Legislativo de Mossoró deve protocolar pedido de instalação de comissão sobre episódio envolvendo Allyson Bezerra

30 de janeiro de 2026

Vereadores de oposição em Mossoró devem protocolar entre segunda (2) e terça-feira (3) o pedido de instalação da Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar a destinação de recursos para a compra de medicamentos por parte da prefeitura entre 2022 e 2025, na gestão do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil).

Já assinaram o pedido de criação da CEI cinco vereadores – o mínimo de assinaturas exigidas é de sete – Plúvia Oliveira e Marleide Cunha (PT), Jailson Nogueira e Cabo Deyvison (MDB) e Wiginkis do Gás (União Brasil).

O vereador Cabo Deyvison, líder da Oposição na Câmara, informou que o vereador Mazinho do Gás (PL) já informou que vai assinar a petição, o que não o fez, ainda, “por questão de saúde e que ainda está se recuperando”.

Cabo Deyvison acredita na coleta da sétima assinatura, mesmo dentro dos quadros da situação na Câmara Municipal de Mossoró: “Acredito que com essa polêmica, é melhor pular do barco que está naufragando, se não quiserem desgaste politico”.

Deyvison disse não acreditar que o prefeito perca a maioria na Câmara. “Não garanto isso, mas acho que alguém vai usar a consciência e vai pular pra o lado certo”, disse.

Well Lab

Prefeito de Ielmo Marinho é liberado após audiência de custódia no RN

29 de janeiro de 2026

Prefeito de Ielmo Marinho é liberado após audiência de custódia no RN

O prefeito de Ielmo Marinho, Fernando Batista Damasceno, e sua esposa, Adriana Leocádio Silva Damasceno, participaram de audiência de custódia na tarde de quinta-feira (29), um dia depois de sua prisão em flagrante na Operação Securitas, conduzida pela Polícia Civil.

A Justiça concedeu liberdade provisória para o casal, impondo medidas cautelares. A audiência foi realizada pela segunda instância da Justiça do Rio Grande do Norte devido ao foro privilegiado do prefeito.

As condições para a liberdade incluem o comparecimento mensal em juízo para prestar contas das atividades e a proibição de ocultar, destruir, alienar ou dispor de bens, documentos ou valores ligados aos fatos investigados. Além disso, foi determinado recolhimento domiciliar noturno e a obrigação de avisar previamente qualquer mudança de endereço.

Conforme a Polícia Civil, a prisão em flagrante ocorreu porque o prefeito teria tentado obstruir a investigação, lançando dinheiro e um celular para fora de sua residência durante o cumprimento dos mandados judiciais.

A Operação Securitas visa investigar uma suposta organização criminosa envolvida em intimidações contra adversários políticos, com participação possível de agentes com mandato e um policial militar. A ação busca reunir provas relacionadas a porte ilegal de arma de fogo, formação de milícia privada e organização criminosa, além de identificar outros suspeitos.

Os mandados autorizavam a apreensão de documentos, valores, armas e aparelhos eletrônicos, inclusive celulares. As investigações, iniciadas em 2023, indicam que o grupo teria um núcleo armado com influência político-administrativa, estruturado para usar violência e intimidação na política local, envolvendo ainda legisladores e um policial militar.

Um episódio que motivou as investigações foi registrado em Ielmo Marinho, quando homens armados foram relatados dentro da Câmara Municipal, supostamente fazendo segurança privada para um parlamentar e intimidando opositores. Na ocasião, foi apreendido um arsenal com armas e munições, incluindo calibres restritos .40 e .45.

Em nota da assessoria do prefeito divulgada na quarta-feira, Fernando Batista reafirmou sua disposição para colaborar com as investigações e declarou confiança nas instituições e na Justiça. Ele garantiu o compromisso com a transparência e afirmou que as atividades administrativas do município continuam baseadas na ética e legalidade.

Créditos: tribunadonorte

Restaurante Sertanejo

Escola do Legislativo lança 2ª temporada do PodLegis com foco em literatura, política e identidade regional

29 de janeiro de 2026

Está oficialmente lançada a segunda temporada do PodLegis, iniciativa da Escola do Legislativo José Bezerra Gomes, instituição vinculada à Câmara Municipal de Currais Novos. O projeto integra as ações de extensão da Escola do Legislativo e é desenvolvido em parceria com a TV Câmara. No primeiro episódio, Iara Carvalho é a convidada. O episódio está disponível no YouTube e Spotify.

O host do podcast é Fernando Café, diretor da Escola do Legislativo. “A proposta é aproximar o Legislativo da sociedade por meio do debate qualificado e acessível”, afirma Fernando Café, diretor da Escola do Legislativo.

Outros nomes ligados à produção cultural e intelectual do município e da região estão nessa segunda temporada, como Wescley Gama, Luma Carvalho, Maria Maria, Marcela Freire, Cristina Moura e Eva Salustiano.

