Governo do RN homologa banca de concursos unificados com 175 vagas previstas

6 de fevereiro de 2026

O Governo do Estado dá um passo inédito na modernização da gestão pública ao adotar, pela primeira vez no âmbito do Poder Executivo estadual, o modelo de concursos públicos com banca unificada. A medida, inspirada no Concurso Nacional Unificado do Governo Federal, amplia a transparência, agiliza processos e garante economia de recursos públicos. 

A homologação da banca responsável pela organização dos concursos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RN), do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado (Ipern) e das Centrais de Abastecimento do RN (Ceasa) foi publicada na edição desta sexta-feira (6) do Diário Oficial do Estado. A instituição selecionada foi a Avalia – Instituto Avalia de Inovação em Avaliação e Seleção.

A condução do certame ficará sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Administração (Sead), que atuará de forma articulada com os órgãos envolvidos. A centralização da contratação de uma única banca organizadora permitiu maior padronização dos procedimentos, mais eficiência administrativa e resultou em uma economia estimada de aproximadamente R$ 3 milhões aos cofres públicos, reafirmando o compromisso do Governo do RN com a boa gestão e o uso responsável dos recursos.

Well Lab

Setor hoteleiro do RN projeta 79% de ocupação no Carnaval de 2026

1 de fevereiro de 2026

Setor hoteleiro do RN projeta 79% de ocupação no Carnaval de 2026

O setor hoteleiro do Rio Grande do Norte prevê uma taxa média de ocupação de 79% durante o Carnaval de 2026. Essa estimativa foi obtida por meio de uma pesquisa espontânea realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do RN (ABIH-RN) com seus associados. O índice representa uma queda de sete pontos percentuais em comparação com 2025, quando a ocupação foi de 85%.

O presidente da ABIH-RN, Edmar Gadelha, atribui essa redução aos desafios enfrentados pelo turismo no estado, principalmente no que diz respeito à competitividade. Ele destaca a escassez de conectividade aérea, agravada pelo aumento nos preços das passagens para o destino Rio Grande do Norte, como um fator que impacta negativamente o fluxo de turistas e compromete o crescimento dos setores hoteleiro e turístico.

Segundo Gadelha, Natal mantém uma demanda turística significativa durante o Carnaval devido ao fácil acesso às praias urbanas e à oferta programática. Além da capital, outras cidades do estado também atraem turistas nesse período, como São Miguel do Gostoso, Pipa (Tibau do Sul), Mossoró e Caicó.

Antônio Neto, presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagem no RN (ABAV-RN), afirma que as expectativas para o Carnaval são positivas. Ele explica que o evento se sustenta em três pilares principais: alta ocupação hoteleira, malha aérea reforçada e fluxo regional robusto, que costuma definir as viagens próximo à data.

Neto ressalta que Natal é um destino consolidado para o verão, com apelo de praia e boa estrutura hoteleira, o que favorece a procura durante o período carnavalesco. O Carnaval ocorre no final da alta estação, mantendo o destino em evidência, sustentando a malha aérea e melhorando as conversões de vendas, devido à demanda já instalada.

Para turistas regionais, especialmente do Nordeste, Gadelha pontua que a continuidade do verão é relevante, tornando o Rio Grande do Norte uma alternativa próxima e acessível, compensando os altos custos das passagens aéreas.

Esse efeito prático se manifesta quando a hotelaria inicia o período com bons níveis de ocupação e as companhias aéreas ampliam assentos e voos para a região durante o Carnaval, reforçando o fluxo turístico, acrescenta Antônio Neto.

Contudo, Gadelha ressalta que a expectativa para o número de turistas no Carnaval deste ano é moderada, citando os preços das passagens como limite para a chegada de visitantes ao estado. Isso provoca uma maior interiorização e regionalização do turismo, com forte crescimento de turistas do Nordeste que chegam ao Rio Grande do Norte principalmente por via rodoviária.

O diretor-presidente da Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur), Raoni Fernandes, também destaca a influência do turismo regional no Carnaval do estado, especialmente deslocamentos das cidades do interior do Rio Grande do Norte e de estados vizinhos.

