Flávio Bolsonaro vota a favor do fim da escala 6×1 após horas sem registrar presença no Senado

15 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro vota a favor do fim da escala 6x1 após horas sem registrar presença no Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, passou cerca de quatro horas sem marcar presença no Senado durante as discussões sobre o fim da escala de trabalho 6×1, na quarta-feira (14/10).

Em campanha em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Flávio participou da votação remotamente, votando favoravelmente à proposta.

As discussões começaram por volta das 16h30, mas o senador só registrou presença às 20h30, conforme os registros oficiais do Senado. O voto favorável veio após meses em que Flávio criticou a redução da jornada e mudou seu posicionamento próximo ao segundo turno das eleições.

Mesmo com o apoio, aliados do senador já admitem ajustar as regras caso ele vença a presidência, adaptando a redução da jornada às propostas econômicas do seu possível governo, mesmo que o Congresso aprove o texto atual.

Segmentos do PL defendem uma proposta que permita negociações entre trabalhadores e empregadores, com pagamento por hora trabalhada.

Enquanto os senadores discutiam a proposta em Brasília, Flávio estava em campanha no Rio Grande do Sul, sem mencionar o fim da escala 6×1 em suas agendas.

O senador pôde votar de forma remota porque a sessão foi em formato semipresencial, permitindo participação e votação à distância.

Nos meses anteriores, Flávio criticou a proposta, classificando-a como eleitoreira, mas mudou de postura a 11 dias do segundo turno.

Sua campanha considera que votar contra uma medida popular poderia prejudicá-lo na disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que faz do fim da escala 6×1 uma de suas principais bandeiras.

Aliados mantêm preocupações sobre o aumento de custos para as empresas e defendem maior liberdade para negociações entre empregadores e trabalhadores.

A campanha de Flávio também destaca como alternativa uma proposta do senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição e coordenador da campanha, que permite contratação com pagamento por hora e amplia possibilidades de negociação da jornada.

Diferente do texto apoiado pelo governo Lula, a proposta de Marinho não reduz o limite de 44 horas semanais nem garante dois dias de descanso.

A PEC aprovada em primeiro turno no Senado prevê a redução gradual da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salário, e garante dois dias de folga por semana.

Créditos: Metrópoles

Well Lab

Câmara aprova projeto que amplia limite do MEI e perdoa dívidas de inadimplentes

15 de outubro de 2026

Câmara aprova projeto que amplia limite do MEI e perdoa dívidas de inadimplentes

A Câmara dos Deputados aprovou no dia 14 de outubro de 2026 um projeto de lei que eleva o limite de faturamento para Microempreendedor Individual (MEI) e concede o perdão das dívidas dos MEIs inadimplentes. A votação contou com 461 votos favoráveis e 4 contrários.

As alterações foram propostas pelo governo Lula. O perdão das dívidas dos MEIs foi a última medida apresentada pela campanha de Lula na semana, buscando a reaproximação com esse grupo no período que antecede o segundo turno das eleições. O projeto agora aguarda análise no Senado Federal.

O novo limite de faturamento para o enquadramento no MEI será de R$ 110 mil em 2027 e de R$ 140 mil a partir de 2028, superando o máximo atual de R$ 80 mil. Também foi aprovado o aumento do número de funcionários que o microempreendedor pode contratar, de um para até dois, desde que recebam salário mínimo ou piso da categoria.

A oposição criticou a aprovação da medida às vésperas do segundo turno eleitoral. Outra proposta do governo que prevê recursos de até R$ 5 mil para investimento em pequenos negócios deverá ser enviada ao Congresso somente após as eleições.

O impacto fiscal da renúncia de receitas é estimado em R$ 1,57 bilhão para 2027, R$ 3,15 bilhões para 2028 e R$ 3,38 bilhões para 2029. O perdão das dívidas acarretará um impacto estimado de R$ 3 bilhões em três anos, conforme dados do Ministério da Fazenda.

Além disso, o relator incluiu no projeto o perdão de dívidas ainda não inscritas na dívida ativa da União, o que pode gerar um impacto fiscal adicional de até R$ 2 bilhões.

O projeto concede anistia integral para as dívidas contraídas pelos MEIs até 13 de outubro de 2026. Segundo o relator, grande parte dessas dívidas teve início durante a pandemia, e o apoio governamental é necessário para que esses empreendedores retomem o controle financeiro de seus negócios.

