Stanley lança potes térmicos para dar água e comida a cães e gatos; veja preço

2 de abril de 2026

Em um país onde mais da metade dos lares conta com um animal de estimação e as pessoas investem no bem-estar deles, é natural que marcas tradicionalmente voltadas a produtos para usufruto humano pensem em versões adaptadas para os bichos. Agora é a vez da Stanley 1913, famosa pelos copos e recipientes térmicos, apostar em opções para pets.

A empresa americana atendeu a um pedido dos seus consumidores mais exigentes e está lançando a linha Pet Bowl, que engloba bebedouros e comedouros térmicos para cães e gatos. A pré-venda foi um sucesso: realizada no site de relacionamento da marca, alcançou, em três dias, os maiores números da Stanley Brasil nesse tipo de ação nos últimos três anos.

A linha Pet Bowl chega ao mercado nacional com dois tamanhos de pote de olho em animais de pequeno e grande porte: um de 710 ml, com o preço de 319 reais, e outro com 1,4 litro, que custa 359 reais. Estão disponíveis em quatro cores – preto, creme, rosado e azul.

Os produtos são vendidos, a princípio, exclusivamente no e-commerce e nas lojas físicas da Stanley, bem como na rede Petlove.

VEJA

Well Lab

Governo Trump aponta PIX como desvantagem para gigantes de cartão nos EUA

2 de abril de 2026

Governo Trump aponta PIX como desvantagem para gigantes de cartão nos EUA

Um relatório publicado pela Casa Branca nesta quarta-feira (1º) destacou novamente o PIX, sistema brasileiro de pagamento instantâneo, como uma ameaça às grandes empresas de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.

Esta não é a primeira vez que o governo Trump menciona o PIX como um risco para empresas americanas. Em julho de 2025, o sistema brasileiro entrou no foco dos Estados Unidos.

No documento que formalizou o processo, a gestão Trump não citou o PIX diretamente, mas fez menção a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, incluindo os oferecidos pelo governo brasileiro.

“O Brasil parece adotar práticas desleais relacionadas a serviços de pagamento eletrônico, como favorecer seus próprios serviços governamentais”, afirmou o Escritório do Representante de Comércio dos EUA.

O Relatório de Estimativa do Comércio Nacional de 2026, do mesmo escritório, também aborda outras questões. Sobre a mineração ilegal de ouro no Brasil, o documento manifesta preocupação com a competição desleal sofrida por empresas americanas que seguem padrões ambientais e trabalhistas. Segundo o relatório, o ouro ilícito representa 28% da mineração total do país.

Quanto à extração ilegal de madeira, estima-se que quase 50% da madeira colhida no Brasil — e 90% da madeira da Amazônia — seja ilegal. O relatório aponta que a fiscalização enfraquecida, a produção agrícola e a corrupção são fatores que favorecem essas práticas. Espécies valorizadas como ipê e mogno são as mais afetadas.

A ausência de uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado também reduz a competitividade das empresas dos EUA, segundo o relatório.

O projeto conhecido como ‘PL dos Mercados Digitais’, que trata da regulação econômica dos mercados digitais, é visto como um risco à concorrência. Embora ainda não tenha avançado no Congresso, o relatório destaca que seus critérios afetariam desproporcionalmente empresas americanas e poderiam resultar em multas de até 20% do faturamento global.

Há também preocupação com o atraso na implementação da regulação da LGPD. Desde agosto de 2025, empresas dos EUA que lidam com dados brasileiros precisam ter contratos atualizados e um Encarregado de Dados nomeado.

Na parte sobre o Brasil, o documento menciona consultas da Anatel sobre a regulação de serviços de valor adicionado e plataformas digitais, incluindo obrigações de remuneração. Em novembro de 2024, o Ministério das Comunicações anunciou que o governo desistiria da abordagem de taxas de rede.