Fernandes comenta que o Carnaval acrescenta um fator a mais para atrair turistas e estender a permanência no estado. Ele enfatiza que o período atual corresponde à maior alta temporada dos últimos 12 anos, com o Carnaval se destacando pela folia, festa e animação.

Segundo ele, o evento atrai um público jovem e internacional, principalmente argentinos. O Rio Grande do Norte possui um dos carnavais mais tradicionais e expressivos do Nordeste, como o de Caicó, conta ainda com grandes festas no interior e um Carnaval cada vez mais forte em Natal.

Créditos: Tribuna do Norte

Restaurante Sertanejo

FGC investiga Nubank, BTG e XP em ação sobre Banco Master

29 de janeiro de 2026

FGC investiga Nubank, BTG e XP em ação sobre Banco Master

O caso relacionado ao Banco Master apresentou novos desdobramentos, com Nubank, XP Investimentos e BTG Pactual Digital sendo citados em uma ação judicial que investiga o uso do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) como argumento comercial na oferta de CDBs emitidos pelo banco de Daniel Vorcaro. O Nubank afirmou ao TechTudo que não tem relação com o Banco Master e que todas as suas atividades seguem rigorosamente as normas regulatórias vigentes. BTG Pactual Digital optou por não comentar a ação, enquanto a XP ainda não respondeu ao contato.

A ação civil pública foi movida pela Abradecont (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor e do Trabalhador) e está na 6ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, onde o Ministério Público estadual analisará o caso. O objetivo é apurar possíveis falhas na comunicação de riscos na venda dos CDBs do Banco Master e o uso abusivo do FGC como argumento comercial.

Dados indicam que a XP liderou as vendas desses CDBs, com aproximadamente R$ 26 bilhões, o BTG distribuiu cerca de R$ 6,7 bilhões, e o Nubank teve participação de R$ 2,9 bilhões, parte herdada da Easynvest. Juntas, essas instituições foram responsáveis por R$ 35,6 bilhões dos R$ 40,6 bilhões que acionaram o FGC, representando quase todo o volume emitido pelo Banco Master.

A Abradecont pede a constituição de uma caução proporcional ao volume vendido — 65% para a XP, 25% para o BTG e 10% para o Nubank — para garantir eventual ressarcimento aos investidores. Mais de 800 mil investidores pessoas físicas foram atingidos, apesar de mais de 99% estarem protegidos pelo FGC, visto que investiram valores abaixo do teto de R$ 250 mil por CPF.

O Nubank não participou da gestão nem da liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central do Brasil em novembro de 2025. A relação do banco digital com o caso resume-se à oferta de CDBs do Banco Master em sua plataforma, e o debate central é sobre eventual propaganda abusiva ao destacar o FGC como principal segurança, fato que pode ter levado clientes a acreditarem em baixo risco dos investimentos. Em nota ao TechTudo, o Nubank informa que a oferta de novos CDBs emitidos pelo Banco Master foi encerrada em 2024.

Até o momento, não há indícios de que o Nubank esteja prestes a encerrar suas operações. Rumores de fechamento começaram a circular após a liquidação extrajudicial do Will Bank, instituição ligada ao Banco Master que enfrentou problemas financeiros graves e teve sua licença operacional perdida. Nubank classificou essas notícias como fake news, negando qualquer risco de fechamento, saída do Brasil ou falência.

Em contato com o TechTudo, o Nubank reforçou que não possui relação societária com o Banco Master e mantém conformidade regulatória em todas as suas atividades. No comunicado, o Nubank destaca que não utiliza assessores de investimento, garantindo autonomia total aos clientes para escolher produtos via aplicativo.

Informações foram coletadas com Nubank, Época Negócios, Pipeline e E-Investidor.

Créditos: TechTudo

Well Farma

Copom deve manter taxa Selic em 15% ao ano na primeira reunião de 2026

28 de janeiro de 2026

Copom deve manter taxa Selic em 15% ao ano na primeira reunião de 2026

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil se reúne nesta quarta-feira (28) e é esperado que mantenha a taxa básica de juros da economia em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.

