Diretório do Novo no PR critica Romeu Zema por declarações precipitadas sobre Flávio Bolsonaro

14 de maio de 2026

Diretório do Novo no PR critica Romeu Zema por declarações precipitadas sobre Flávio Bolsonaro

Nesta quinta-feira (14/5), o diretório do partido Novo no Paraná classificou como “precipitadas” as críticas feitas pelo pré-candidato Romeu Zema em relação a um áudio vazado envolvendo Flávio Bolsonaro, do PL-RJ, e Daniel Vorcaro, dirigente do Banco Master.

Em comunicado, o partido afirmou que as declarações de Zema “geraram ruídos desnecessários em alianças já estabelecidas” e ressaltou que “posicionamentos públicos dessa natureza devem passar por alinhamento prévio com a convenção nacional do partido — o que não ocorreu neste caso”.

Na quarta-feira (13/5), Zema havia considerado “imperdoáveis” as cobranças feitas por Flávio Bolsonaro a Vorcaro para financiamento do filme Dark Horse, que homenageia o ex-presidente Jair Bolsonaro. O áudio, divulgado pelo The Intercept Brasil, mostra Flávio Bolsonaro solicitando US$ 24 milhões (aproximadamente R$ 134 milhões) ao banqueiro.

A publicação de Zema gerou reação na ala bolsonarista, que o acusou de oportunismo e desespero eleitoral. O senador Rogério Marinho (PL-RN) o chamou de “oportunista”, enquanto o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) declarou que Zema estaria em “desespero”. O governador Ronaldo Caiado (PSD) também criticou o pré-candidato, rotulando-o como “oportunista querendo crescer”.

Por outro lado, a deputada federal e ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR) questionou a falta de posicionamento de adversários como o senador Sergio Moro (PL-PR) e o ex-deputado Deltan Dallagnol (Novo-PR), pré-candidato ao Senado. Gleisi ironizou no X o “silêncio ensurdecedor dos apoiadores master de Flávio Bolsonaro”.

Moro, que concorre ao governo do Paraná nas eleições de outubro, evitou comentar o episódio, republicando apenas um vídeo de Flávio Bolsonaro se defendendo. Já Deltan Dallagnol não se manifestou sobre o caso e compartilhou uma postagem do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o tema.

Créditos: Metropoles

Well Lab

Diretório do Novo no PR critica Romeu Zema por declarações precipitadas sobre Flávio Bolsonaro

14 de maio de 2026

Diretório do Novo no PR critica Romeu Zema por declarações precipitadas sobre Flávio Bolsonaro

Nesta quinta-feira (14/5), o diretório do partido Novo no Paraná classificou como “precipitadas” as críticas feitas pelo pré-candidato Romeu Zema em relação a um áudio vazado envolvendo Flávio Bolsonaro, do PL-RJ, e Daniel Vorcaro, dirigente do Banco Master.

Em comunicado, o partido afirmou que as declarações de Zema “geraram ruídos desnecessários em alianças já estabelecidas” e ressaltou que “posicionamentos públicos dessa natureza devem passar por alinhamento prévio com a convenção nacional do partido — o que não ocorreu neste caso”.

Na quarta-feira (13/5), Zema havia considerado “imperdoáveis” as cobranças feitas por Flávio Bolsonaro a Vorcaro para financiamento do filme Dark Horse, que homenageia o ex-presidente Jair Bolsonaro. O áudio, divulgado pelo The Intercept Brasil, mostra Flávio Bolsonaro solicitando US$ 24 milhões (aproximadamente R$ 134 milhões) ao banqueiro.

A publicação de Zema gerou reação na ala bolsonarista, que o acusou de oportunismo e desespero eleitoral. O senador Rogério Marinho (PL-RN) o chamou de “oportunista”, enquanto o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) declarou que Zema estaria em “desespero”. O governador Ronaldo Caiado (PSD) também criticou o pré-candidato, rotulando-o como “oportunista querendo crescer”.

Por outro lado, a deputada federal e ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR) questionou a falta de posicionamento de adversários como o senador Sergio Moro (PL-PR) e o ex-deputado Deltan Dallagnol (Novo-PR), pré-candidato ao Senado. Gleisi ironizou no X o “silêncio ensurdecedor dos apoiadores master de Flávio Bolsonaro”.

Moro, que concorre ao governo do Paraná nas eleições de outubro, evitou comentar o episódio, republicando apenas um vídeo de Flávio Bolsonaro se defendendo. Já Deltan Dallagnol não se manifestou sobre o caso e compartilhou uma postagem do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o tema.