Sobre os satélites, o relatório expõe que operadores estrangeiros precisam pagar taxas anuais mais elevadas que as empresas brasileiras. No Brasil, entidades nacionais obtêm direito exclusivo para operar satélites e frequências, enquanto operadores estrangeiros recebem apenas direitos não exclusivos por no máximo 15 anos, tendo de renová-los posteriormente.

Créditos: g1

Restaurante Sertanejo

Preços de medicamentos podem subir até 3,81% a partir de terça-feira

31 de março de 2026

Preços de medicamentos podem subir até 3,81% a partir de terça-feira

Medicamentos comercializados no Brasil poderão ter seus preços reajustados em até 3,81% a partir desta terça-feira (31), conforme resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).

A resolução define três níveis máximos de reajuste para diferentes grupos de medicamentos, de acordo com a competitividade de cada categoria.

Certas categorias, como fitoterápicos, homeopáticos e alguns medicamentos isentos de prescrição com alta concorrência, possuem regras específicas e não estão incluídas nesses níveis.

Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ressaltou que o reajuste médio autorizado por lei será de até 2,47%, o menor em 20 anos, e inferior à inflação acumulada dos últimos 12 meses, de 3,81%.

Segundo a Anvisa, a redução consecutiva do índice desde 2023 resulta da política de combate à inflação e reforça a relevância da regulação para proteger o consumidor contra preços abusivos. Nos anos anteriores, os reajustes ultrapassaram 10%.

A agência reforça que os aumentos não são automáticos, e fabricantes e farmácias podem aplicar reajustes menores ou manter os preços atuais, dependendo das condições do mercado e da concorrência.

A regulação econômica dos medicamentos no país visa proteger os consumidores e garantir a sustentabilidade do setor para a continuidade do fornecimento.

Os reajustes ocorrem anualmente, seguindo uma fórmula que considera a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) descontando a produtividade da indústria.

A Cmed é o órgão federal responsável pela regulação da economia farmacêutica e estabelece os critérios para fixar e reajustar preços, estimulando a concorrência e garantindo o acesso da população aos medicamentos.

A câmara é composta pelos Ministérios da Saúde, Casa Civil, Justiça e Segurança Pública, Fazenda e Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico nas decisões.

Créditos: Agência Brasil

Well Farma

Americanas solicita encerramento de recuperação judicial após cumprir plano

26 de março de 2026

Americanas solicita encerramento de recuperação judicial após cumprir plano

A Americanas informou nesta quarta-feira (25) que entrou com um pedido judicial para encerrar seu processo de recuperação judicial. Segundo a empresa, a solicitação foi feita após cumprir as obrigações previstas no plano aprovado pelos credores, dentro do prazo legal de até dois anos após a homologação.

O pedido abrange todas as empresas do grupo que também estão em recuperação judicial e foi protocolado na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Caso aprovado, marcará o fim de uma fase da maior crise da história da companhia.

O processo teve início após a descoberta de um esquema de fraude que revelou um rombo bilionário e levou a um endividamento superior a R$ 50 bilhões, com cerca de R$ 42 bilhões incluídos na recuperação judicial.

O movimento segue após a fase mais crítica da crise financeira iniciada em 2023, agora dependendo da decisão judicial para o encerramento formal do processo.

Além disso, a Americanas informou a venda da Uni.Co, empresa que detém as marcas Imaginarium e Puket, para a BandUP!, vencedora do processo competitivo judicial, por R$ 152,9 milhões.

A crise financeira da Americanas começou em janeiro de 2023, quando a empresa revelou inconsistências em lançamentos contábeis estimadas inicialmente em cerca de R$ 20 bilhões. Após o anúncio, o então presidente Sergio Rial, que estava há nove dias no cargo, deixou a presidência da companhia.

Os investidores iniciaram uma venda massiva de ações, que caíram quase 80% em um único dia, continuando em dias subsequentes. Na ocasião, Rial afirmou que “a primeira grande conclusão é que não estamos falando de um número que está fora do balanço”.

Em 19 de janeiro, a Americanas pediu a recuperação judicial na Justiça do Rio de Janeiro e teve suas ações retiradas da B3. O plano de recuperação, inicialmente apresentado em março, foi aprovado em 19 de dezembro.