Essa previsão é a mais aceita entre economistas do mercado financeiro, e caso se confirme, será a quinta vez consecutiva que a taxa Selic permanece inalterada. O Banco Central divulgará a decisão após as 18h.

A taxa básica de juros é o principal instrumento utilizado pelo Banco Central para controlar as pressões inflacionárias, que impactam especialmente a população de menor renda.

Os economistas do mercado financeiro projetam que a Selic começará a ser reduzida somente em março deste ano, quando passaria a ser de 14,5% ao ano.

Para definir a taxa de juros, o Banco Central trabalha com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estiverem alinhadas às metas, a tendência é a redução dos juros; se estiverem acima, o Copom tende a manter ou aumentar a Selic.

O Banco Central tem dito que uma desaceleração econômica, ou seja, um crescimento mais lento, faz parte da estratégia para conter a inflação.

Com um ritmo econômico menor, as pressões inflacionárias diminuem, especialmente no setor de serviços.

Na ata da última reunião, divulgada em dezembro, o Banco Central informou que o “hiato do produto” continua positivo, o que indica que a economia está operando acima do seu potencial de crescimento sem amplificar a inflação.

Sérgio Samuel dos Santos, economista e especialista em fundos e previdência do Sistema Ailos, acredita que o Copom será conservador e cauteloso em janeiro, mantendo a Selic em 15% ao ano.

Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, também prevê a manutenção da taxa em 15% nesta quarta-feira. Segundo ele, o Banco Central deve esperar confirmação dos indicadores econômicos antes de iniciar o processo de redução da Selic.

Créditos: G1

QFome App

RN é o terceiro estado do NE com maior índice de endividamento

27 de janeiro de 2026

RN é o terceiro estado do NE com maior índice de endividamento

O Rio Grande do Norte ocupa a terceira posição no Nordeste em percentual da população adulta endividada. Em dezembro de 2025, 49,65% dos adultos do estado possuíam dívidas, totalizando cerca de 1,24 milhão de pessoas. Esse valor representa um aumento de quatro pontos percentuais em relação a dezembro de 2024, quando o índice era de 45,65%, conforme dados do Mapa da Inadimplência no Brasil, elaborado pela Serasa.

Na região Nordeste, somente o Ceará (51,55%) e Pernambuco (50,25%) apresentam índices maiores que o do Rio Grande do Norte. Outros estados com percentual significativo são Alagoas (47,32%), Maranhão (46,06%), Paraíba (44,33%), Bahia (44,07%), Sergipe (44,04%) e Piauí (40,08%).

Em âmbito nacional, o Serasa indicou que 81,2 milhões de brasileiros estavam endividados em dezembro de 2025. A inadimplência maior ocorre em dívidas associadas a bancos e cartões de crédito, que somam 26,1%, seguidas por dívidas em serviços essenciais, como contas de água e luz, e financeiras, representando 19,6%.

Ricardo Valério, economista e superintendente do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (Corecon/RN), explica que o aumento no endividamento estadual acompanha a tendência nacional, influenciado pela alta taxa Selic de 15% e a facilidade de acesso ao crédito na população potiguar.

Aspectos específicos também contribuíram para o crescimento das dívidas em dezembro, como desembolsos com IPTU, IPVA e gastos escolares. O economista também destaca que o período de verão no estado propicia gastos adicionais relacionados a lazer e turismo.

Rodrigo Costa, especialista em educação financeira da Serasa, relaciona o cenário à elevação dos juros, que acompanha o histórico de aumentos da Selic desde dezembro de 2024. Segundo ele, custos maiores, como os da cesta básica e energia elétrica, impactam o orçamento familiar, mesmo com a melhora do emprego em 2025.

Costa alerta que o uso do cartão de crédito como extensão da renda pode levar ao acúmulo de juros rotativos e contração de novos empréstimos para pagar dívidas antigas, agravando a inadimplência.

O Mapa da Inadimplência mostra que a maior parte dos endividados está entre 41 e 60 anos (35,6%), seguida pelo grupo de 26 a 40 anos (33,4%). No Rio Grande do Norte, esse perfil é semelhante à média nacional. Ricardo Valério acrescenta que o aumento no público jovem pode estar ligado ao crescimento de contratos via Pessoa Jurídica, que gera instabilidade nas receitas mensais.

