Papa Leão XIV pede aos líderes mundiais para acalmar tensões globais

8 de maio de 2026

Papa Leão XIV pede aos líderes mundiais para acalmar tensões globais

O papa Leão XIV solicitou a Deus que inspirasse os líderes mundiais a acalmar as tensões globais e diminuir o ódio, em seu discurso desta sexta-feira (8 de maio), data que marca seu primeiro ano como chefe da Igreja Católica.

O pronunciamento ocorreu um dia depois do encontro com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, no Vaticano.

Leão XIV, que provocou a insatisfação do presidente americano Donald Trump ao criticar a guerra contra o Irã, pediu aos fiéis que rezassem para que os governos evitem a violência.

Durante uma visita a Pompeia, cidade moderna a cerca de 245 km ao sul de Roma, próxima às ruínas de uma antiga erupção vulcânica, o papa declarou que iria se unir às orações para que Deus toque os corações, acalmando rancores e ódios fratricidas, além de iluminar aqueles com responsabilidades especiais no governo.

O papa americano conversou com Rubio na quinta-feira (7), em meio a um clima tenso com Washington, já que Donald Trump tem criticado o pontífice publicamente nas redes sociais.

O Vaticano informou que ambos se comprometeram a melhorar as relações bilaterais, numa ação considerada incomum, reconhecendo as tensões sem precedentes.

A embaixada dos EUA junto à Santa Sé publicou na rede social X que o pontífice e o secretário discutiram “tópicos de interesse mútuo no Hemisfério Ocidental”.

Leão XIV, nascido Robert Prevost, foi eleito pelos cardeais para suceder o papa Francisco em 8 de maio de 2025, tornando-se líder da Igreja Católica que conta com 1,4 bilhão de fiéis.

Prevost atuou décadas como missionário e bispo no Peru antes de se tornar papa, mantendo perfil discreto nos primeiros meses, mas recentemente tem se posicionado firmemente contra guerras e despotismo.

Em sua mensagem para milhares na praça principal de Pompeia, ele lamentou que a paz mundial esteja ameaçada por tensões internacionais e por uma economia que favorece o comércio de armas em detrimento do respeito à vida humana.

Leão XIV exortou as pessoas a não se acostumarem com a guerra, afirmando: “Não podemos nos resignar às imagens de morte que os noticiários nos mostram todos os dias.”

Créditos: CNN Brasil

Well Lab

Nasa divulga imagens da Terra feitas pela missão Artemis II rumo à Lua

4 de abril de 2026

Nasa divulga imagens da Terra feitas pela missão Artemis II rumo à Lua

A Nasa divulgou nesta sexta-feira, 3 de maio, imagens em alta resolução do planeta Terra capturadas pela missão Artemis II. Uma das fotos, feita da cabine da espaçonave Orion, apresenta uma visão parcial da Terra, fotografada pelo capitão da missão, o astronauta Reid Wiseman.

Outra imagem mostra o planeta inteiro, com tons de azul e marrom intensos, além da presença da aurora boreal verde iluminando a atmosfera. A Nasa descreveu a foto afirmando que é a Terra vista como um todo, enquanto todos acompanham a jornada dos astronautas rumo à Lua.

O astronauta Jeremy Hansen destacou a vista como “impressionante”. Sua colega Christina Koch comentou que “nada prepara para a emoção” que se sente naquele momento.

Durante uma entrevista ao vivo para emissoras de televisão, transmitida pelo canal oficial da Nasa, Hansen descreveu a Terra como iluminada como se fosse dia, com o brilho da Lua banhando o planeta.

Na quinta-feira, 2, os quatro astronautas da Artemis II acionaram os motores da nave, saindo da órbita terrestre após quase um dia e seguindo em direção à Lua. Esta é a primeira vez em mais de 50 anos que a Nasa realiza uma missão tripulada com esse objetivo.

“A humanidade voltou a mostrar do que é capaz”, comentou Hansen, o único canadense na tripulação, que inclui também três americanos.

A nave Orion gerou durante cerca de seis minutos o impulso necessário para deixar a órbita da Terra e alcançar a Lua, situada a mais de 384 mil quilômetros de distância, mil vezes mais longe do que a Estação Espacial Internacional (ISS).

A Artemis II é a primeira missão tripulada a ir rumo ao satélite natural da Terra desde o programa Apollo, que teve sua última missão em 1972. Desde então, a presença humana no espaço limitou-se à órbita terrestre próxima, principalmente na ISS.

A viagem até a Lua levará entre três e quatro dias. O objetivo da Artemis II é preparar o caminho para o retorno à superfície lunar, previsto para 2028, mais de meio século após as missões Apollo.

A tripulação não pousará no satélite, mas fará uma órbita ao redor da Lua, passando pelo lado oculto na próxima segunda-feira, 6, antes de retornar à Terra no dia 10 de maio.

