta quarta-feira (5) pode elevar o PIB (Produto Interno Bruto) entre 0,2 e 0,6 ponto percentual em 2026, conforme projeções da Folha. No entanto, a mudança traz riscos fiscais para o cenário econômico do próximo ano.

Economistas avaliam que a redução do imposto para pessoas de menor renda, entre os que declararam o IRPF em 2025, representa uma injeção superior a R$ 30 bilhões para o consumo e redução do endividamento. Cerca de 15 milhões de brasileiros serão beneficiados.

Em contrapartida, a taxação das pessoas de alta renda atingirá aproximadamente 150 mil contribuintes, que não devem reduzir significativamente seus gastos. A arrecadação dessa medida, porém, é incerta.

O governo federal afirma que o projeto não afetará as contas públicas. Técnicos do Senado sugerem um déficit entre R$ 1 bilhão e R$ 4,5 bilhões em 2026, depois que a Câmara dos Deputados diminuiu o alcance do imposto mínimo de até 10% sobre os mais ricos.

O Santander projeta impacto positivo de 0,25 ponto percentual no PIB, dentro da expectativa de crescimento de 1,5% para 2026, abaixo dos 2% previstos para 2025. Italo Franco, economista do Santander, explica que a reforma altera a composição do consumo, pois a população beneficiada tem maior propensão marginal a consumir do que os contribuintes que compensarão a arrecadação.

O governo deve abrir mão de cerca de R$ 35 bilhões com a nova tabela, o que representa algo entre R$ 250 e R$ 300 mensais para 15 milhões de pessoas. A arrecadação com o imposto mínimo está projetada em pelo menos R$ 25 bilhões.

Segundo Franco, essa diferença não afeta as expectativas para o desafio fiscal no próximo ano. O aumento do consumo ocasionaria um impacto próximo a 0,1 ponto percentual na inflação, sem alterar a previsão de queda do índice de preços.

Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do FGV Ibre, considera que a correção da tabela do IR integra sua projeção de crescimento do PIB de 1,9% para 2026, próximo ao valor estimado para 2025. Ela destaca que a medida, combinada com reajuste do salário mínimo e gastos eleitorais, deve impulsionar o crescimento no primeiro semestre.

Para Matos, o impacto no PIB seria maior se a receita obtida fosse aplicada para melhorar as finanças públicas. Ela afirma que o governo está certo em tributar os mais ricos, mas deveria usar os recursos para reduzir o déficit fiscal.

Sergio Vale, economista-chefe da consultoria MB Associados, estima que o PIB poderá crescer até 0,6 ponto percentual, considerando que 80% dos recursos irão para consumo e 20% para redução de dívidas. Caso haja maior alocação para o pagamento de débitos, o impacto deve ser menor.

A MB Associados projeta crescimento econômico de 1,6% para 2026, afirmando que sem esses estímulos o PIB poderia ficar abaixo de 1%.

O Banco ABC prevê que famílias de renda média, com maior propensão ao consumo, ganharão o equivalente a um 14º salário anual, podendo adicionar cerca de 0,2 ponto percentual ao PIB. Sua projeção é crescimento de 1,7% para o próximo ano, inferior aos 2,3% de 2025.

O banco também avalia que, com a desoneração, o Banco Central pode revisar para cima suas estimativas de PIB, especialmente no consumo das famílias, embora esse estímulo possa atrasar a queda da inflação, mantendo o Copom cauteloso na política de juros elevados.

Um estudo do Sindicato Nacional projeta um impulso de mínimo 0,3 ponto percentual no PIB com a reforma do IR. Para Marcelo Lettieri, diretor do Sindifisco Nacional, essa política pública apresenta impacto significativo ao reduzir tributos sobre a classe média, que consome quase toda sua renda.

A reforma ainda prevê desconto para quem recebe até R$ 7.350 mensais e cria imposto mínimo para alta renda.

Créditos: Folha de S.Paulo

Restaurante Sertanejo

Preço do café subiu quase 50% em um ano; veja motivos

10 de fevereiro de 2025

O preço do café subiu 46% em 2024 nas gôndolas do varejo e passou a pesar mais no bolso do consumidor brasileiro. A bebida mais consumida no país vem sendo considerada um dos vilões da inflação de alimentos. E, pelo menos por enquanto, a tendência é continuar subindo.

Por que o café está tão caro?

O estoque baixo de café é resultado da falta de chuvas durante o desenvolvimento das lavouras. Muitos produtores precisaram adotar técnicas para a manutenção nas lavouras, aumentando os gastos com a produção. O mesmo aconteceu no combate às pragas que aparecem junto com as temperaturas altas.