Embora a taxa Selic esteja estável em 15%, Costa recomenda cautela no uso do crédito para evitar comprometer o orçamento mensal. Priorizar pagamentos à vista e evitar parcelamentos longos, além de calcular se as parcelas cabem no orçamento, são medidas importantes.

Valério aconselha priorizar o pagamento de dívidas com maiores juros, como cartão de crédito e cheque especial, já que uma possível redução dos juros deve ocorrer após o carnaval. Para o economista, é fundamental que as pessoas planejem ou ajustem suas finanças para o ano.

Créditos: Tribuna do Norte

Sidy's Tv e Internet

Setor de autoescolas no RN sofre demissões após mudanças nas regras da CNH

22 de janeiro de 2026

Setor de autoescolas no RN sofre demissões após mudanças nas regras da CNH

O setor de autoescolas no Rio Grande do Norte enfrenta demissões em massa e queda na demanda depois das alterações nas regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), vigentes desde 9 de dezembro do ano passado. Representantes do segmento estimam que cerca de 70% dos funcionários podem ser demitidos e manifestam preocupação com a formação dos futuros motoristas.

Eduardo Domingo, presidente do Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do RN (SindCFC-RN), declarou que o setor “acabou” após as mudanças, que geraram uma crise profunda afetando tanto os centros de ensino quanto os candidatos.

Entre as principais mudanças estão a retirada da obrigatoriedade de passar por autoescola para realizar a prova prática, a redução das horas-aula práticas de 20 para 2 horas, a eliminação da obrigatoriedade das aulas teóricas e a permissão para que as aulas sejam dadas por instrutores autônomos credenciados pelo Detran.

Domingo destaca que a redução das aulas práticas desestimula a procura por autoescolas, que não são mais obrigatórias. Ele ressaltou que “quem vai procurar autoescola para fazer duas aulas? A tendência é o fechamento de várias autoescolas e já se estima cerca de 70% de demissões na categoria”.

Pedro Ronaldo, diretor de uma autoescola em Parnamirim, revela que pretende mudar de ramo diante do impacto das novas regras, que provocaram “demissões em massa e má formação de condutores”. Sua autoescola, CFC Aliança, viu seu quadro de funcionários cair de 68 para 13 desde a implementação das alterações, com uma redução estimada de 80% na demanda. Ronaldo afirma que o setor busca formas de adaptação, mas vê a concorrência com instrutores autônomos como um desafio difícil de superar, e critica o critério de validação das aulas práticas.

Renildo Duarte, diretor de uma autoescola em Candelária, também relata redução de cerca de 80% no número de profissionais. Ele aponta dificuldades para manter a estrutura atual diante do modelo de poucas aulas e preços menores, exemplificando que não é viável manter uma estrutura com apenas duas aulas ao custo de R$ 200, em comparação a 20 aulas por R$ 1.200.

Duarte, que dirige o CFC Via Certa em Natal, enfatiza que a principal consequência é econômica, pois a redução na quantidade de aulas diminui a receita, resultando em demissões, atrasos em contas e fechamento de escolas. Além disso, ele aponta o impacto social, alertando que “ninguém aprende a dirigir com duas aulas práticas”, prevendo aumento nas reprovações e alertando que muitos responsáveis autorizados a ensinar dirigir não têm capacitação adequada.

Com mais de 21 anos no setor, Duarte ainda reconhece aspectos positivos das mudanças, como a possibilidade de uso de carro automático nas provas e tempo adicional para condutores com transtorno do espectro autista e déficit de atenção.

Créditos: Tribuna do Norte

Academia Noova

FGC inicia pagamento a investidores do Banco Master, mas app enfrenta instabilidade

21 de janeiro de 2026

FGC inicia pagamento a investidores do Banco Master, mas app enfrenta instabilidade

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) começou nesta segunda-feira (19) a pagar o ressarcimento aos investidores do Banco Master que já finalizaram o pedido de devolução dos depósitos. Este processo foi aberto após dois meses da liquidação da instituição. Entretanto, o aplicativo do fundo apresenta instabilidade, o que tem causado reclamações entre os credores nas redes sociais.

