Páscoa: cirurgiã-dentista dá 5 recomendações de como proteger a saúde bucal nesse período

29 de março de 2024

Época muito aguardada por toda a criançada, a páscoa será celebrada neste domingo (31). É nesse período que doces, chocolates e outros tipos de guloseimas são entregues, seguindo fortemente a tradição.

Contudo, é fundamental lembrar que esses alimentos podem ser prejudiciais à saúde bucal, podendo acarretar no aparecimento da doença cárie, caso sejam consumidos sem os cuidados adequados.

Segundo a Dra. Letícia Batista, cirurgiã-dentista e especializanda em odontopediatria, é fundamental que pais e responsáveis adotem boas práticas e, com isso, reduzam danos para garantir um sorriso saudável não só do seu filho ou filha, mas de toda a família. Confira:

1- Limite a frequência do consumo dos doces

Consumir o chocolate de forma fracionada é a pior opção. O ideal é limitar a ingestão dos doces a um período do dia ao invés de permitir comer um pouquinho várias vezes ao dia. A justificativa passa pelo fato de que o principal fator causador da doença cárie é a alta frequência de ingestão de açúcar.

2- Evite comer os doces à noite

Principalmente antes de dormir! Uma ótima sugestão é consumir como uma opção de sobremesa após o almoço.

3- Escolha opções mais saudáveis

Opte por chocolates com maior teor de cacau e menos açúcar. Também é interessante optar por chocolates com formatos mais simples e evitar aqueles com recheios muito açucarados, que podem aderir aos dentes e aumentar o risco de lesões de cárie.

4- Não escovar os dentes imediatamente após o consumo dos doces

Calma! A escovação e o uso do fio dental sempre devem ser prioridade, mas com uma observação muito importante: ao ingerir os doces e escovar os dentes logo depois, estará friccionando o ácido do chocolate nos dentes, podendo causar desgastes, sensibilidade dentária e até dor. O ideal é aguardar de 20 a 30 minutos para a saliva equilibrar o ph bucal.

5- Para crianças menores de 2 anos nada de chocolate, viu coelhinho?

Bebês até 2 anos não devem consumir açúcar! Os coelhos de pelúcia são uma ótima opção para os nenês não ficarem de fora.

Gostou do conteúdo? A Dra. Letícia Batista atende crianças e adultos em Currais Novos na clínica CEOM. Clique para agendar um horário.

Well Lab

Mononucleose ou ‘doença do beijo’: conheça os riscos da infecção que fica em alta no carnaval

9 de fevereiro de 2024

Em alta no carnaval, a mononucleose, também conhecida como doença do beijo, é uma infecção causada pelo vírus Epstein-Barr, transmitida principalmente pela saliva. A condição ganha holofotes no período carnavalesco, quando as aglomerações facilitam a circulação viral, sobretudo entre pessoas entre 15 e 25 anos.

A recomendação básica é manter o repouso e potencializar a hidratação. Dependendo da intensidade dos sintomas, remédios podem ser prescritos pelo médico após a confirmação do diagnóstico por meio de exames laboratoriais, como hemograma e pesquisa de anticorpos. Para receber a orientação adequada, é fundamental buscar auxílio de profissional qualificado.

Além da mononucleose, uma variedade de ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) circulam no carnaval. As principais são: HIV/aids, herpes, hepatites virais, sífilis, clamídia, gonorreia, tricomoníase, cancro mole, condiloma acuminado (HPV) e doença inflamatória pélvica (DIP). O uso da camisinha masculina ou feminina em todas as relações sexuais – oral, anal e vaginal – é o principal método de prevenção.

Também com transmissão via oral, o risco de contato com a herpes também circula durante a folia. A dentista Caroline Cavalcante, da Hapvida Interodonto, indica que é uma doença facilmente identificável. “Antes de beijar alguém, perceba se há pequenas pápulas ao redor da boca ou nos cantinhos. As pápulas do herpes tem a aparência de pequenas espinhas’, explica.

Restaurante Sertanejo

Chumbo presente no copo Stanley prejudica a saúde? Entenda os riscos

30 de janeiro de 2024

Os copos e garrafas da marca Stanley conquistaram a preferência dos consumidores brasileiros nos últimos anos, superando a resistência de críticos antigos. No entanto, recentemente, ganharam destaque nas redes sociais devido a uma nova tendência em que usuários nos Estados Unidos realizaram um teste caseiro para verificar a presença de metais pesados nos produtos.

Surpreendentemente, os produtos Stanley testaram positivo para a presença de chumbo, despertando preocupações. Mas quais são os riscos associados a isso? Sabe-se que, quando em contato direto com o ser humano, o chumbo pode causar intoxicação e diversos outros problemas de saúde. No entanto, a presença do metal na composição do copo ou da garrafa não é automaticamente um problema, desde que o usuário utilize o produto de maneira adequada.

Em resposta ao GLOBO, a fabricante confirmou que os copos Stanley contêm chumbo em sua composição. O metal é empregado para vedar a base do copo, mas, segundo a empresa, encontra-se protegido por um revestimento de aço inoxidável que impede o contato direto com o consumidor.

“A Stanley esclarece que não há chumbo em parte alguma da superfície de seus produtos que entre em contato com o consumidor, ou com líquidos e alimentos que estejam sendo consumidos. A marca utiliza um processo de fabricação que segue o padrão global da indústria para realizar o selamento na parede externa e garantir o isolamento a vácuo. Este material de vedação inclui uma parcela de chumbo em sua composição. No entanto, uma vez selada, esta área é coberta por uma camada não removível de aço inoxidável, tornando-a inacessível aos consumidores.”

Globo 

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