Créditos: Metropoles

Restaurante Sertanejo

PF investiga possível desvio de doação para filme e lobby de Eduardo Bolsonaro nos EUA

14 de maio de 2026

PF investiga possível desvio de doação para filme e lobby de Eduardo Bolsonaro nos EUA

A Polícia Federal está investigando se os recursos doados pelo banqueiro Daniel Vorcaro para um filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro foram desviados para financiar o ex-deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.

Investigadores analisam se os valores não cobriram apenas despesas pessoais de Eduardo, que reside com a família nos EUA desde março de 2025, mas também se serviram para bancar seu lobby contra autoridades brasileiras, em articulação com o governo Trump.

Uma linha de investigação apura se o dinheiro de Vorcaro apoiou, de forma indireta, o lobby de Eduardo, que poderia ter influenciado medidas como tarifas elevadas a produtos brasileiros, cancelamento de vistos e a aplicação da Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras.

Eduardo Bolsonaro já é réu em inquérito no Supremo Tribunal Federal que apura sua atuação junto ao governo Trump para impor sanções a ministros do governo Lula e da Corte. O caso está a cargo do ministro Alexandre de Moraes.

Reportagem do site Intercept Brasil revelou mensagens e um áudio em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também presidenciável, solicita a Vorcaro patrocínio para o filme “Dark Horse”, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O contrato de patrocínio alcançaria R$ 134 milhões, sendo que R$ 61 milhões teriam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025, divididos em seis operações.

Parte desses valores foi transferida pela “Entre Investimentos e Participações”, parceira de empresas de Vorcaro, para o fundo americano “Havengate Development Fund LP”, controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro.

O fundo está sediado no Texas, estado onde o ex-deputado mora atualmente, em uma cidade próxima a Dallas.

A PF também destaca que a produtora “Go Up Entertainment”, responsável pelo filme, e o deputado Mário Frias (PL-SP), produtor executivo, negam ter recebido recursos de Vorcaro.

Flávio Bolsonaro afirma a seus aliados que os recursos doados por Vorcaro foram destinados ao filme e que o banqueiro teria doado, ao todo, US$ 12 milhões, o equivalente a cerca de R$ 60 milhões.

Créditos: Metropoles

Well Farma

Cabo Deyvison recorrerá ao TSE por desfiliação com justa causa

14 de maio de 2026

Cabo Deyvison recorrerá ao TSE por desfiliação com justa causa

O vereador de Mossoró, Cabo Deyvison, planeja apelar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para contestar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN). O TRE julgou improcedente seu pedido de justa causa para desfiliação do MDB, visando concorrer como deputado estadual pelo Partido Liberal (PL) nas eleições de 2026.

O advogado do vereador, Raphael Targino Gois, explicou que a defesa em Brasília reiterará o argumento já apresentado ao tribunal regional. Ele sustenta que Cabo Deyvison foi eleito como representante da oposição ao prefeito de Mossoró, mas a subsequente aliança do MDB com o grupo político do prefeito rompeu a coerência entre o mandato, o partido e a vontade do eleitorado, caracterizando justa causa conforme o artigo 22-A da Lei dos Partidos Políticos.

Entretanto, o TRE entendeu diferente, aceitando a argumentação do MDB e da Procuradoria Regional Eleitoral, que afirmaram não ter ocorrido mudança substancial no programa partidário, apenas um rearranjo político local. Segundo a jurisprudência do TSE, isso não justificaria a desfiliação sem perda do mandato.

Raphael Targino mantém a convicção na validade do argumento, defendendo que a soberania democrática e a vontade popular expressa nas urnas devem prevalecer para reconhecer a justa causa da desfiliação. Ele enfatiza que isso permitirá ao vereador exercer seu mandato com a liberdade política conquistada em 2024 pelo voto popular.

Na sessão plenária de terça-feira (12), o relator juiz federal Hallison Rego considerou prejudicado o julgamento da ação proposta pelo MDB nacional, que solicita a perda do mandato de Cabo Deyvison.

O processo, aberto em 5 de maio e sob a relatoria do juiz Eduardo Pinheiro, prevê que caso a perda do mandato seja confirmada, o suplente Yan Granjeiro assumirá a cadeira. Yan obteve 1.766 votos nas eleições de 2024.

Créditos: Tribuna do Norte

QFome App

Cabo Deyvison recorrerá ao TSE por desfiliação com justa causa

14 de maio de 2026

Cabo Deyvison recorrerá ao TSE por desfiliação com justa causa

O vereador de Mossoró, Cabo Deyvison, planeja apelar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para contestar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN). O TRE julgou improcedente seu pedido de justa causa para desfiliação do MDB, visando concorrer como deputado estadual pelo Partido Liberal (PL) nas eleições de 2026.