Cerca de 150 mil detentores de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) do Master concluíram o pedido, o que representa apenas 9,3% dos 1,6 milhão de credores da instituição. A liberação do pagamento ocorre depois que o liquidante completou a consolidação e conferência da lista com os dados dos credores que têm direito à compensação.

Nas redes sociais, alguns credores relataram instabilidades no aplicativo e dificuldades para validar os documentos necessários ao pagamento. O FGC foi procurado para comentar a situação, mas não se manifestou até o momento.

Os pagamentos irão gerar uma descapitalização significativa do fundo, estimada em R$ 41 bilhões em garantias. Geralmente, esse processo dura em torno de 40 dias, porém o atraso atual está relacionado à complexidade do caso. Esse é o maior tempo de espera registrado desde o fechamento do Banco Rural, em 2013, quando o processo levou três meses e seis dias.

O FGC atua como proteção ao Sistema Financeiro Nacional (SFN), prevenindo crises bancárias sistêmicas e protegendo depositantes. O fundo garante até R$ 250 mil por depositante ou investidor (CPF ou CNPJ), por instituição financeira associada ou conglomerado líquido, incluindo valores em contas correntes, poupança e títulos de renda fixa.

O Banco Master e seu proprietário, o empresário Daniel Vorcaro, foram alvo da operação Compliance Zero da Polícia Federal. A operação investigava a venda de títulos de crédito fraudulentos pelo conglomerado, usados para alavancar a capitalização do banco oferecendo juros acima da média do mercado.

As apurações começaram em 2024, após solicitação do Ministério Público Federal para investigar a fabricação de carteiras de crédito insubsistentes. Tais títulos teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por ativos sem avaliação técnica adequada.

Como resultado, o Banco Central determinou a liquidação extrajudicial do Master, apontando uma grave crise de liquidez que afetava a saúde financeiro-econômica do conglomerado, além de graves violações às normas do Sistema Financeiro Nacional.

Créditos: Itatiaia

Wheyz

FGC estima pagar R$ 6,3 bilhões a clientes do Will Bank liquidado

21 de janeiro de 2026

FGC estima pagar R$ 6,3 bilhões a clientes do Will Bank liquidado

Clientes do Will Bank que já foram ressarcidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) na liquidação do Banco Master, e que alcançaram o limite de garantia de R$ 250 mil, podem não receber valores adicionais. Isso ocorre porque o Will Bank, cujo encerramento foi decretado pelo Banco Central na manhã desta quarta-feira (21), integra o conglomerado do Banco Master, que também foi liquidado em novembro do ano passado.

De acordo com o FGC, os clientes que adquiriram produtos cobertos pela garantia antes da aquisição do Will Bank pelo Banco Master, em 21 de agosto de 2024, terão seus pagamentos preservados. Após essa data, quando o cliente possuir produtos em ambas as instituições, os valores serão somados por CPF ou CNPJ, respeitando o limite máximo de R$ 250 mil.

O FGC anunciou nesta quarta-feira uma estimativa de pagamento de R$ 6,3 bilhões aos clientes prejudicados pela liquidação do Will Bank, baseando-se em dados de novembro de 2025. Os pagamentos serão realizados conforme o regulamento do fundo, com base em informações apuradas pelo liquidante nomeado pelo Banco Central.

“A quantidade de clientes e o valor a ser pago serão divulgados após a consolidação dessas informações”, afirmou o FGC.

O pedido de garantia para pessoas físicas deve ser feito pelo aplicativo do Fundo Garantidor de Créditos, disponível para download no Google Play e na Apple Store. Para pessoas jurídicas, o representante legal deve solicitar a garantia por meio do Portal do Investidor, recebendo por e-mail as instruções para o procedimento. Os pagamentos são efetuados por transferência para conta corrente ou poupança de mesmo CNPJ e titularidade.

Nos casos em que o pagamento deve ser feito a inventariantes ou ao espólio, o FGC tratará diretamente com os beneficiários, pois a solicitação não pode ser realizada pelo aplicativo.

