Tesouro recusa garantia e empréstimo de R$ 20 bilhões dos Correios é suspenso

3 de dezembro de 2025

Tesouro recusa garantia e empréstimo de R$ 20 bilhões dos Correios é suspenso

Os Correios suspenderam nesta terça-feira (2/12) o andamento de um empréstimo de R$ 20 bilhões, que buscava fortalecer o caixa da estatal e viabilizar sua reestruturação. A suspensão ocorreu após o Tesouro Nacional negar a garantia da União, devido ao elevado custo da operação.

O empréstimo foi aprovado no final de novembro pelo conselho dos Correios, com participação de um consórcio bancário formado por Banco do Brasil, Citibank, BTG Pactual, ABC Brasil e Safra, mas dependia da aprovação do Tesouro para sua efetivação.

O motivo da recusa está na taxa de juros considerada alta, com remuneração próxima a 136% do CDI, ultrapassando o limite tradicional de 120% para operações com garantia soberana.

Segundo o Tesouro, não há justificativa para a taxa tão elevada, já que a garantia do governo diminui significativamente os riscos da operação. Ao se tornar fiador, o Tesouro assume a responsabilidade por eventuais inadimplências, o que elimina o risco para os bancos.

Desde o início das negociações, técnicos do Ministério da Fazenda demonstraram preocupação em autorizar a garantia, devido ao risco da operação, o que aumentaria a probabilidade da União ter que honrar os pagamentos.

Dario Durigan, secretário-executivo da Fazenda, declarou que não apoia a operação e que a equipe acompanhará com atenção a situação preocupante da empresa.

O empréstimo integrava um plano maior de reestruturação financeira dos Correios, que visa eliminar o déficit e voltar a gerar lucro a partir de 2027. Este plano incluía ainda demissões voluntárias, venda de imóveis sem uso e revisão de contratos.

Com a suspensão do crédito, os Correios terão de reavaliar sua estratégia de captação e provavelmente renegociar os termos com os bancos. A decisão também levanta alertas sobre riscos fiscais para o Tesouro e para os contribuintes, aspecto destacado em representação encaminhada ao Tribunal de Contas da União (TCU).

Na segunda-feira (1º/12), o Ministério Público solicitou ao TCU monitoramento do empréstimo proposto, argumentando a necessidade de transparência e prevenção de riscos fiscais.

Lucas Furtado, subprocurador-geral do MP, destacou que os juros de 136% do CDI podem gerar despesas bilionárias ao longo de 10 anos, agravando a situação financeira dos Correios e podendo transferir o ônus ao Tesouro. Ele ainda ressaltou que custos adicionais como taxas administrativas devem ser observados.

Furtado apontou que, se a estatal falhar nas obrigações financeiras, o impacto maior recairá sobre o contribuinte brasileiro, já que o Tesouro Nacional assumirá a responsabilidade.

Créditos: Metropoles

Well Lab

Banco Central lança BC Protege+ para bloquear abertura de contas bancárias

1 de dezembro de 2025

Banco Central lança BC Protege+ para bloquear abertura de contas bancárias

O Banco Central lançou na segunda-feira (1º de dezembro de 2025) uma nova ferramenta chamada BC Protege+, que permite ao cidadão impedir a abertura de contas bancárias em seu nome. A medida visa combater fraudes associadas à criação de contas com documentos falsos.

A restrição informada pelo BC é automaticamente comunicada a todas as instituições financeiras e cobre contas-corrente e poupança, exceto as contas-salário, que são abertas exclusivamente para o pagamento do empregado.

O serviço é gratuito e pode ser cancelado pelo usuário a qualquer momento caso ele deseje abrir uma nova conta. Segundo Izabela Correa, diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do Banco Central, essa iniciativa também protege contra a inclusão não autorizada de pessoas como titulares de contas de terceiros.

Até as 15h do mesmo dia, cerca de 7.800 pessoas já haviam ativado a proteção, após o início do funcionamento da ferramenta às 10h da manhã.