O montante da dívida abrangida pelo plano ultrapassa R$ 50 bilhões, dos quais cerca de R$ 42 bilhões são débitos concursais renegociados com credores. O plano também previu um aporte de R$ 12 bilhões dos acionistas de referência — os bilionários Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Herrmann Telles.

Créditos: g1

QFome App

Privatizações e alta do preço dos combustíveis impactam Rio Grande do Norte

23 de março de 2026

Privatizações e alta do preço dos combustíveis impactam Rio Grande do Norte

No Rio Grande do Norte, a recente alta nos preços dos combustíveis ultrapassou os valores médios nacionais, causando preocupação entre consumidores e órgãos de fiscalização. Essa escalada acelerada, especialmente da gasolina, tem levado o litro a se aproximar de R$ 7,50, valor bem acima do praticado em estados vizinhos como a Paraíba.

Procon, Ministério Público e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) passaram a investigar possíveis abusos, incluindo práticas de cartel e aumentos sem justificativa, principalmente nas margens de lucro observadas na revenda. Um exemplo é o etanol, componente da gasolina, que apresentou margem de lucro bruto de até 86%, incompatível com seus custos de aquisição.

A formação dos preços mostra que menos de um terço do valor final é relativo ao refino, segmento associado à Petrobras. A maior parte são tributos, etanol, além das etapas de distribuição e revenda, sendo nessas últimas que se encontram as maiores distorções de preços, segundo uma análise referente ao período de 8 a 14 de março na Paraíba.

A privatização da BR Distribuidora em 2021 e da refinaria Clara Camarão em 2022, ambas durante o governo Bolsonaro, são apontadas como fatores centrais desse cenário. Com essas mudanças, a Petrobras perdeu influência direta na distribuição e no varejo de combustíveis. A companhia Vibra Energia, que adquiriu a BR, atua baseando margens conforme critérios privados e de mercado, enquanto a refinaria operada pela Brava Energia tem maior liberdade para definir preços sem seguir uma política nacional integrada.

Essas privatizações fragmentaram a cadeia de abastecimento potiguar, antes integrada e capaz de moderar preços. Agora, cada elo busca maximizar seu lucro de forma autônoma, eliminando o papel moderador estatal. Isso gera um efeito cascata de aumentos, já que as elevações do preço na refinaria são seguidas por margens maiores na distribuição e repasses ampliados nos postos.

Além disso, o mercado regional menos competitivo no RN torna o estado mais vulnerável a práticas abusivas pela concentração dos agentes e ausência de concorrência efetiva.

Outro ponto é que as altas nos preços chegam rapidamente ao consumidor, diferentemente das reduções, que demoram ou nem ocorrem, reforçando a ideia de captura contínua de valor ao longo da cadeia em prejuízo do interesse público.

Diante desse contexto, entidades sindicais do setor petroleiro e especialistas defendem que o problema é estrutural — não apenas distorções pontuais — e apontam para a necessidade de repensar o modelo vigente, com menos presença estatal nos elos estratégicos.

Propostas em debate incluem reestatização de ativos, fortalecimento da regulação e órgãos de fiscalização, transparência na formação de preços e uma política que considere custos internos e as especificidades do mercado brasileiro.

No Rio Grande do Norte, a situação evidenciada pelo Sindipetro-RN demonstra que a retirada do Estado das funções estratégicas favorece as distorções de mercado, o que reforça a urgência de um debate aprofundado sobre os rumos do setor de combustíveis.

Créditos: Blog do Barreto

Sidy's Tv e Internet

Privatizações e alta do preço dos combustíveis impactam Rio Grande do Norte

23 de março de 2026

Privatizações e alta do preço dos combustíveis impactam Rio Grande do Norte

No Rio Grande do Norte, a recente alta nos preços dos combustíveis ultrapassou os valores médios nacionais, causando preocupação entre consumidores e órgãos de fiscalização. Essa escalada acelerada, especialmente da gasolina, tem levado o litro a se aproximar de R$ 7,50, valor bem acima do praticado em estados vizinhos como a Paraíba.

