Poucos aliados de Flávio Bolsonaro têm atendido ligações após a divulgação de uma reportagem do Intercept Brasil com mensagens e um áudio do senador dirigidos ao “irmão” Daniel Vorcaro. Eles demonstram estar desnorteados com a exposição do envolvimento do presidenciável com o controverso dono do Banco Master.
Inicialmente, um senador próximo a Flávio afirmou que ainda não havia lido a reportagem. Em seguida, comentou em tom de lamento que “não tem o que comentar”.
Outro aliado respondeu de forma desanimada: “vamos ver o que acontece”.
Esse mesmo amigo do filho número um de Jair Bolsonaro lembrou que o pré-candidato ao Palácio do Planalto vinha adotando o lema “O pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula”, que estava estampado em uma camisa que ele usou recentemente. Esse slogan, no entanto, perdeu força rapidamente.
Ainda, um integrante da comunicação da pré-campanha informou que estava em reunião e, por isso, não poderia atender aos contatos.
Poucos aliados de Flávio Bolsonaro têm atendido ligações após a divulgação de uma reportagem do Intercept Brasil com mensagens e um áudio do senador dirigidos ao “irmão” Daniel Vorcaro. Eles demonstram estar desnorteados com a exposição do envolvimento do presidenciável com o controverso dono do Banco Master.
Inicialmente, um senador próximo a Flávio afirmou que ainda não havia lido a reportagem. Em seguida, comentou em tom de lamento que “não tem o que comentar”.
Outro aliado respondeu de forma desanimada: “vamos ver o que acontece”.
Esse mesmo amigo do filho número um de Jair Bolsonaro lembrou que o pré-candidato ao Palácio do Planalto vinha adotando o lema “O pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula”, que estava estampado em uma camisa que ele usou recentemente. Esse slogan, no entanto, perdeu força rapidamente.
Ainda, um integrante da comunicação da pré-campanha informou que estava em reunião e, por isso, não poderia atender aos contatos.
Em março, a produção industrial em três dos quatro setores analisados pelo IBGE no Rio Grande do Norte apresentou crescimento, revertendo o quadro de queda registrado em fevereiro. A confecção de artigos do vestuário e acessórios destacou-se com alta de 101,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Regional (PIM-PF Regional) divulgados em 13 de maio.
Além do setor de vestuário, também tiveram desempenho positivo as indústrias extrativistas, com aumento de 12,6%, e a fabricação de produtos alimentícios, que cresceu 3%. O crescimento do setor de vestuário foi impulsionado pela produção de calças, bermudas, jardineiras, shorts e peças semelhantes para o público masculino, além de camisas e blusas femininas.
Conforme o analista Bernardo Almeida, a produção desses artigos vestuários puxou o crescimento do setor, assim como a produção de gás natural liderou a expansão no setor extrativo no estado. No setor de alimentos, o aumento na fabricação de balas, confeitos sem cacau e sal refinado e iodado influenciou positivamente os resultados.
Apesar do avanço em três dos setores, a indústria geral do Rio Grande do Norte sofreu uma queda de 5,1% em março. Esse resultado negativo foi influenciado pelo desempenho da fabricação de coque, produtos derivados de petróleo e biocombustíveis, que teve recuo de 21,1% em comparação com o mesmo mês de 2025.
No balanço do primeiro trimestre de 2026, a maioria das atividades industriais do estado ainda registra retração. As indústrias extrativistas acumularam queda de 9,5%, enquanto o setor de produtos alimentícios diminuiu 7,3%. Já a fabricação de coque, derivados do petróleo e biocombustíveis recuou 30,6% no período.
A única atividade industrial com crescimento acumulado no ano foi o segmento de confecção de artigos do vestuário e acessórios, que cresceu 36,9% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior. Mesmo assim, a indústria geral do Rio Grande do Norte apresenta uma queda acumulada de 19,2%, a maior entre as unidades federativas pesquisadas pelo IBGE.
O IBGE aponta que o resultado negativo acumulado foi pressionado sobretudo pelo desempenho do setor de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com destaque para o óleo diesel.
A PIM-PF Regional acompanha mensalmente a produção física das indústrias extrativas e de transformação em 17 estados e na Região Nordeste. A divulgação dos dados referentes a abril está prevista para 10 de junho.