Outro fator de elevação do preço nas prateleiras são as exportações. Em dezembro de 2024, os embarques somaram 3,8 milhões de sacas de 60 quilos. No resultado anual, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) contabilizou um volume recorde de 50,44 milhões de sacas de 60 quilos.

Os números refletem quebras de produção em outros importantes fornecedores do mercado internacional, como Vietnã e Indonésia, que também tiveram problemas climáticos. Isso em um cenário de aumento no consumo da bebida, de acordo com especialistas e agentes do mercado.

A situação contribuiu com a alta dos preços da commodity nas bolsas internacionais, com impacto sobre as cotações internas, do produtor ao consumidor. Na bolsa de Nova York, os principais contratos de café arábica atingiram preços jamais vistos na história. Os lotes para março de 2025, os mais negociados neste momento, dobraram de preço em um ano. Nesta quarta-feira, a cotação voltou a subir e fechou a US$ 3,97 a libra-peso, renovando a máxima histórica.

No mercado interno, o indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para o café arábica, com base em São Paulo, acumulou alta de 12,54% em janeiro. Encerrou o mês passado a R$ 2.508,18 a saca de 60 quilos. Nos primeiros dias deste mês, a referência está em alta de 2,08% até a terça-feira (4/2), quando valia R$ 2.560,36 a saca.

Globo Rural

Well Farma

Banco Central aprova pagamento de boletos por Pix

13 de dezembro de 2024

Os boletos de pagamento poderão ser pagos não apenas por código de barra, mas por meio de outros instrumentos, como o Pix. O Banco Central (BC) aprovou nesta quinta-feira (12) resolução que moderniza o tradicional boleto.

Embora a resolução só entre em vigor em 3 de fevereiro, os boletos poderão conter, desde já, um código QR específico para o pagamento. O recurso, informou o BC, será oferecido de forma experimental até que a regulamentação sobre o assunto seja aprofundada em 2025.

Com o código QR, basta o usuário apontar o celular e concluir a transação. A grande vantagem de pagamento via Pix é que a operação é compensada instantaneamente, sem a necessidade de esperar vários dias, como ocorre com parte dos boletos bancários atuais.

O BC também criou a modalidade de boleto de cobrança dinâmico (ou boleto dinâmico). Segundo o órgão, a ferramenta trará mais segurança nos pagamentos de dívidas em cobrança representadas por certos tipos de títulos, como a duplicata escritural prevista na Lei 13.775, de 20 de dezembro de 2018.

Como esses títulos podem ser negociados, o BC considera fundamental garantir a segurança, tanto para o pagador quanto para o credor, de que os pagamentos serão destinados ao legitimo detentor de direitos. Para assegurar a destinação correta dos pagamentos automáticos, o boleto dinâmico será vinculado ao título, emitido digitalmente em sistemas autorizados pelo BC.

Segundo o BC, a criação do boleto dinâmico representa enorme avanço para modernizar o sistema financeiro e dar mais segurança na negociação de importantes tipos de títulos essenciais ao fomento de empresas, especialmente as de pequeno e médio porte.

“Em relação às duplicatas escriturais, a segurança se estende tanto ao sacado, devedor da dívida, que, se utilizando do mesmo boleto que lhe foi apresentado por meio físico ou eletrônico, conseguirá cumprir de forma automática a sua obrigação de realizar o pagamento ao legítimo credor da duplicata, quanto ao financiador que adquiriu o título, que não precisará realizar trocas de instrumentos de pagamento para garantir o recebimento dos recursos adquiridos”, explicou o órgão em nota.

Como os sistemas de escrituração ou de registro que darão suporte digital a esses títulos ou ativos ainda estão em implementação, o boleto dinâmico deverá ser adotado em até seis meses após a aprovação de ao menos um desses sistemas.

Agência Brasil

QFome App

Caged: Currais Novos é o segundo município com o maior número de criação de empregos por MPE em 2024

29 de novembro de 2024

Currais Novos foi o segundo município do Rio Grande do Norte com o maior número de criação de empregos por Micro e Pequenas Empresas (MPE). Em números absolutos, nossa cidade só perdeu para Natal, o que mostra o excelente saldo registrado em 2024 em relação a criação de novos postos de trabalho por empresas desse tipo.

Os dados fazem parte do Mapa do Emprego, relatório elaborado pelo Sebrae-RN com base na última edição do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), e são referentes ao período entre janeiro e outubro.

Em números absolutos, Natal liderou as admissões em outubro de 2024, com 1.292 novos postos de trabalho, seguida por Currais Novos (457) e Açu (376).