Créditos: Tribuna do Norte

Restaurante Sertanejo

Espanha fecha espaço aéreo para aviões dos EUA em ataques ao Irã

30 de março de 2026

Espanha fecha espaço aéreo para aviões dos EUA em ataques ao Irã

A Espanha decidiu fechar seu espaço aéreo para aviões dos Estados Unidos envolvidos em ataques contra o Irã, expandindo uma medida anterior que restringia o uso conjunto de suas bases militares, anunciou a ministra da Defesa, Margarita Robles.

O jornal El País foi o primeiro a divulgar essa decisão, baseando-se em fontes militares. Com o espaço aéreo fechado, as aeronaves militares americanas terão que desviar suas rotas para evitar o território espanhol em operações rumo ao Oriente Médio. Esta restrição, segundo o jornal, não se aplica em situações emergenciais.

Essa decisão reflete a posição do governo espanhol de não participar nem apoiar um conflito iniciado unilateralmente e considerado contrário ao direito internacional, segundo declarou o ministro da Economia, Carlos Cuerpo, em entrevista à rádio Cadena SER.

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, tem sido crítico severo dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, classificando-os como atos imprudentes e ilegais. No início do mês, Sánchez afirmou que o então presidente Donald Trump “brincava de roleta russa” com a segurança de milhões de pessoas ao envolver-se na guerra contra o Irã, e que a Espanha não seria cúmplice dessas ações por temor a retaliações.

Em retaliação pela recusa de Madri em disponibilizar suas bases para o conflito, Trump ameaçou cortar relações comerciais com a Espanha.

Um mapa mostra as bases americanas no território espanhol, cuja utilização para ataques contra o Irã foi proibida pelo governo espanhol.

Créditos: G1 Globo

Well Farma

Ex-príncipe Andrew é preso no Reino Unido por suspeita de má conduta

19 de fevereiro de 2026

Ex-príncipe Andrew é preso no Reino Unido por suspeita de má conduta

O ex-príncipe Andrew foi detido no Reino Unido, conforme comunicado divulgado hoje. Seu irmão, o Rei Charles 3º, expressou preocupação com a notícia.

A prisão ocorreu sob suspeita de má conduta em cargo público, segundo informou a polícia do Vale do Tâmisa. Andrew perdeu seu título no ano anterior após ser investigado no caso envolvendo o bilionário Jeffrey Epstein.

A polícia não divulgou detalhes sobre o local para o qual Andrew foi levado ou se ele já prestou depoimento. A confirmação da prisão foi dada pelo canal britânico BBC e pelo jornal The Guardian.

Andrew foi detido em seu aniversário de 66 anos, na propriedade de Sandringham, em Norfolk, onde reside desde sua saída do Palácio de Windsor em fevereiro.

Investigações policiais também realizam buscas em residências ligadas ao ex-príncipe nos condados de Berkshire e Norfolk, após uma análise criteriosa do caso.

A prisão acontece logo após divulgação de e-mails de 2010, acessados pela BBC, que sugerem que Andrew teria enviado relatórios oficiais a Epstein. Os documentos indicam que o ex-príncipe compartilhou informações sobre viagens a Hong Kong, Singapura e Vietnã, além de detalhes sobre oportunidades de investimento com o bilionário.

O Rei Charles 3º emitiu uma nota afirmando que a família real oferece “apoio incondicional” às autoridades. Ele ressaltou sua preocupação e destacou que as investigações competentes devem prosseguir sem interferência. “Deixe-me ser bem claro: a lei deve seguir seu curso. Como esse processo ainda está em andamento, não seria apropriado da minha parte comentar mais sobre o assunto”, declarou.

Andrew nega envolvimento em quaisquer crimes atribuídos a Epstein, e um inquérito permanece aberto.

Em janeiro, o Departamento de Justiça dos EUA tornou públicas fotografias de Andrew em situações comprometedoras com uma mulher não identificada, que teve o rosto censurado. Não há informações sobre o contexto, data ou local das imagens. Os documentos também revelam comunicações entre Andrew e Epstein, inclusive um convite ao Palácio de Buckingham.

Em outubro, diante de diversos escândalos, Charles 3º retirou títulos do irmão, incluindo o de príncipe, e Andrew passou a ser chamado apenas de Andrew Mountbatten Windsor, vivendo numa residência mantida pelo rei.

Jeffrey Epstein morreu em 2019 por suicídio na prisão em Nova York, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual de menores e conspiração.