Como contrapartidas para o perdão das dívidas, os beneficiados deverão evitar novos débitos por seis meses consecutivos após a anistia e desistir de ações judiciais relativas a essas dívidas.

Créditos: g1

Restaurante Sertanejo

Escritório de Temer negociou contrato de até R$ 30 milhões com Banco Master

15 de outubro de 2026

Escritório de Temer negociou contrato de até R$ 30 milhões com Banco Master

O escritório de advocacia do ex-presidente Michel Temer (MDB) negociou um contrato com o Banco Master, que poderia alcançar até R$ 30 milhões, para viabilizar a venda da instituição ao BRB (Banco de Brasília), conforme informou o jornal O Globo.

Esse acordo foi firmado em 3 de setembro de 2025, prevendo inicialmente R$ 10 milhões em honorários e mais R$ 20 milhões caso a operação avançasse. A transação dependia da aprovação do Banco Central, que acabou recusando o negócio.

Mensagens trocadas entre o controlador do Master, Daniel Vorcaro, e o publicitário Elsinho Mouco, intermediário de Temer, mostram o envio do contrato e cobranças por pagamentos. Em uma delas, Vorcaro escreveu: “Estou no Banco Central hoje, consigo chamar somente mais tarde”; e Elsinho respondeu: “Tranquilo. Depois checa com sua equipe se já fizeram o pagamento”.

O contrato estabelecia pagamentos parcelados de R$ 5 milhões na assinatura e mais R$ 5 milhões depois de 30 dias, além de um montante condicionado ao sucesso da operação. A cláusula explicava: “Assinado em definitivo o Contrato após autorização do Banco Central do Brasil, os honorários de êxito deverão ser pagos 20 dias após esse fato”.

O documento listava frentes de atuação, incluindo uma ação judicial relacionada ao Banco Central e uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU). Também previa esforços de mediação junto a órgãos competentes para tentar destravar a formalização do negócio entre o Master e o BRB.

As mensagens indicam contatos diretos entre Temer e Vorcaro nos dias após o envio do contrato. Em 5 de setembro de 2025, o ex-presidente pediu: “Qdo puder, me ligue”.

Após a assinatura do contrato, Elsinho pressionava por transferências e comprovantes, conforme as mensagens citadas por O Globo. Em 4 de setembro de 2025, escreveu: “Assim que assinar o contrato e fizerem a transferência, me envia o comprovante. Vamos à luta!”

Com o Banco Master enfrentando problemas e a operação com o BRB rejeitada pelo Banco Central, Vorcaro relatou dificuldades para liberar pagamentos. Ele declarou em 29 de outubro de 2025: “Minha vida tá uma loucura”, acrescentando: “Luta tá grande aqui pra ficar de pé”.

As conversas indicam que parte do dinheiro entrou poucos dias antes da prisão de Vorcaro, em novembro de 2025, embora não haja detalhes sobre valores. Elsinho registrou: “Entrou a metade” em 11 de novembro de 2025.

Os diálogos também mostram que Temer organizou reuniões em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, no início de novembro de 2025. Em uma mensagem, ele avisou: “Acho que no dia 1/11 iremos a Dubai. Mario pede para você se preparar para essa viagem. Avisaremos. Abs”.

Segundo a reportagem, o contato entre Vorcaro e Temer teve início em 2023, quando o banqueiro buscou o ex-presidente para tratar de um documentário. Vorcaro escreveu: “Presidente, aqui é o Daniel Vorcaro Banco Master. Salva meu contato. Nos falamos em breve. Um cordial abraço”, ao que Temer respondeu: “Salvei. Bom dia”.

Em abril de 2026, Temer confirmou sua contratação pelo banco Master para prestar consultoria e mediar antes da liquidação da instituição pelo Banco Central, ocorrida em novembro do ano anterior. Em entrevista à CNN Brasil, informou que recebeu honorários e que o contrato terminou sem resultados.

O ex-presidente também declarou ter participado de uma reunião em Brasília com Vorcaro, o então governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Ele afirmou que não poderia detalhar o encontro por sigilo profissional.