“O Sebrae segue comprometido em apoiar essas empresas, oferecendo soluções e capacitações para que continuem sendo protagonistas na geração de emprego e renda”, comentou o superintendente do Sebrae-RN, Zeca Melo.

Sidy's Tv e Internet

Sindivarejo Currais Novos participa da solenidade de entrega do Mérito Jessé Freire

29 de novembro de 2024

Na noite da última quarta-feira (27) o presidente do Sindivarejo Currais Novos, Helder Araújo, acompanhado dos diretores da entidade, esteve presente na cerimônia de entrega da mais alta comenda do setor produtivo, o Mérito Jessé Freire.

Esta honraria é concedida a personalidades que se destacam pelo relevante trabalho no desenvolvimento econômico e social, e, neste ano, contou com a presença de diversas autoridades políticas e econômicas do estado.

Em seu pronunciamento, o Presidente Helder Araújo enfatizou a importância das parcerias estratégicas com o Sistema Fecomércio, fundamentais para o fortalecimento do comércio local, e dedicou este mérito a todos os comerciantes de Currais Novos, cuja dedicação e empenho são essenciais para o crescimento e prosperidade de nossa cidade.

Academia Noova

‘Taxa olímpica’: Lula assina MP que isenta medalhistas de imposto nos prêmios do COB e do CPB

8 de agosto de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou nesta quinta-feira (8) no Diário Oficial da União uma medida provisória que isenta os atletas olímpicos de pagarem Imposto de Renda sobre os prêmios recebidos pelas Olimpíadas de Paris 2024.

Medalhas, troféus, insígnias e outros objetos do tipo recebidos pelos atletas no exterior já eram isentos de impostos federais. Os prêmios em dinheiro, no entanto, entram normalmente na declaração anual do Imposto de Renda.

O texto isenta especificamente as premiações em dinheiro pagas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pelo Comitê Paralímpico Nacional (CPB) pelo desempenho nos jogos deste ano.

Os prêmios oferecidos por confederações e federações das modalidades, por patrocinadores ou pelos clubes dos atletas continuarão sujeitos à taxação, que é de até 27,5%.

A nova regra vale para todos os prêmios recebidos na edição atual dos Jogos Olímpicos. 

Por isso, vai beneficiar mesmo aqueles atletas olímpicos que ganharam competições antes desta quinta-feira, como a judoca Beatriz Souza e a ginasta Rebeca Andrade.

Nesta quarta (8), a Receita Federal divulgou nota dizendo que não podia, por conta própria, abrir mão de cobrar esse imposto. Ou seja: que era preciso mudar a legislação.

Segundo a Receita, para fins de tributação, os atletas eram enquadrados na norma como qualquer outro trabalhador.

“Isso é tributado como qualquer outra remuneração de qualquer outro(a) profissional, desde que seja um valor superior ao da faixa de isenção do imposto de renda (hoje em dois salários mínimos)”, acrescentou o Fisco, por meio de nota e antes da mudança.

A MP é assinada por Lula, pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, e pelo ministro do Esporte, André Fufuca.

Medidas provisórias têm prazo de validade de até 120 dias. Nesse período, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e convertido em lei – caso contrário, perde validade. 

Durante a tramitação, deputados e senadores podem alterar o conteúdo do texto. Neste caso, as alterações vão para a mesa de Lula, que pode sancionar ou vetar a nova versão.


Wheyz

Governo irá taxar premiações concedidas a atletas brasileiros por medalhas olímpicas em Paris

5 de agosto de 2024

Embora os medalhistas olímpicos não tenham de se preocupar com a tributação direta de medalhas e troféus recebidos, que são isentos, suas respectivas premiações serão sim, tributadas. 

Nesta olímpiada, medalhistas individuais receberão R$350 mil para medalhas de ouro, R$210 mil para medalhas de prata e R$140 mil para medalhas de bronze. 

Já categorias em grupo, de dois a seis atletas, recebem R$700 mil para medalha de ouro, R$420 mil para uma medalha de prata e R$280 mil para medalha de bronze, quantia que contempla o grupo como um todo e é posteriormente dividida. 

Categorias coletivas, de sete ou mais atletas, recebem R$1,05 milhão para medalha de ouro, R$630 mil para medalha de prata e R$420 mil para medalha de bronze.

As premiações são consideradas rendimentos tributáveis pela legislação brasileiras e, portanto, estão sujeitas ao imposto de renda.

As alíquotas variam de acordo com a faixa de renda anual, portanto, consideramos no cálculo apenas premiações individuais que se posicionam acima de R$55.975,56, faixa na qual incide uma alíquota de 27,5% que é tem sua parcela respectivamente deduzida.