Créditos: UOL Notícias

QFome App

Michael Schumacher já usa cadeira de rodas após melhora no estado de saúde, diz portal

26 de janeiro de 2026

Michael Schumacher, heptacampeão da Fórmula 1, não está mais restrito à cama e agora se desloca em cadeira de rodas em sua mansão em Gland, Suíça. O diário britânico Daily Mail divulgou a informação sobre a condição atual de saúde do ex-piloto, que sofreu um grave acidente de esqui em dezembro de 2013.

Segundo a reportagem, Schumacher apresentou uma melhora significativa recentemente, permitindo que ele não precise mais permanecer acamado. O alemão de 57 anos continua recebendo cuidados permanentes, assistido 24 horas por dia por uma equipe de enfermeiros e terapeutas.

O custo do tratamento médico do ex-piloto soma “dezenas de milhares de libras por semana”, conforme relatado pelo Daily Mail.

Um informante do jornal britânico detalhou a situação do heptacampeão da Fórmula 1, cuja família tem mantido a privacidade sobre seu estado de saúde desde o acidente ocorrido há 12 anos.

“A sensação é de que ele compreende algumas situações ao seu redor, mas possivelmente não todas”, comentou a fonte.

Michael Schumacher teve uma carreira destacada na Fórmula 1, atuando em dois períodos: de 1991 a 2006 e de 2010 a 2012, passando pelas equipes Jordan, Benetton, Ferrari e Mercedes.

Ao longo da trajetória, conquistou sete títulos mundiais nas temporadas de 1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004.

Casado com Corinna Schumacher desde 1995, Michael tem dois filhos: Gina-Maria, que compete em hipismo nos Estados Unidos, e Mick Schumacher, piloto de automobilismo que já disputou a Fórmula 1 entre 2021 e 2022 e participou do Mundial de Endurance da FIA.

CNN

Sidy's Tv e Internet

Trump descarta uso da força para adquirir Groenlândia e destaca defesa dos EUA

21 de janeiro de 2026

Trump descarta uso da força para adquirir Groenlândia e destaca defesa dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (21) que não usará a força para tentar controlar a Groenlândia, mas ressaltou que nenhum outro país além dos Estados Unidos pode garantir a segurança do território dinamarquês.

Durante sua participação no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, Trump declarou: “As pessoas pensaram que eu usaria a força, mas eu não preciso usar a força. Eu não quero usar a força. Eu não usarei a força.”

Embora tenha minimizado o tema ao chamá-lo de um “pedido pequeno” por um “pedaço de gelo”, Trump afirmou que a aquisição da Groenlândia não ameaça a aliança da Otan, que inclui Dinamarca e Estados Unidos.

Ele ressaltou: “Nenhuma nação ou grupo de nações está em posição de garantir a segurança da Groenlândia, a não ser os Estados Unidos”, e acrescentou que está buscando negociações imediatas para analisar novamente a possibilidade de aquisição do território.

Trump, que completou seu primeiro ano no cargo em 20 de janeiro, deve ofuscar a agenda do Fórum Econômico Mundial, onde líderes globais discutem tendências econômicas e políticas.

Líderes da Otan alertaram que a estratégia de Trump pode causar instabilidade na aliança.

As lideranças da Dinamarca e da Groenlândia têm proposto formas de aumentar a presença dos EUA no local, onde vivem 57 mil pessoas.

Em seu discurso para uma plateia repleta de líderes empresariais e políticos, Trump afirmou: “Queremos um pedaço de gelo para a proteção mundial, e eles não vão dar.”

Créditos: CNN Brasil

Academia Noova

Disputa aberta pelo comando da Venezuela entre Trump e Delcy Rodríguez

7 de janeiro de 2026

Disputa aberta pelo comando da Venezuela entre Trump e Delcy Rodríguez

Mesmo após a nomeação de uma presidência interina pelo afastamento de Nicolás Maduro, a liderança efetiva da Venezuela permanece incerta. Declarações recentes de Donald Trump e da presidente interina Delcy Rodríguez evidenciam esta disputa pelo poder.

Delcy Rodríguez afirmou em mensagem pela TV estatal venezuelana, no dia 6 de janeiro, que a Venezuela não é governada por nenhum “agente externo” e que somente as autoridades venezuelanas detêm poder sobre o país.

Essa fala foi uma resposta a Donald Trump. Na segunda-feira, 5 de janeiro, em entrevista à NBC News, o presidente dos EUA declarou que está no comando da Venezuela. Questionado sobre quem governa o país, respondeu diretamente: “Eu”.

Trump mencionou pela primeira vez a participação de um grupo de alto escalão dos EUA nas decisões sobre a Venezuela, citando o secretário de Estado, Marco Rubio, o secretário da Defesa, Pete Hegseth, o vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, e o vice-presidente JD Vance. Segundo ele, cada um tem “especialidades diferentes” nesse processo.

De acordo com a Constituição venezuelana, na ausência do presidente, o poder é transferido à vice-presidente, cargo então ocupado por Delcy Rodríguez.