O advogado do vereador, Raphael Targino Gois, explicou que a defesa em Brasília reiterará o argumento já apresentado ao tribunal regional. Ele sustenta que Cabo Deyvison foi eleito como representante da oposição ao prefeito de Mossoró, mas a subsequente aliança do MDB com o grupo político do prefeito rompeu a coerência entre o mandato, o partido e a vontade do eleitorado, caracterizando justa causa conforme o artigo 22-A da Lei dos Partidos Políticos.

Entretanto, o TRE entendeu diferente, aceitando a argumentação do MDB e da Procuradoria Regional Eleitoral, que afirmaram não ter ocorrido mudança substancial no programa partidário, apenas um rearranjo político local. Segundo a jurisprudência do TSE, isso não justificaria a desfiliação sem perda do mandato.

Raphael Targino mantém a convicção na validade do argumento, defendendo que a soberania democrática e a vontade popular expressa nas urnas devem prevalecer para reconhecer a justa causa da desfiliação. Ele enfatiza que isso permitirá ao vereador exercer seu mandato com a liberdade política conquistada em 2024 pelo voto popular.

Na sessão plenária de terça-feira (12), o relator juiz federal Hallison Rego considerou prejudicado o julgamento da ação proposta pelo MDB nacional, que solicita a perda do mandato de Cabo Deyvison.

O processo, aberto em 5 de maio e sob a relatoria do juiz Eduardo Pinheiro, prevê que caso a perda do mandato seja confirmada, o suplente Yan Granjeiro assumirá a cadeira. Yan obteve 1.766 votos nas eleições de 2024.

Créditos: Tribuna do Norte

Sidy's Tv e Internet

Flávio Bolsonaro nega riscos após áudio de pedido a Vorcaro sobre filme

14 de maio de 2026

Flávio Bolsonaro nega riscos após áudio de pedido a Vorcaro sobre filme

Um áudio do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) solicitando dinheiro ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a produção de um filme sobre Jair Bolsonaro causou desconforto entre aliados do pré-candidato à Presidência.

O núcleo da campanha questionou Flávio diversas vezes sobre possíveis riscos de haver ligação entre ele e Vorcaro diante do escândalo da fraude financeira, e ele negou repetidamente, conforme relatos à CNN.

Após a divulgação da reportagem no Intercept Brasil, o senador afirmou que só tratou da cota de patrocínio e que não há risco de novos vazamentos prejudicarem a candidatura.

O incômodo na pré-campanha é que, se soubessem do contato antes, poderiam ter planejado uma estratégia para evitar a crise, que surpreendeu a todos, minimizando o desgaste.

Com a negativa de Flávio, a campanha optou por ele defender as investigações e solicitar a CPI do Banco Master, tentando vincular o caso ao PT. Isso foi intensificado após a quinta fase da Operação Compliance Zero, que mirou o senador Ciro Nogueira, do Progressistas e ex-ministro da Casa Civil.

Em Florianópolis (SC), Flávio usou uma camiseta com a frase: “O Pix é do Lula, o Master é do Lula”. Em entrevista, afirmou que Lula precisa explicar o encontro com Vorcaro no Palácio da Alvorada.

Ele classificou o caso Master como o maior escândalo financeiro do país e disse que a esquerda tenta criar conexões entre Bolsonaro e o Banco Master, mas que essa ligação não procede.

Em nota divulgada, Flávio disse que conheceu Vorcaro em 2024, após o fim do governo Bolsonaro, e defendeu a CPI do Banco Master. Afirma que o contato teve apenas o objetivo de buscar recursos privados para o filme em homenagem ao pai.

“No nosso caso, o que aconteceu foi um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro”, afirmou.

O senador disse ainda que cobrou a retomada do pagamento das parcelas de patrocínio para concluir o filme, negando oferecer vantagens, promover encontros fora da agenda, intermediar negócios ou receber dinheiro.

Ele ressaltou que essa conduta difere das relações do governo Lula com Vorcaro e confirmou a urgência na instalação da CPI do Banco Master.

Créditos: CNN Brasil

Academia Noova

Aliados de Flávio Bolsonaro ficam desnorteados após revelações sobre Banco Master

13 de maio de 2026

Aliados de Flávio Bolsonaro ficam desnorteados após revelações sobre Banco Master

Poucos aliados de Flávio Bolsonaro têm atendido ligações após a divulgação de uma reportagem do Intercept Brasil com mensagens e um áudio do senador dirigidos ao “irmão” Daniel Vorcaro. Eles demonstram estar desnorteados com a exposição do envolvimento do presidenciável com o controverso dono do Banco Master.

Inicialmente, um senador próximo a Flávio afirmou que ainda não havia lido a reportagem. Em seguida, comentou em tom de lamento que “não tem o que comentar”.

Outro aliado respondeu de forma desanimada: “vamos ver o que acontece”.