Desconsiderando atletas que obtiveram premiações abaixo da faixa da alíquota máxima de rendimento, ao todo os atletas brasileiros faturaram R$2,39 milhões em premiações, sendo que podemos afirmar que, no mínimo, R$310.846 serão direcionados para União.

The Investidor

Well Lab Isaac Nutri

Dia dos Pais deve movimentar mais de R$ 300 milhões no comércio potiguar em 2024

5 de agosto de 2024

Pesquisas do Instituto Fecomércio RN indicam que as vendas para o Dia dos Pais devem injetar aproximadamente R$ 313,5 milhões na economia potiguar. O número representa um aumento de 15,5% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o comércio do RN movimentou R$ 271,5 milhões.

Em Natal, 61,5% dos entrevistados pretendem comprar presentes para o Dia dos Pais. A maior parte de quem vai às compras na capital pertence ao sexo feminino (65,6%) e tem de 18 a 24 anos de idade (74%).

De acordo com a pesquisa do IFC, o gasto médio dos natalenses com presentes deve crescer de R$ 146,48 em 2023 para R$ 149,59. Os itens mais procurados são os de vestuário (47,1%) e perfumes/cosméticos (18,4%). 

A pesquisa destacou ainda que 74,2% deixarão para comprar o presente na semana do Dia dos Pais.

A expectativa do comércio da capital é movimentar R$ 99,5 milhões.

Restaurante Sertanejo

Carne, arroz e feijão: quais alimentos podem ficar mais baratos se tiverem imposto zerado ou reduzido na reforma tributária

21 de julho de 2024

A proposta de regulamentação da reforma tributária aprovada pela Câmara dos Deputados no último dia 10 deixa alimentos de 26 categorias isentos de imposto. E, para outras 12, a alíquota teria um desconto de 60%. 

O texto seguiu para análise do Senado. Ainda que seja aceito sem modificações e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o novo modelo tributário só entra em vigor por completo em 2033.

Mas quanto podem diminuir os preços dos alimentos? Economistas entrevistados pelo g1 entendem que é difícil calcular esse impacto. Isso porque reduzir ou tirar o imposto sobre consumo não necessariamente terá reflexo no preço final desses produtos. 

A principal razão é que o valor com que eles são comercializados não é formado apenas pelos tributos, mas também por outros custos de produção e da empresa. E mais fatores pesam no preço para o consumidor, como a oferta e a demanda. 

Outro ponto que complica o cálculo antecipado é que não existe uma padronização atual da porcentagem de impostos sobre alimentação. Consultados pelo g1, o Ministério da Fazenda e o Banco Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmaram não ter um levantamento destes valores.

Quais alimentos poderão ter menos impostos?

A reforma tributária estabelece uma cesta básica nacional, com alimentos que terão isenção dos novos impostos. Veja a lista que consta da proposta aprovada na Câmara:

  1. Carnes bovina, suína, ovina, caprina e de aves e produtos de origem animal (exceto foies gras) e miudezas comestíveis de ovinos e caprinos;
  2. ⁠Peixes e carnes de peixes — com exceção de salmão, atum, bacalhaus, hadoque, saithe e ovas;
  3. Arroz;
  4. ⁠Leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasterizado, leite em pó, integral, semi desnatado ou desnatado; e fórmulas infantis definidas por previsão legal específica;
  5. ⁠Manteiga;
  6. ⁠Margarina;
  7. Ovos;
  8. ⁠Feijões;
  9. ⁠Raízes e tubérculos;
  10. ⁠Cocos;
  11. ⁠Café;
  12. ⁠Óleo de soja;
  13. ⁠Farinha de mandioca;
  14. ⁠Farinha, grumos e sêmolas, de milho, e grãos esmagados ou em flocos, de milho;
  15. ⁠Farinha de trigo;
  16. ⁠Açúcar;
  17. ⁠Alguns tipos de massas alimentícias;
  18. ⁠Pão do tipo comum (contendo apenas farinha de cereais, fermento biológico, água e sal);
  19. ⁠Sal de mesa iodado;
  20. ⁠Queijos tipo mozarela, minas, prato, queijo de coalho, ricota, requeijão, queijo provolone, queijo parmesão, queijo fresco não maturado e queijo do reino;
  21. Óleo de milho;
  22. ⁠Aveia;
  23. Outros tipos de farinhas;
  24. ⁠Produtos hortícolas, com exceção de cogumelos e trufas;
  25. ⁠Frutas frescas ou refrigeradas e frutas congeladas sem adição de açúcar;
  26. ⁠Plantas e produtos de floricultura para fins alimentares, medicinais ou ornamentais.

G1/RN

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