No sábado, 3 de janeiro, quando Maduro foi capturado por forças norte-americanas, o Tribunal Supremo de Justiça venezuelano determinou que Delcy assumisse interinamente a Presidência para “garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da Nação”.

No domingo, 4 de janeiro, as Forças Armadas reconheceram oficialmente Delcy como presidente interina e o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, apoiou publicamente sua permanência no cargo por 90 dias. Ela tomou posse oficialmente na segunda-feira, 5 de janeiro.

Assim, Delcy conta com apoio institucional do Judiciário e das Forças Armadas no cenário interno venezuelano.

Nos Estados Unidos, há divergências nas posições sobre a situação venezuelana. Enquanto Trump sustenta estar no comando do país e que Washington administra a Venezuela interinamente, o governo americano negou, no Conselho de Segurança da ONU, ocupar o território venezuelano ou estar em guerra.

O embaixador dos EUA na ONU, Michael Waltz, afirmou que a operação para capturar Nicolás Maduro foi jurídica, não militar.

Trump declarou ainda que Delcy Rodríguez coopera com os EUA, mantendo diálogo frequente por meio do secretário de Estado Marco Rubio. “A relação entre eles tem sido muito forte”, disse ele.

O presidente norte-americano afirmou que não autorizará novos ataques enquanto essa cooperação continuar, embora possa reconsiderar essa posição caso Delcy mude sua postura.

Créditos: Metropoles

Wheyz

Papa Leão 14 manifesta preocupação com crise na Venezuela e pede fim da violência

5 de janeiro de 2026

Papa Leão 14 manifesta preocupação com crise na Venezuela e pede fim da violência

Durante a missa deste domingo, após rezar o Angelus, o papa Leão 14 expressou sua preocupação com os recentes acontecimentos na Venezuela.

Em sua declaração, ele afirmou acompanhar “com profunda preocupação os desdobramentos da situação na Venezuela”. O pontífice destacou que o bem do povo venezuelano deve prevalecer acima de qualquer outra consideração e servir de inspiração para superar a violência.

Leão 14 enfatizou a necessidade de trilhar caminhos de justiça e paz, garantindo a soberania do país e assegurando o estado de direito previsto na Constituição. Ele também ressaltou o respeito aos direitos humanos e civis de todas as pessoas, promovendo a construção coletiva de um futuro sereno, estável e harmonioso.

O papa deu atenção especial aos mais pobres, que têm sofrido com a difícil situação econômica da Venezuela por mais de uma década, destacando sua preocupação com os grupos mais vulneráveis da nação.

Créditos: Tribuna do Norte

Well Lab Isaac Nutri

Nicolás Maduro desembarca nos EUA após ser capturado durante ataques à Venezuela

3 de janeiro de 2026

O avião com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, chegou aos Estados Unidos neste sábado (3). O pouso da aeronave foi realizado na Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart, em Nova York, onde Maduro deve responder a acusações de tráfico de drogas e porte de armas em um tribunal federal de Manhattan na próxima semana.

O presidente venezuelano e sua esposa foram capturados na madrugada deste sábado durante ataques dos EUA contra a cidade de Caracas, capital da Venezuela.

Mais cedo, o presidente Donald Trump, disse que o país norte-americano vai assumir a administração da Venezuela provisoriamente. Durante pronunciamento oficial, ele anunciou, ainda, a entrada de petroleiras norte-americanas em solo venezuelano.

Em resposta ao anúncio de Trump, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, convocou ministros e a população a resistirem a uma intervenção dos Estados Unidos no país. Rodríguez pediu calma e afirmou que a Venezuela “nunca será colônia de nenhuma nação”.

Restaurante Sertanejo

EUA retiram Alexandre de Moraes e esposa da lista de sanções Magnitsky

12 de dezembro de 2025

Após quase cinco meses sob sanções da Lei Global Magnitsky, o ministro do STF Alexandre de Moraes foi removido da lista do OFAC, agência do Tesouro dos EUA, no início da tarde de hoje.

Com essa decisão, deixam de existir as restrições financeiras e territoriais ligadas à Magnitsky que impediam Moraes de transitar, possuir bens no território americano ou realizar negócios em dólar ou com entidades dos EUA.

As sanções também foram suspensas para a esposa do ministro, a advogada Viviane Barci de Moraes, e para o Lex Instituto de Estudos Jurídicos Ltda., que tem ligação com a família do ministro.

Moraes estava na lista desde 30 de julho, quando o governo Trump o acusou de violação de direitos humanos devido à sua atuação como relator no processo da trama golpista que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro a mais de 27 anos de prisão, além das decisões que retiraram do ar conteúdos de usuários baseados nos EUA nas redes sociais norte-americanas.

UOL

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