Créditos: UOL

Well Farma

Lula celebra aprovação do fim da escala 6×1 no Senado como conquista histórica

14 de outubro de 2026

Lula celebra aprovação do fim da escala 6×1 no Senado como conquista histórica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou, nesta quarta-feira (14/10), a aprovação no Senado da proposta que elimina a escala de trabalho 6×1.

Em publicação nas redes sociais, Lula classificou a medida como uma “conquista histórica” para os trabalhadores. Segundo ele, o fim da 6×1 representa mais tempo para viver, descansar, estar com a família e aproveitar a vida.

Lula afirmou que a vitória é dos trabalhadores e que o Brasil está pronto para avançar ainda mais.

A proposta constitucional é uma das prioridades do presidente, que busca a reeleição. No primeiro turno, realizado no dia 4 de outubro, Lula ficou atrás de Flávio Bolsonaro (PL), que obteve 47,03% dos votos válidos, enquanto o petista teve 45,16%.

Créditos: Metrópoles

QFome App

Senado aprova PEC que elimina escala 6×1 no trabalho

14 de outubro de 2026

Senado aprova PEC que elimina escala 6x1 no trabalho

O Senado Federal aprovou na noite de quarta-feira (14/10), em dois turnos, o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala 6×1 — sistema de seis dias trabalhados seguidos de um dia de descanso.

Em ambas as votações, 75 senadores manifestaram voto favorável à aprovação do texto. Apenas Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra, enquanto Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI) e Marcio Bittar (PL-AC) não participaram.

Por se tratar de uma PEC, era necessária a aprovação de 3/5 do plenário — o equivalente a 49 dos 81 senadores — em dois turnos para a validação da proposta.

O relator da matéria, Omar Aziz (PSD-AM), rejeitou uma emenda do senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) que buscava isentar setores com jornadas já iguais ou inferiores a 40 horas semanais da aplicação da PEC.

Aziz reconheceu a necessidade de debater as particularidades de alguns segmentos posteriormente. O PSDB retirou um pedido de destaque referente à emenda, facilitando a aprovação do texto apresentado pelo relator.

A PEC representa uma pauta prioritária para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está em campanha para reeleição. No primeiro turno das eleições, em 4 de outubro, Lula ficou atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 47,03% contra 45,16% dos votos.

Flávio Bolsonaro havia se manifestado contra a proposta, mas por pressão popular declarou que apoiaria a matéria em nome da “maioria dos brasileiros”.

O candidato do PL defende maior flexibilidade nas escalas de trabalho, incluindo possibilidade de negociação da carga horária.

No mesmo dia da votação, Lula usou suas redes sociais para elogiar a PEC e criticar a mudança de postura da oposição, classificando-a como “oportunismo eleitoral”.

“Hoje, quarta-feira, dia 14/10, faltando 11 dias para as eleições, finalmente o povo brasileiro vai conquistar o fim da escala 6X1 e a implementação da escala de cinco dias de trabalho com dois dias de descanso, sem redução salarial”, disse em vídeo postado no Instagram.

Ele acrescentou que, apesar da oposição ter decidido votar a favor, é necessário ficar atento, pois agem por oportunismo e essa postura não deve continuar.

A PEC 221 foi apresentada originalmente em dezembro de 2019 pelo deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG).

A proposta inicial previa a redução da jornada semanal para 36 horas ao longo de dez anos, mas sofreu alterações no decorrer da tramitação na Câmara dos Deputados.

O tema ganhou maior atenção a partir de 2025, com mobilizações nacionais pelo fim da escala 6×1 e com a apresentação de uma proposta similar pela deputada Erika Hilton (PSol-SP), que acabou sendo analisada junto à PEC de Reginaldo Lopes.

A Câmara aprovou o texto em dois turnos, em 27 de maio de 2026, com 472 votos a 22 na primeira votação e 461 a 19 na segunda.

No Senado, a tramitação foi marcada por divergências políticas.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou que havia um compromisso para que a análise da PEC não interferisse nas eleições presidenciais do primeiro turno, realizadas em 4 de outubro. Essa decisão contrariou governistas que desejavam concluir a votação antes da disputa presidencial.

A proposta foi remetida à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em agosto. Omar Aziz apresentou parecer favorável à manutenção do texto aprovado pela Câmara, e a comissão aprovou a proposta em 2 de setembro.

A oposição chegou a apresentar 36 emendas no Senado, todas rejeitadas pelo relator.