Esse mesmo amigo do filho número um de Jair Bolsonaro lembrou que o pré-candidato ao Palácio do Planalto vinha adotando o lema “O pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula”, que estava estampado em uma camisa que ele usou recentemente. Esse slogan, no entanto, perdeu força rapidamente.

Ainda, um integrante da comunicação da pré-campanha informou que estava em reunião e, por isso, não poderia atender aos contatos.

Créditos: O Globo

Wheyz

Aliados de Flávio Bolsonaro ficam desnorteados após revelações sobre Banco Master

13 de maio de 2026

Aliados de Flávio Bolsonaro ficam desnorteados após revelações sobre Banco Master

Poucos aliados de Flávio Bolsonaro têm atendido ligações após a divulgação de uma reportagem do Intercept Brasil com mensagens e um áudio do senador dirigidos ao “irmão” Daniel Vorcaro. Eles demonstram estar desnorteados com a exposição do envolvimento do presidenciável com o controverso dono do Banco Master.

Inicialmente, um senador próximo a Flávio afirmou que ainda não havia lido a reportagem. Em seguida, comentou em tom de lamento que “não tem o que comentar”.

Outro aliado respondeu de forma desanimada: “vamos ver o que acontece”.

Esse mesmo amigo do filho número um de Jair Bolsonaro lembrou que o pré-candidato ao Palácio do Planalto vinha adotando o lema “O pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula”, que estava estampado em uma camisa que ele usou recentemente. Esse slogan, no entanto, perdeu força rapidamente.

Ainda, um integrante da comunicação da pré-campanha informou que estava em reunião e, por isso, não poderia atender aos contatos.

Créditos: O Globo

Well Lab Isaac Nutri

Femurn sugere votar PEC da escala 6×1 somente em 2027

13 de maio de 2026

Femurn sugere votar PEC da escala 6x1 somente em 2027

O vice-presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Fernando Antônio Bezerra (Podemos), manifestou preocupação quanto aos possíveis impactos financeiros da redução da jornada de trabalho que extingue a escala 6×1. Ele acompanhou a sugestão da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) para que a votação do tema seja adiada para 2027.

Um estudo divulgado pela CNM, destacado recentemente pela Tribuna do Norte, indica que a diminuição da jornada poderia gerar um impacto financeiro de aproximadamente R$ 811,14 milhões para as prefeituras potiguares, além da necessidade de recomposição de 15.222 empregos estatutários nos municípios do Rio Grande do Norte.

Fernando Bezerra destacou a importância de discutir esse tema complexo e com peso financeiro em um momento mais adequado, evitando decisões em ano eleitoral sem os ajustes necessários para os serviços essenciais à população, como limpeza pública e administração indireta. Ele enfatizou que a Femurn propõe que a votação da proposta ocorra somente em 2027, garantindo mais clareza sobre as condições para uma transição efetiva para a nova jornada.

O tema não foi debatido no 4º Congresso Conecta Municípios Potiguares, realizado na última semana em Natal, que contou com a presença de pré-candidatos ao governo estadual. O vice-presidente da Femurn optou por não comentar os posicionamentos dos pré-candidatos sobre a jornada 6×1, por se tratar de um dever institucional.

A questão da redução da jornada e seu impacto financeiro está na pauta da 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, marcada para acontecer de 18 a 21 de maio, mobilizando prefeitos de todo Brasil.

Segundo a CNM, há quatro projetos no Congresso que propõem reduzir a jornada de trabalho atual de 44 horas semanais para 40 ou 36 horas, com prazos variados para implementação, alguns imediatos e outros graduais.

A administração pública local seria a mais afetada, pois cerca de 60% do funcionalismo público brasileiro está nos municípios. Além disso, 63% dos servidores municipais são estatutários, regidos por regimes jurídicos rígidos que dificultam ajustes contratuais, especialmente em áreas como educação, saúde, serviços gerais e técnicos administrativos, que formam a maioria das ocupações municipais.

A CNM alerta para o cuidado necessário em mudanças legislativas tão profundas, considerando que os efeitos recaem diretamente sobre os serviços prestados à população.

Em audiência na Câmara dos Deputados, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou a discussão sobre o fim da escala 6×1 como um debate geracional que deve ser enfrentado. Ele ressaltou o papel do ministério em buscar um equilíbrio entre os interesses envolvidos.

Durigan reconheceu os estudos que apontam custos para empresas com a mudança, mas pediu cautela para não generalizar esses impactos. O ministro participou da Comissão Especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221/2019, que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1.

Créditos: Tribuna do Norte

Restaurante Sertanejo

11 de maio de 2026

Créditos: Metropoles

Sidy's Tv e Internet
Prefeitura