Enquanto o mercado de trabalho avança no discurso sobre equidade de gênero, a maternidade ainda segue como um dos principais fatores de afastamento feminino da vida profissional. Dados recentes da Catho, plataforma gratuita de empregos, mostram que 60% das mães brasileiras estão fora do mercado – seja por decisão própria de se dedicar exclusivamente aos filhos ou por demissões após a licença-maternidade.
O primeiro cenário é a realidade vivida por Nathália Monteiro, de 21 anos, mãe de Sofia, de um ano. Antes da maternidade, ela trabalhava com vendas e tinha uma rotina voltada à vida profissional. Há cerca de um ano, ela decidiu pausar a carreira para acompanhar de perto o crescimento da filha.
A jovem revela que os primeiros meses de maternidade foram marcados por desafios como cansaço, sobrecarga e a necessidade de equilibrar as próprias emoções. “Foi um momento de muito aprendizado sobre amor, paciência, responsabilidade e amadurecimento”, resume. Hoje, Nathália enxerga a pausa como uma etapa importante da trajetória e já pensa em retornar ao mercado, mas buscando equilíbrio entre carreira e maternidade.
Por trás de casos como o de Nathália está a “carga invisível”, um conjunto de responsabilidades mentais, emocionais e logísticas relacionadas à manutenção do lar e da parentalidade que recaem, majoritariamente, sobre as mulheres e impactam suas trajetórias.
Para a especialista em Recursos Humanos, Gabriella Saldanha, essa sobrecarga também afeta o cotidiano corporativo. “Muitas mães conciliam entregas complexas no trabalho com a organização constante da vida familiar. Isso não aparece nas métricas tradicionais, mas influencia diretamente a forma como essas profissionais são avaliadas”, explica a profissional, que é docente da Estácio.
No Brasil, mais de 380 mil mulheres foram demitidas após a licença-maternidade entre 2020 e 2025, de acordo com dados do sistema eSocial. Segundo Gabriella, a chamada “penalidade da maternidade” ainda é uma realidade nas empresas. “Existe uma diferença clara na progressão de carreira entre mulheres com filhos e sem filhos. Muitas vezes, líderes assumem, sem questionar, que mães não têm interesse ou disponibilidade para novos desafios”, afirma.
Segundo a gestora, o enfrentamento desse cenário exige uma mudança estrutural. “Não é uma questão individual, mas organizacional. Empresas que reconhecem essa realidade e ajustam suas práticas conseguem reter talentos, aumentar o engajamento e gerar resultados mais sustentáveis”, conclui.
Do ponto de vista jurídico, a discussão sobre a “carga invisível” ainda avança de forma tímida no Brasil. A professora do curso de Direito da Estácio, Petrúcia Santos, destaca que, embora o conceito não esteja previsto de forma explícita na legislação trabalhista, ele já aparece de maneira indireta em decisões judiciais.
“O Judiciário, especialmente em casos de Direito de Família, começa a reconhecer o impacto do trabalho de cuidado exercido pelas mães, considerando tempo, energia e renúncias em decisões como pensão alimentícia”, explica.
Na esfera trabalhista, no entanto, ainda não há uma regulamentação específica sobre o tema. “A legislação atual oferece proteções importantes à maternidade, mas ainda insuficientes para garantir igualdade plena após o retorno ao trabalho. Falta enfrentar, de forma mais direta, as discriminações indiretas e a sobrecarga doméstica”, avalia.
Nesta quarta-feira (12), a Câmara Municipal de Natal aprovou o Projeto de Lei nº 540/2025, que autoriza o pagamento da tarifa do transporte coletivo por meio do PIX. A proposta, de autoria do vereador Cleiton da Policlínica (PSDB), tem como objetivo modernizar o sistema de transporte público da capital.
O parlamentar destacou que a medida visa proporcionar maior praticidade, rapidez e segurança para passageiros e motoristas do transporte coletivo.
Durante a mesma sessão ordinária, os vereadores aprovaram ainda outros projetos nas áreas de saúde, sustentabilidade e mobilidade urbana. O Projeto de Lei nº 477/2025, de Ériko Jácome (PSDB), institui o Programa de Educação e Conscientização sobre o Câncer nas escolas da rede municipal, visando incentivar a prevenção, diagnóstico precoce e hábitos saudáveis entre estudantes.