Créditos: Metropoles

Sidy's Tv e Internet

Sóstenes apoia fim da escala 6×1 e PEC de jornada flexível após eleição de Flávio Bolsonaro

14 de outubro de 2026

Sóstenes apoia fim da escala 6x1 e PEC de jornada flexível após eleição de Flávio Bolsonaro

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, declarou nesta quarta-feira (14) que a estratégia da oposição no Congresso é, inicialmente, apoiar o fim da escala de trabalho 6×1. Ele afirmou que, caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seja eleito presidente da República, a intenção é votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 12, do senador Rogério Marinho (PL-RN).

A proposta de Marinho permite que os trabalhadores escolham entre a jornada tradicional prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e uma jornada flexível baseada em horas trabalhadas.

Sóstenes negou que a nova proposta entre em conflito com a atual, esclarecendo a jornalistas no Senado que ela é complementar. Ele citou o exemplo do MEI, ao dizer que, embora tenha criado uma nova modalidade de trabalho, não extinguiu a carteira de trabalho.

“Hoje o trabalhador escolhe: pode optar por ser MEI ou PJ, ou continuar com carteira. A PEC que pretendemos votar, se os brasileiros confirmarem a eleição do presidente Flávio Bolsonaro em 25 de outubro para o próximo ano, é simples. O trabalhador poderá escolher a jornada CLT de 40 ou 44 horas (hoje 44 horas, podendo reduzir para 40) ou optar por trabalhar por horas, conforme sua necessidade, tendo total liberdade”, explicou Sóstenes.

Mais cedo, o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à presidência, afirmou seu apoio ao fim da escala de trabalho 6×1. O grupo de direita no Senado vinha tentando impedir a votação, mas o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), colocou a proposta de emenda à Constituição na pauta para esta quarta-feira.

Créditos: Brasil 247

Academia Noova

Rogério Marinho propõe reduzir maioridade penal em emenda à PEC da Segurança Pública

14 de outubro de 2026

Rogério Marinho propõe reduzir maioridade penal em emenda à PEC da Segurança Pública

O senador Rogério Marinho (PL), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), apresentou em 14 de junho uma emenda à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

A emenda sugere reduzir a maioridade penal, tema defendido por Flávio Bolsonaro, que já havia proposto anteriormente essa medida.

O objetivo da campanha é pressionar o governo federal a se manifestar sobre o assunto, principalmente em razão da resistência da esquerda ao longo dos anos em apoiar a redução da maioridade penal.

Segundo a assessoria de Flávio Bolsonaro, essa iniciativa coloca o governo Lula diante de uma decisão política: apoiar a intensificação da legislação contra autores de crimes graves ou rejeitar uma medida apoiada pela maioria dos brasileiros.

Além de Marinho, outros 36 senadores da oposição assinam e apoiam a emenda.

O texto da emenda propõe a diminuição da maioridade penal de 18 para 16 anos, com responsabilização a partir de 14 anos para determinados crimes.

De acordo com o texto, são “penalmente inimputáveis os menores de 16 anos, sujeitos às normas da legislação especial aplicável”. Ainda estabelece que a idade será de 14 anos para crimes hediondos, tortura, tráfico ilícito de drogas, terrorismo, organização criminosa, associação criminosa e outros definidos em lei.

No mesmo dia, a PEC da Segurança Pública foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e está pronta para análise no plenário.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manifestou intenção de aprovar a proposta em dois turnos ainda no dia 14, caso haja tempo e articulação favorável. Entretanto, o destaque do dia está no debate sobre o fim da escala trabalhista 6×1.

Outra emenda, apresentada pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), também aliado de Flávio Bolsonaro, prevê que recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública possam ser usados para ações das Forças Armadas em proteção e defesa civil, enfrentamento a crimes transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira terrestre, no mar e águas interiores, assim como para garantir a ordem pública.

Ambas as emendas dependem de aprovação no plenário do Senado para serem incorporadas à PEC principal.

Créditos: CNN Brasil

Wheyz

14 de outubro de 2026

Créditos: UOL

Well Lab Isaac Nutri

Irmão do Papa Leão XIV também trata mieloma múltiplo nos EUA

14 de outubro de 2026

Irmão do Papa Leão XIV também trata mieloma múltiplo nos EUA

Louis Prevost, irmão mais velho do papa Leão XIV, de 74 anos, está enfrentando um mieloma múltiplo, um tipo de câncer que atinge as células da medula óssea. Ele encontra-se internado na Flórida, Estados Unidos, para realização do tratamento.