Créditos: g1

Restaurante Sertanejo

Rio Grande do Norte registra maior queda no preço do etanol no Brasil

1 de dezembro de 2025

Rio Grande do Norte registra maior queda no preço do etanol no Brasil

O Rio Grande do Norte liderou a redução no preço do etanol no Brasil, conforme levantamento semanal da ANP. No período de 23 a 29 de novembro, o litro do combustível no estado caiu 4,15%, atingindo o valor de R$ 4,39, recuo mais intenso entre todas as unidades federativas.

No cenário nacional, os preços do etanol hidratado tiveram variações diversas: houve queda em 11 estados, aumento em 9 e no Distrito Federal, e estabilidade em 6 estados. Em média, o litro do combustível registrou alta de 0,46%, alcançando R$ 4,33. Em São Paulo, principal estado produtor e consumidor, o preço subiu 0,97%, custando R$ 4,15 por litro.

Os extremos de preço também foram destacados: o menor valor registrado foi R$ 3,39 em um posto de São Paulo, enquanto o maior preço atingiu R$ 6,49 em Pernambuco. Mato Grosso do Sul apresentou o menor preço médio estadual, de R$ 3,96, e o Amapá o maior, com R$ 5,54.

Quanto à competitividade em relação à gasolina, o etanol se mostrou vantajoso em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco e São Paulo. Porém, na média nacional, a paridade ficou em 70,18%, ainda desfavorável quando comparada ao derivado do petróleo.

Créditos: Tribuna do Norte

Well Farma

PIX bate recorde e registra 297,4 milhões de operações em um dia

1 de dezembro de 2025

O Banco Central (BC) informou nesta segunda-feira (1º) que o PIX bateu recorde ao registrar 297,4 milhões de transações financeiras em um único dia (última sexta-feira).

Segundo o BC, essas operações em PIX movimentaram R$ 166,2 bilhões. Nesta sexta, data do recorde, os brasileiros também foram às compras em função da Black Friday. Mesma ocasião em que terminou o prazo para os empregadores pagarem a primeira parcela do 13º salário.

O recorde anterior havia sido registrado em 5 de setembro, quando foram registradas 290 milhões de transações.

“O resultado é mais uma demonstração da importância do PIX como infraestrutura digital pública, para o funcionamento da economia nacional”, avaliou o Banco Central.

QFome App

Bradesco e Itaú recorrem à Justiça para tentar reverter falência da Oi

13 de novembro de 2025

Bradesco e Itaú recorrem à Justiça para tentar reverter falência da Oi

Os bancos Bradesco e Itaú Unibanco, credores da Oi, entraram com ação judicial para tentar reverter o decreto de falência da operadora. O objetivo das instituições é que o processo de recuperação judicial seja retomado, pois com a falência a chance de quitação das dívidas diminui.

A Oi, ao longo dos anos, vendeu grande parte de seus ativos, fato destacado na decisão que decretou o encerramento da recuperação judicial e a falência da companhia.

Outro argumento dos bancos refere-se ao impacto nos serviços de telefonia fixa com prefixo tridígitos, atendendo órgãos públicos essenciais, como os números 193 dos Bombeiros e 190 da Polícia Militar.

A falência da Oi foi decretada na segunda-feira (10/11), encerrando um processo de recuperação judicial que havia durado dez anos. Porém, a crise da operadora, que já foi a maior da América Latina, começou bem antes.

Os primeiros sinais de fragilidade apareceram em 2012, logo após a Oi assumir a liderança do setor com forte crescimento. Ainda na liderança, a operadora acumulou dívidas devido a aquisições mal planejadas e altos custos operacionais.

Em 2016, a empresa fez o primeiro pedido de recuperação judicial, possuindo uma dívida superior a R$ 60 bilhões. O processo foi encerrado seis anos depois, após a venda das principais operações para outras operadoras, como Telefônica Brasil, Claro e Tim.

No entanto, em 2023, a Oi buscou novamente proteção judicial em meio a denúncias de descumprimento do plano de recuperação e esvaziamento patrimonial.

Na decisão que decretou a falência, a juíza Simone Gastesi Chevrand destacou que a empresa vendeu ativos e assumiu novas obrigações financeiras enquanto as dívidas aumentavam.