O PL nº 386/2024, de Preto Aquino (Podemos), determina a criação de um programa permanente de reciclagem de resíduos orgânicos em instituições públicas municipais.
Na área ambiental, foi aprovado o Projeto de Lei nº 08/2025, de Eribaldo Medeiros (REDE), que institui o Selo Escola Sustentável para reconhecer escolas que promovam ações de preservação ambiental, consumo consciente e economia circular.
Por fim, o PL nº 36/2025, apresentado por Léo Souza (PSDB), autoriza o Executivo municipal a criar a Ouvidoria do Trânsito.
O monitoramento de chuva em Currais Novos feito pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) dá conta de uma precipitação de 36,7 mm nas últimas 24h.
O dado é referente aos balanços feitos às 7h15 entre a terça-feira (12) e quarta-feira (13). O registro foi o sexto maior da região Central do RN, que teve a maior precipitação na cidade de Timbaúba dos Batistas, com o pluviômetro da Prefeitura Municipal marcando uma chuva de 80 mm.
Medições de populares em pluviômetros particulares dão conta de uma precipitação um pouco maior em Currais Novos, chegando a 57 mm na zona rural, no Sítio Terra Viva.
O vice-presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Fernando Antônio Bezerra (Podemos), manifestou preocupação quanto aos possíveis impactos financeiros da redução da jornada de trabalho que extingue a escala 6×1. Ele acompanhou a sugestão da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) para que a votação do tema seja adiada para 2027.
Um estudo divulgado pela CNM, destacado recentemente pela Tribuna do Norte, indica que a diminuição da jornada poderia gerar um impacto financeiro de aproximadamente R$ 811,14 milhões para as prefeituras potiguares, além da necessidade de recomposição de 15.222 empregos estatutários nos municípios do Rio Grande do Norte.
Fernando Bezerra destacou a importância de discutir esse tema complexo e com peso financeiro em um momento mais adequado, evitando decisões em ano eleitoral sem os ajustes necessários para os serviços essenciais à população, como limpeza pública e administração indireta. Ele enfatizou que a Femurn propõe que a votação da proposta ocorra somente em 2027, garantindo mais clareza sobre as condições para uma transição efetiva para a nova jornada.
O tema não foi debatido no 4º Congresso Conecta Municípios Potiguares, realizado na última semana em Natal, que contou com a presença de pré-candidatos ao governo estadual. O vice-presidente da Femurn optou por não comentar os posicionamentos dos pré-candidatos sobre a jornada 6×1, por se tratar de um dever institucional.
A questão da redução da jornada e seu impacto financeiro está na pauta da 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, marcada para acontecer de 18 a 21 de maio, mobilizando prefeitos de todo Brasil.
Segundo a CNM, há quatro projetos no Congresso que propõem reduzir a jornada de trabalho atual de 44 horas semanais para 40 ou 36 horas, com prazos variados para implementação, alguns imediatos e outros graduais.
A administração pública local seria a mais afetada, pois cerca de 60% do funcionalismo público brasileiro está nos municípios. Além disso, 63% dos servidores municipais são estatutários, regidos por regimes jurídicos rígidos que dificultam ajustes contratuais, especialmente em áreas como educação, saúde, serviços gerais e técnicos administrativos, que formam a maioria das ocupações municipais.
A CNM alerta para o cuidado necessário em mudanças legislativas tão profundas, considerando que os efeitos recaem diretamente sobre os serviços prestados à população.
Em audiência na Câmara dos Deputados, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou a discussão sobre o fim da escala 6×1 como um debate geracional que deve ser enfrentado. Ele ressaltou o papel do ministério em buscar um equilíbrio entre os interesses envolvidos.
Durigan reconheceu os estudos que apontam custos para empresas com a mudança, mas pediu cautela para não generalizar esses impactos. O ministro participou da Comissão Especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221/2019, que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1.