Louis informou à imprensa norte-americana nesta quarta-feira (14) que recebeu o diagnóstico em 2017. Esta notícia foi divulgada um dia após o papa Leão XIV ter sido diagnosticado com câncer de pulmão.

O pontífice passou por uma cirurgia na terça-feira (13) para retirada de uma parte do pulmão direito e permanece internado no Hospital Gemelli, em Roma. Segundo o Vaticano, ele passou a primeira noite após a operação de forma tranquila e está em processo de recuperação.

A doença já afetou outros membros da família Prevost. John Prevost, outro irmão do pontífice, declarou em entrevista ao “National Catholic Reporter” que a mãe, Mildred, faleceu devido a um câncer. Os médicos inicialmente estimaram que ela teria seis meses de vida, mas ela viveu entre seis a oito anos a mais após começar um tratamento com um medicamento experimental.

O pai do papa Leão XIV também faleceu em decorrência de câncer, cerca de sete anos depois da mãe. Não foram divulgados os tipos específicos de câncer que afetaram os pais, e não há informações públicas que indiquem ligação hereditária entre os casos de câncer na família.

Louis Prevost já expressou publicamente divergências políticas com o papa. Apontado como apoiador do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ele afirmou em entrevista ao jornal italiano “Corriere della Sera” discordar do irmão em temas como imigração. Apesar destas diferenças, os irmãos mantêm contato.

Além de Louis e John Prevost, que residem nos Estados Unidos, o papa Leão XIV possui outro irmão, John Prevost, que mora em Chicago.

Créditos: Tribuna do Norte

Restaurante Sertanejo

Netflix anuncia corte de 6% do quadro de funcionários em 2026

14 de outubro de 2026

Netflix anuncia corte de 6% do quadro de funcionários em 2026

A Netflix planeja reduzir cerca de 6% de seu quadro de funcionários, o que equivale a aproximadamente 1.000 demissões. Este é o maior corte na empresa desde o ano de 2022, conforme reportou o jornal Wall Street Journal na quarta-feira (14).

A decisão foi comunicada aos colaboradores por um e-mail enviado na manhã do mesmo dia pelos co-presidentes executivos da Netflix, Greg Peters e Ted Sarandos.

As demissões ocorrerão principalmente nas equipes de produto, tecnologia, recursos humanos e no departamento jurídico.

No final do ano anterior, a empresa contava com cerca de 16 mil funcionários em regime integral. A Netflix não respondeu prontamente a um pedido de comentário da agência Reuters.

Esses cortes acontecem em meio a uma competição intensa pela atenção dos usuários num mercado de mídia cada vez mais consolidado.

Para diversificar suas receitas, a Netflix tem investido além do modelo tradicional de assinaturas, apostando em publicidade, programação ao vivo e jogos.

Atualmente, o setor está passando por consolidações relevantes, como mostrou um recente movimento de concorrentes diretos da Netflix. No início deste ano, a empresa perdeu a disputa pelos ativos de estúdio e streaming da Warner Bros Discovery para a Paramount Skydance.

A Paramount concluiu a aquisição da Warner Bros por 110 bilhões de dólares neste mês, formando a Skydance, um conglomerado que reúne estúdios de cinema e canais de notícias.

Essa operação engloba marcas como Warner Bros., Paramount Pictures, HBO Max, Paramount+, CNN e CBS, ficando sob a direção de David Ellison e assumindo cerca de 80 bilhões de dólares em dívidas.

A nova companhia passou a se chamar Skydance e suas ações começaram a ser negociadas na Bolsa de Nova York sob o código “SKYD”, após sair da Nasdaq na última terça-feira.

Esse acordo encerra uma das maiores disputas recentes pelo controle de ativos em Hollywood, concorrendo diretamente com Netflix e atraindo interesse de outras empresas como a Comcast.

A fusão combina estúdios responsáveis por franquias renomadas como Harry Potter, Batman, Missão: Impossível e Top Gun, além de incluir serviços de streaming e grandes redes de televisão, ampliando a atuação em cinema, televisão, streaming e jornalismo.

Com informações da Reuters.

Créditos: g1

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