Entre os gastos da Oi estão a contratação de advogados para tentar enquadrar a empresa no Chapter 11 nos EUA, estratégia que não deu certo e custou US$ 100 milhões (R$ 530 milhões) aos cofres da companhia. A decisão também aponta outras contratações de profissionais e serviços com custos incompatíveis com o processo de recuperação.

“A Oi foi esvaziada e não há mais atividade empresarial que justifique o tamanho da dívida existente”, escreveu a magistrada.

Com a venda de seus ativos, a rede móvel da Oi passou a um consórcio formado por Claro e Vivo. A operação de TV por satélite (DTH) foi adquirida pela SKY, a rede de fibra óptica foi vendida ao BTG Pactual e a infraestrutura de torres para a Highline.

A Oi foi fundada em 1998 após a privatização do sistema Telebrás. Inicialmente nomeada Telemar, a operadora atuava em mais de 60% do território nacional. Em 2002, passou a ser chamada Oi.

Créditos: Metropoles

Sidy's Tv e Internet

Gestora Capitânia negocia compra do Midway Mall e controla nove shoppings

12 de novembro de 2025

Gestora Capitânia negocia compra do Midway Mall e controla nove shoppings

A Capitânia Investimentos, gestora de recursos que está negociando a aquisição do Midway Mall, localizado em Natal, já administra um fundo imobiliário com nove shoppings distribuídos em três estados brasileiros.

Na região Nordeste, o único empreendimento deste portfólio é o Iguatemi Fortaleza, situado na capital cearense, com um terreno de 190.786 m² e Área Bruta Locável (ABL) de 90.165 m² disponível para aluguel.

No estado de São Paulo, há seis shoppings no portfólio da gestora, enquanto outros dois estão localizados no Rio Grande do Sul. São eles: Iguatemi Alphaville – Barueri/SP; Catarina Fashion Outlet – São Roque/SP; Shopping Metro Tatuapé – São Paulo/SP; Shopping Boulevard Tatuapé – São Paulo/SP; Parque Shopping Dom Pedro – Campinas/SP; Shopping Pátio Paulista – São Paulo/SP; Shopping Praia de Belas – Porto Alegre/RS; e Fashion Outlet Novo Hamburgo – Novo Hamburgo/RS.

A soma da ABL dos nove shoppings totaliza 438.919 m². De acordo com informações do relatório mensal de setembro, o fundo imobiliário gerido pela Capitânia possui participação média de 7,8% nesses empreendimentos.

A negociação de venda do Midway Mall e do Midwest Estacionamento foi submetida pela Riachuelo, subsidiária da Guararapes, ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na última sexta-feira, dia 7. A Capitânia Investimentos e outros potenciais coinvestidores minoritários figuram como compradores das cotas representativas de 100% do capital social desses empreendimentos.

Fundado pelo empresário potiguar Nevaldo Rocha, o Midway Mall é o maior shopping do Rio Grande do Norte, inaugurado em 27 de abril de 2005 após investimentos de R$ 130 milhões. Está localizado entre as avenidas Nevaldo Rocha e Senador Salgado Filho, numa área privilegiada da cidade, com acesso às quatro zonas urbanas. O terreno onde foi construído o shopping já abrigava uma das antigas fábricas da Guararapes.

O Midway Mall possui uma Área Bruta Locável (ABL) de 66,2 mil m² e uma área bruta construída de 235,9 mil m². Nos últimos 12 meses encerrados no terceiro trimestre de 2025, o shopping registrou receita bruta de R$ 138 milhões e receita líquida operacional (NOI) de R$ 121,7 milhões, o que equivale a um indicador de R$ 1.839 por m² de NOI por ABL.