Procon, Ministério Público e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) passaram a investigar possíveis abusos, incluindo práticas de cartel e aumentos sem justificativa, principalmente nas margens de lucro observadas na revenda. Um exemplo é o etanol, componente da gasolina, que apresentou margem de lucro bruto de até 86%, incompatível com seus custos de aquisição.

A formação dos preços mostra que menos de um terço do valor final é relativo ao refino, segmento associado à Petrobras. A maior parte são tributos, etanol, além das etapas de distribuição e revenda, sendo nessas últimas que se encontram as maiores distorções de preços, segundo uma análise referente ao período de 8 a 14 de março na Paraíba.

A privatização da BR Distribuidora em 2021 e da refinaria Clara Camarão em 2022, ambas durante o governo Bolsonaro, são apontadas como fatores centrais desse cenário. Com essas mudanças, a Petrobras perdeu influência direta na distribuição e no varejo de combustíveis. A companhia Vibra Energia, que adquiriu a BR, atua baseando margens conforme critérios privados e de mercado, enquanto a refinaria operada pela Brava Energia tem maior liberdade para definir preços sem seguir uma política nacional integrada.

Essas privatizações fragmentaram a cadeia de abastecimento potiguar, antes integrada e capaz de moderar preços. Agora, cada elo busca maximizar seu lucro de forma autônoma, eliminando o papel moderador estatal. Isso gera um efeito cascata de aumentos, já que as elevações do preço na refinaria são seguidas por margens maiores na distribuição e repasses ampliados nos postos.

Além disso, o mercado regional menos competitivo no RN torna o estado mais vulnerável a práticas abusivas pela concentração dos agentes e ausência de concorrência efetiva.

Outro ponto é que as altas nos preços chegam rapidamente ao consumidor, diferentemente das reduções, que demoram ou nem ocorrem, reforçando a ideia de captura contínua de valor ao longo da cadeia em prejuízo do interesse público.

Diante desse contexto, entidades sindicais do setor petroleiro e especialistas defendem que o problema é estrutural — não apenas distorções pontuais — e apontam para a necessidade de repensar o modelo vigente, com menos presença estatal nos elos estratégicos.

Propostas em debate incluem reestatização de ativos, fortalecimento da regulação e órgãos de fiscalização, transparência na formação de preços e uma política que considere custos internos e as especificidades do mercado brasileiro.

No Rio Grande do Norte, a situação evidenciada pelo Sindipetro-RN demonstra que a retirada do Estado das funções estratégicas favorece as distorções de mercado, o que reforça a urgência de um debate aprofundado sobre os rumos do setor de combustíveis.

Créditos: Blog do Barreto

Academia Noova

Morre aos 43 anos Leonid Radvinsky, bilionário dono do OnlyFans

23 de março de 2026

Morre aos 43 anos Leonid Radvinsky, bilionário dono do OnlyFans

Leonid Radvinsky, proprietário do OnlyFans, faleceu nesta segunda-feira (23) aos 43 anos. A informação foi confirmada pela plataforma ao veículo Bloomberg, que afirmou que o empresário morreu “em paz” após longa luta contra o câncer.

Radvinsky, discreto e avesso a entrevistas, construiu uma das fortunas mais rápidas e controversas da economia digital recente. Segundo a Forbes, seu patrimônio era estimado em US$ 4,7 bilhões, posicionando-o entre os bilionários globais.

Ele adquiriu a participação majoritária no OnlyFans em 2018 e liderou a expansão da plataforma, que evoluiu de um negócio pouco conhecido para um fenômeno global que conecta criadores de conteúdo e fãs por meio da monetização direta.

A dimensão do negócio é expressa nos números: em 2024, a receita da empresa atingiu US$ 1,4 bilhão, enquanto os usuários gastaram recorde de US$ 7,2 bilhões na plataforma. Entre 2021 e o início de 2025, Radvinsky retirou US$ 1,8 bilhão em dividendos.