Créditos: g1

Well Lab Isaac Nutri

Produção artesanal de queijo potiguar ganha destaque no Dia Mundial do Queijo

21 de janeiro de 2026

Produção artesanal de queijo potiguar ganha destaque no Dia Mundial do Queijo

No Rio Grande do Norte, a produção artesanal de queijos foi celebrada nesta terça-feira (20) em razão do Dia Mundial do Queijo, com uma programação especial para valorizar o setor. O evento ocorreu na Agência Sebrae, em Natal, reunindo produtores de referência no estado. Durante o encontro, houve demonstração ao vivo da produção do tradicional queijo de manteiga, oficinas de harmonização com alimentos regionais e exposição de produtos.

O chef Jonatã Canela liderou uma sessão de harmonização combinando queijos com produtos regionais potiguares. Ele explicou que o principal critério para as combinações é respeitar as características de cada queijo, considerando se são mais fortes, suaves ou se possuem notas de picância. O objetivo é complementar o sabor do queijo, deixando-o como o destaque principal.

Além dos queijos tradicionais como o queijo de manteiga e o de coalho, há também os chamados queijos de identidade e de inovação, que são criações mais recentes feitas por produtores locais. Esses queijos carregam o DNA de cada produtor, refletindo técnicas, sabores e características próprias da produção artesanal potiguar.

Segundo Jonatã Canela, o queijo potiguar carrega uma identidade própria do Seridó, refletindo características e notas específicas que contam um pouco da história da região para o Brasil e o mundo.

A produção de queijos e laticínios no estado tem ganhado reconhecimento nacional. Em 2025, produtores potiguares conquistaram 56 medalhas em importantes concursos do setor, como Enel, Expo Queijo e Prêmio Queijo Brasil, com premiações em categorias variadas como queijos, manteigas e outros derivados.

Durante o evento do Sebrae-RN, o produtor Lucenildo Firmino, conhecido como Galego da Serra, realizou ao vivo a produção do tradicional queijo de manteiga. Ele destacou que não existe uma receita fixa para esse queijo, pois a fabricação depende do aprendizado contínuo do queijeiro, que adapta suas técnicas dia após dia.

Atualmente, o Rio Grande do Norte possui 165 empresas atuantes na cadeia de laticínios. A maior concentração está no Seridó Ocidental, com 70 empresas, seguido pela Região Metropolitana de Natal com 32 e o Seridó Oriental com 16. Outras regiões do estado também integram o mapa produtivo.

Luís Felipe, analista do Sebrae-RN e gestor do programa Leite e Genética, ressaltou que a qualidade do produto final depende de um insumo de excelência, ou seja, um rebanho certificado e capaz de produzir leite em volume adequado. A inseminação aplicada aos rebanhos aumenta tanto a qualidade quanto a quantidade de leite produzida.

Ele acrescentou que o Sebrae-RN oferece um portfólio de soluções, consultorias e capacitações para aprimorar a produção e a gestão dos produtores de laticínios.

Créditos: Tribuna do Norte

Restaurante Sertanejo

Resultado do Sorteio da Lotofácil Concurso 3586: Prêmio de R$ 1,8 milhão

14 de janeiro de 2026

Resultado do Sorteio da Lotofácil Concurso 3586: Prêmio de R$ 1,8 milhão

As 15 dezenas sorteadas no concurso número 3586 da Lotofácil foram reveladas na noite desta terça-feira (13), em São Paulo. Os números sorteados foram: 13, 01, 25, 15, 22, 02, 10, 18, 17, 06, 14, 12, 21, 24 e 11. O prêmio para este concurso é de R$ 1,8 milhão.

Para jogar na Lotofácil, o participante deve escolher entre 15 e 20 números dentre os 25 disponíveis no bilhete. O prêmio é concedido ao acertar ao menos 11 dezenas, podendo ser 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O custo de uma aposta simples é R$ 3,50, e os sorteios são realizados de segunda a sábado. As apostas podem ser efetuadas até às 20h, no horário de Brasília, em lotéricas credenciadas da Caixa espalhadas por todo o país, ou também pela internet.

Créditos: InfoMoney

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