Lista dos shoppings do fundo imobiliário gerido pela Capitânia:

– Iguatemi Fortaleza – JCC – Fortaleza/CE
– Iguatemi Alphaville – Iguatemi – Barueri/SP
– Shopping Praia de Belas – Iguatemi – Porto Alegre/RS
– Fashion Outlet Novo Hamburgo – Iguatemi – Novo Hamburgo/RS
– Catarina Fashion Outlet – JHSF – São Roque/SP
– Parque Shopping Dom Pedro – Allos – Campinas/SP
– Shopping Boulevard Tatuapé – AD Shopping – São Paulo/SP
– Shopping Metro Tatuapé – AD Shopping – São Paulo/SP
– Shopping Pátio Paulista – Iguatemi – São Paulo/SP

Créditos: Tribuna do Norte

Academia Noova

11 de novembro de 2025

Créditos: g1

Wheyz

EUA reduzem operações em 40 aeroportos no 38º dia de shutdown

7 de novembro de 2025

EUA reduzem operações em 40 aeroportos no 38º dia de shutdown

A partir de hoje, os 40 maiores aeroportos dos Estados Unidos terão suas operações reduzidas em 4%. A decisão foi tomada para preservar a segurança no setor diante da falta de profissionais, causada pelo shutdown federal que completa 38 dias.

Essa limitação vale para aeroportos importantes, como os de Nova York (John F. Kennedy e LaGuardia), Miami, Orlando, Los Angeles e Dallas, conforme determinação da FAA, órgão regulador da aviação americana.

A redução será progressiva, chegando a 6% a partir de 11 de novembro, 8% em 13 de novembro e 10% em 14 de novembro.

Estima-se que a medida retire cerca de 700 voos diários da malha aérea americana. Segundo a consultoria Cirium, via Reuters, a regra implica no cancelamento de 220 voos da American Airlines, 188 da United, 170 da Delta e 120 da Southwest.

Além da limitação das decolagens, a FAA implementou outros três protocolos para garantir a segurança: proibiu aproximações por voo visual em aeroportos com falta significativa de profissionais, restringiu operações comerciais no período das 22h às 6h e baniu voos com paraquedas e missões fotográficas próximas a áreas carentes de pessoal.

O shutdown federal deixou 13 mil controladores de tráfego aéreo e 50 mil agentes da Administração de Segurança no Transporte sem remuneração, elevando a ausência de servidores. A FAA informa que o setor aéreo opera com cerca de 3,5 mil trabalhadores a menos.

Essas medidas foram adotadas com base na análise de dados de segurança, incluindo relatórios confidenciais de pilotos e controladores que apontaram maior pressão sobre o sistema e aumento do risco.

As companhias aéreas terão que reembolsar integralmente os bilhetes cancelados, mas não são obrigadas a cobrir custos adicionais, como hospedagem ou alimentação, seguindo o padrão americano para atrasos ou cancelamentos não imputáveis às empresas.

Este é o shutdown mais longo da história dos EUA, iniciado em 1º de outubro após o Congresso não aprovar o orçamento para 2025/2026, causando o maior impasse da economia do país.

A paralisação ameaça o feriado de Ação de Graças, celebrado em 27 de novembro, quando milhões de americanos viajam. A redução de servidores nos aeroportos, rodovias e estradas pode impactar essas celebrações, alertam companhias aéreas e agências. Em 2024, 80 milhões de americanos viajaram internamente, sendo 6 milhões por avião.

Créditos: UOL Economia

Well Lab Isaac Nutri

China retoma importação de frangos do Brasil após suspensão por gripe aviária

7 de novembro de 2025

China retoma importação de frangos do Brasil após suspensão por gripe aviária

A China encerrou a suspensão das importações de frango do Brasil, imposta em maio devido a um caso de gripe aviária registrado em Montenegro (RS). A decisão foi anunciada pela Administração Geral de Alfândegas da China, sete meses após o embargo.

O país asiático, principal destino das exportações brasileiras de frango, é essencial para o comércio exterior do Brasil. O governo brasileiro declarou-se livre da gripe aviária em junho, após 28 dias sem novos casos em granjas.

Em comunicado divulgado nesta sexta-feira, a Alfândega da China confirmou a suspensão da proibição, embora sem informar quais produtos específicos foram liberados. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango, e a China representa uma fatia significativa desse mercado.

Na mesma semana, a China anunciou a retirada de tarifas retaliatórias sobre alguns produtos agrícolas dos Estados Unidos, além da suspensão de controles de exportação sobre diversas empresas americanas. Essa medida ocorreu após o presidente Donald Trump reduzir de 20% para 10% as tarifas adicionais aplicadas a produtos chineses importados pelos Estados Unidos.