A Bloomberg reportou que o empresário recebeu US$ 701 milhões em dividendos no período mais recente, pouco antes das negociações para possível venda da companhia.

Antes de seu falecimento, ele estava envolvido em negociações para a venda de parte relevante do OnlyFans. Em maio de 2025, a Bloomberg divulgou que a empresa avaliava propostas que poderiam valorizar o negócio em cerca de US$ 8 bilhões. Posteriormente, a Reuters informou que havia conversas para venda da participação majoritária a um grupo liderado pela Architect Capital, numa transação avaliada em US$ 5,5 bilhões com dívida, ou US$ 3,5 bilhões sem dívida.

Esses processos estavam em estágio inicial ou exclusivo e ainda não haviam sido concluídos no momento da morte de Radvinsky, que poderia obter ganhos bilionários adicionais caso a venda se concretizasse.

Nascido na cidade ucraniana de Odessa em 1982, quando a região era parte da União Soviética, Radvinsky mudou-se com sua família para os Estados Unidos ainda criança e construiu carreira no setor digital, chegando a controlar a Fenix International, empresa-mãe do OnlyFans.

Manteve perfil reservado e raramente concedeu entrevistas durante sua vida, mesmo após tornar-se bilionário. Segundo reportagens, residia na Flórida.

Sua fortuna, avaliada em US$ 4,7 bilhões pela Forbes, foi formada principalmente pela participação no OnlyFans e pelos dividendos da controladora da plataforma.

A empresa, hoje uma das maiores fontes de receita da economia dos criadores, permite que produtores de conteúdo cobrem assinaturas diretamente, com destaque para material adulto, mas expandindo para outras modalidades de monetização digital.

Até o momento, não há informações públicas consolidadas sobre inventário, herdeiros ou a reorganização da participação societária de Radvinsky após sua morte. Contudo, ele deixa um ativo bilionário, altamente rentável e que desperta interesse de investidores.

O caso Radvinsky destaca uma intersecção entre tecnologia, economia dos criadores e um modelo de negócio que atrai investidores, apesar do peso reputacional da marca. Segundo a Reuters, a plataforma gera cerca de US$ 1,6 bilhão em receita líquida anual e mantém forte fluxo de caixa.

Com a morte do empresário, o mercado deve acompanhar dois aspectos principais: a sucessão patrimonial de um bilionário feito pela internet e o futuro do OnlyFans, que evoluiu de um fenômeno cultural a um negócio rentável na recente economia digital.

Créditos: BPMoney

Wheyz

Banco Digimais enfrenta rombo de R$ 8,5 bilhões e crise financeira grave

23 de março de 2026

Banco Digimais enfrenta rombo de R$ 8,5 bilhões e crise financeira grave

O Digimais, banco vinculado a Edir Macedo, está enfrentando seu momento mais crítico, com um rombo estimado em aproximadamente R$ 8,5 bilhões e patrimônio líquido negativo, o que tem levantado preocupações no sistema financeiro.

A crise do banco ultrapassa uma simples questão interna de balanço, pois aumenta os receios sobre a exposição dos investidores, o papel do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e o impacto de uma eventual solução para impedir um colapso desordenado.

Com um déficit desse porte e patrimônio líquido abaixo do zero, o Digimais demonstra uma deterioração estrutural, e não apenas conjuntural, o que faz o mercado questionar sua capacidade de recuperação e viabilidade.

Há ainda dúvidas sobre a real qualidade dos ativos do banco, incluindo suspeitas de registros difíceis de comprovar e de possíveis superavaliações que teriam comprometido a transparência da instituição ao longo dos anos.

Esta incerteza agrava a confiança do mercado, afetando avaliações de solvência, liquidez e risco.

A instituição também tem oferecido CDBs com taxas de rentabilidade superiores à média do mercado, uma prática comum para captar recursos de forma urgente e sinal de estresse financeiro.