A Prefeitura de Currais Novos instituiu, nesta quarta-feira (13), a Ronda Patrimonial Motorizada. A oficialização veio por meio de portaria, publicada na edição de hoje do Diário Oficial dos Municípios da Femurn. A medida visa otimizar o trabalho dos vigias municipais, permitindo um deslocamento mais ágil e uma cobertura mais ampla dos prédios, equipamentos e espaços públicos da cidade.
Coordenada pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), a nova modalidade de vigilância utilizará veículos oficiais para realizar inspeções preventivas.
O objetivo central é identificar riscos aos bens públicos e garantir a presença institucional da gestão em diversos pontos do município de forma simultânea.
Com o uso de automóveis, a administração espera reduzir atos de vandalismo e garantir que as instalações externas de escolas, postos de saúde e praças estejam sempre sob monitoramento.
Atuação e limites da equipe
A portaria estabelece regras claras para os servidores designados. Para conduzir os veículos, os vigias devem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida e estar devidamente uniformizados. Além das rondas físicas, os agentes poderão utilizar sistemas de videomonitoramento e câmeras para auxiliar na observação preventiva, sempre respeitando as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Um ponto importante destacado no documento é a delimitação das funções. A Ronda Patrimonial Motorizada não possui natureza policial. Os servidores estão proibidos de realizar abordagens coercitivas, revistas pessoais ou prisões. Em situações de crimes ou ameaças à integridade física, a orientação é manter a observação à distância e acionar imediatamente as forças de segurança pública (Polícia Militar ou Civil).
Proteção em eventos
Durante eventos públicos em praças ou prédios municipais, os vigias motorizados poderão atuar na organização e proteção de perímetros específicos, cuidando de estruturas como palcos, tendas e equipamentos. No entanto, a portaria veda expressamente o controle de acesso de pessoas ou a segurança pessoal de autoridades, mantendo o foco exclusivo na proteção do patrimônio físico do município.
Destaques da Nova Ronda Patrimonial:
Execução: Realizada por vigias patrimoniais com veículos oficiais da frota municipal.
Gestão: Planejamento e escalas sob responsabilidade da SMTT.
Tecnologia: Uso de câmeras e sistemas de monitoramento para suporte às rondas.
Regras de Conduta: Proibição de funções policiais (abordagens, revistas ou detenções).
Segurança: Protocolo de acionamento imediato da polícia em caso de infrações penais.
Identificação: Uso obrigatório de uniforme e identificação funcional.
Uma tragédia que entrou para a história do município de Currais Novos completa, hoje, 52 anos. A procissão de Nossa Senhora de Fátima no ano de 1974 foi encerrada precocemente com o atropelamento do cortejo, matando 24 pessoas. Um ônibus desgovernado atingiu as vítimas, acarretando no que foi o acidente de maiores proporções da história do município.
Hoje o local conta com uma lápide, homenageando as vítimas que partiram naquele dia. Além disso, outras tantas pessoas ficaram feridas e, por pouco, figuras marcantes do município também não morreram, como o caso do Monsenhor Ausônio Araújo.
Os corredores de rua do Rio Grande do Norte têm um encontro marcado no próximo sábado à noite com a Santander Night Run, considerado o maior circuito de corridas noturnas do mundo. A Via Costeira Sen. Dinarte Medeiros Mariz será o palco desta experiência que une esporte e entretenimento no espírito do mote “A pista e sua”, com percursos de 5km e 10km. A largada vai ocorrer às 19h, na altura do Centro de Convenções de Natal.
As inscrições podem ser realizadas pelo site www.nightrun.com.br/natal/unica. A retirada dos kits vai ocorrer nesta sexta-feira (das 10h às 19h) e sábado (das 10h às 15h) no Shopping Midway Mall, piso L1, próximo a McDonald’s, no bairro Tirol.
Reconhecida por sua atmosfera vibrante, a prova combina energia esportiva com clima de festa, com trilha sonora animada, iluminação especial e várias ativações. Considerada uma das provas mais icônicas do país, Santander Night Run reúne mais de 150 mil atletas por edição em todo o Brasil. O evento se destaca pelo forte engajamento do público jovem e pela presença feminina, que representa cerca de 55% dos participantes.
Os três primeiros colocados nas categorias masculina e feminina, em ambas as distâncias, receberão troféus. Todos os atletas que completarem a prova levam para casa a medalha oficial do evento.