O embargo chinês havia sido imposto em 16 de maio, interrompendo temporariamente as exportações brasileiras. Em setembro, especialistas chineses visitaram o Brasil para auditar os controles sanitários e confirmar a erradicação da doença.

O governo brasileiro comunicou oficialmente o status livre de gripe aviária à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e aos países que importam seus frangos.

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil exporta carne de frango para 151 países. Em 2024, a China comprou mais de 560 mil toneladas do produto brasileiro. Apesar da importância internacional, 64,6% da produção nacional é consumida internamente, com uma média de 45 quilos por habitante ao ano.

Ao todo, 17 nações suspenderam preventivamente as importações de frango e derivados do Brasil devido ao foco da gripe aviária detectado em uma granja em Montenegro, no Rio Grande do Sul. Entre os países que mantiveram restrição estavam a China, Argentina e União Europeia.

Diversas estratégias foram adotadas para conter o foco da doença, incluindo barreiras sanitárias rigorosas, sacrifício e enterro dos animais afetados.

Em setembro, praticamente todos os mercados, exceto a China, já haviam liberado as importações brasileiras, incluindo Japão – o terceiro maior comprador – e Iraque, que ocupa a nona posição.

Trata-se do primeiro caso de gripe aviária em aves comerciais do Brasil, antes restrita a aves silvestres. Para minimizar os impactos nas exportações, o Ministério da Agricultura e autoridades estaduais implementaram medidas de isolamento e contenação, persuadindo alguns países a restringirem apenas frango proveniente da região afetada, como fez o Japão.

Em 2024, as exportações brasileiras de carne de frango bateram recorde, atingindo 5,294 milhões de toneladas, um aumento de 3%, e gerando receita de US$ 9,928 bilhões, alta de 1,3% em relação a 2023, conforme dados da ABPA.

Créditos: O Globo

Restaurante Sertanejo

Líderes de 190 países se reúnem em Belém na Cúpula da COP30

6 de novembro de 2025

Líderes de 190 países se reúnem em Belém na Cúpula da COP30

A Cúpula dos Líderes da COP30 teve início em 6 de julho, em Belém, reunindo presidentes, primeiros-ministros e representantes de mais de 190 países. Esse evento é o ponto alto da conferência do clima da ONU, com discursos e negociações destinadas a acelerar as metas do Acordo de Paris e a financiar a transição para uma economia verde.

Pela primeira vez realizada na região amazônica, a cúpula busca fortalecer o papel da Amazônia no debate global sobre o desmatamento e o desenvolvimento sustentável. Entre os europeus presentes estão o presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro-ministro alemão Friedrich Merz, o chefe de governo espanhol Pedro Sánchez, o líder do Reino Unido Keir Starmer, o principal de Portugal Luís Montenegro e o representante da Holanda Dick Schoof.

Da América Latina, participam Gustavo Petro, presidente da Colômbia, Gabriel Boric, do Chile, e Xiomara Castro, de Honduras.

A China, maior emissora de gases de efeito estufa, enviou seu vice-primeiro-ministro Ding Xuexiang. Os Estados Unidos, que são o segundo maior poluidor, optaram por se retirar das negociações.

Também estão em Belém a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, além do Secretário-Geral da ONU, António Guterres, do príncipe Albert II de Mônaco e do príncipe William do Reino Unido.

A relação inclui ainda líderes de países como Finlândia, Namíbia, Guiana, Comores, Palau, Suriname, Letônia, Síria, Suécia e Congo-Brazzaville, mostrando a diversidade global da cúpula.

O principal objetivo do Brasil na COP é assegurar recursos para um plano de 125 bilhões de dólares. Nesse plano, países ricos e investidores privados financiarão nações emergentes para preservar suas florestas tropicais.

Até o momento, poucas nações demonstraram disposição em contribuir com esses recursos. O presidente Lula também tem buscado estimular o desenvolvimento dos biocombustíveis, área em que o Brasil é o segundo maior produtor mundial.

Créditos: Veja Abril

Sidy's Tv e Internet
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