Em resposta à situação, o Banco Central e o FGC estão monitorando o caso de perto, preocupados com a magnitude do problema e buscando evitar um agravamento da crise.

O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira, o que pode acarretar efeitos amplos caso a crise se aprofunde.

Considerando a exposição e os riscos, cresce nos bastidores a possibilidade de venda do Digimais para evitar a liquidação. O Banco Central também teria exigido reforço de capital e mudanças na gestão como medidas para conter o problema.

Ainda assim, o futuro do banco é incerto, e as tentativas de reestruturação realizadas até o momento não foram suficientes para restaurar a confiança do mercado.

Créditos: BPMoney

Well Lab Isaac Nutri

MP do RN investiga aumento abusivo dos preços da gasolina e do diesel

19 de março de 2026

MP do RN investiga aumento abusivo dos preços da gasolina e do diesel

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) iniciou, em 18 de março de 2026, um procedimento para investigar possíveis práticas abusivas relacionadas ao recente aumento dos preços da gasolina e do diesel no estado.

Em Natal, o valor da gasolina chegou a R$ 7,49 em alguns postos, quase R$ 1 a mais do que a média verificada em fevereiro pela Agência Nacional de Petróleo e Gás Natural (ANP).

O MPRN solicitou documentos que detalhem a aplicação da paridade de importação sobre o petróleo extraído no Rio Grande do Norte e notas fiscais para apurar se houve aumento imediato sobre estoques antigos ou elevação sem justificativa.

Além disso, foram requisitados aos órgãos de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio Grande do Norte e de Natal (Procons) relatórios sobre os preços, com prazo de resposta de 15 dias úteis.

O MPRN fará uma análise inicial para decidir se instaurará um inquérito civil.

Nesta mesma semana, o Procon RN autuou postos em Natal que elevaram os preços com margens acima da observada na compra do combustível, caracterizando aumento arbitrário do lucro. Em alguns casos, a margem bruta no etanol chegou a 86%, sem justificativa proporcional ao custo.

Segundo o Procon, essa prática viola o artigo 36, inciso III, da Lei nº 12.529/2011, que proíbe aumentos arbitrários de lucro por agentes econômicos.

Esta não é a primeira investigação sobre o aumento dos combustíveis no estado. Na semana anterior, o Ministério da Justiça pediu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que investigue o aumento nos preços dos combustíveis no Rio Grande do Norte, que ocorreu mesmo sem reajustes pela Petrobras, principal fornecedora nacional.

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do RN (Sindipostos-RN) afirmou que o aumento foi causado pelo conflito entre Estados Unidos e Irã, iniciado em 28 de fevereiro, considerando que os combustíveis no RN são provenientes de refinarias que seguem preços do mercado internacional.

Créditos: g1

Restaurante Sertanejo

Gasolina e diesel terão novo aumento no Rio Grande do Norte a partir de 19 de junho

19 de março de 2026

Gasolina e diesel terão novo aumento no Rio Grande do Norte a partir de 19 de junho

Prepare-se para um novo aumento nos preços da gasolina e do diesel no Rio Grande do Norte. Conforme comunicado da Brava Energia, os valores atualizados começarão a valer a partir desta quinta-feira (19).

Segundo a empresa responsável pela refinaria Clara Camarão, localizada em Guamaré e administrada pela Brava Energia, a gasolina tipo A passará de R$ 3,19 para R$ 3,82.

O diesel S-500 terá seu preço elevado de R$ 5,07 para R$ 5,52, enquanto o diesel marítimo subirá de R$ 5,07 para R$ 5,32.

Na semana anterior, esses combustíveis já tinham sofrido reajustes na refinaria Clara Camarão, chegando a ultrapassar os R$ 7,60 nas bombas para os consumidores do estado.

Com os novos aumentos, os preços da gasolina podem ultrapassar os R$ 8 no Rio Grande do Norte.

Créditos: 96fm

Sidy's Tv e Internet
RN Prefeitura