Criado como um espaço de diálogo e reflexão, o PodLegis utiliza a Escola do Legislativo como plataforma para discutir temas que permeiam a comunidade e se relacionam diretamente com a política, entendida em seu sentido mais amplo.

O novo ciclo tem como base a produção de autores e autoras de Currais Novos e do Seridó, o que significa uma forma evidenciar como a região é retratada, interpretada e ressignificada por meio da escrita. A literatura passa a ser o eixo central para compreender identidades, vivências e perspectivas locais.

▶️ Assista no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=YKF-nE5lXWE

🎧 Ouça no Spotify:
https://open.spotify.com/episode/5ygmiz3pt391GpjTKD0k0t?si=dFGHRg4gTd-kWxKEqrCeWA

Well Farma

Assessoria do prefeito de Ielmo Marinho se manifesta após prisão em flagrante

28 de janeiro de 2026

Assessoria do prefeito de Ielmo Marinho se manifesta após prisão em flagrante

A assessoria do prefeito de Ielmo Marinho, Fernando Batista Damasceno, divulgou uma nota após a prisão em flagrante do gestor na quarta-feira (28), durante o cumprimento do mandado da Operação Securitas, realizada pela Polícia Civil. A defesa afirma que as investigações se referem a fatos ocorridos em meados de 2023, antes do início do mandato, que começou no ano passado.

Segundo a Polícia Civil, o prefeito foi detido por tentar dificultar a investigação, ao tentar esconder provas e arremessar dinheiro e um celular para fora de sua residência no momento do cumprimento das ordens judiciais. Ele é apontado como o líder de um grupo suspeito de intimidar adversários políticos, que teria a participação de agentes com mandatos e um policial militar.

A nota oficial não detalha a razão que motivou a prisão em flagrante. “O prefeito reafirma sua total disposição em colaborar com as autoridades para o esclarecimento célere do caso. A defesa técnica aguarda o acesso integral aos autos para adotar as medidas judiciais cabíveis e garantir o restabelecimento da verdade real”, informa o texto.

Conforme divulgado pela Polícia Civil, as investigações começaram em 2023 e indicam que o grupo criminoso teria um núcleo armado e uma estrutura político-administrativa, organizada para usar violência e intimidação no cenário político local. Entre os investigados, além do prefeito, estariam parlamentares em exercício e um policial militar.

Nota na íntegra:

“A Assessoria do Prefeito de Ielmo Marinho, Fernando Batista Damasceno, esclarece que o gestor recebeu com surpresa a diligência judicial realizada em sua residência. É importante destacar que os fatos em apuração datam de meados de 2023, período anterior ao mandato iniciado em 2025, não tendo qualquer relação com a atual administração municipal.

O Prefeito reafirma sua total disposição em colaborar com as autoridades para o esclarecimento rápido do caso. A defesa técnica aguarda o acesso completo aos autos para tomar as medidas judiciais necessárias e assegurar o restabelecimento da verdade.

Fernando Batista Damasceno reitera sua confiança nas instituições e na Justiça, mantendo compromisso firme com a transparência e com o povo de Ielmo Marinho. A agenda administrativa e o trabalho em prol do município seguem mantidos, sempre pautados pela ética e legalidade.”

Créditos: Tribuna do Norte

QFome App

Allyson nega envolvimento em suposta propina em contrato da saúde

28 de janeiro de 2026

Allyson nega envolvimento em suposta propina em contrato da saúde

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), afirmou nesta quarta-feira, 28, que nunca recebeu ou solicitou qualquer tipo de vantagem proveniente de empresários. A declaração acontece um dia após a deflagração da Operação Mederi pela Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU), investigação que aponta o gestor como parte de um esquema de desvio de recursos na área da saúde.

“Eu nunca recebi, pedi qualquer tipo de vantagem, qualquer tipo de valor. Nunca tive qualquer tipo de diálogo com essas pessoas envolvendo esse tipo de recurso, de contrato, de benefício pessoal dentro da Prefeitura de Mossoró. Nunca solicitei para que ninguém ligado a mim fosse ter esse tipo de contato, esse tipo de conversa. E reafirmo aqui, para o povo do estado do Rio Grande do Norte, que não tenho nenhum tipo de envolvimento em nenhuma dessas práticas”, declarou Allyson em entrevista à rádio 96 FM.

As declarações decorrem da divulgação de interceptações feitas pela PF no curso da Operação Mederi. Nessas gravações ambientais, sócios de uma distribuidora de medicamentos discutem uma possível distribuição de propina a vários agentes, incluindo o prefeito de Mossoró.

Em um dos diálogos captados, sócios da empresa Dismed mencionam que Allyson Bezerra teria acesso a um repasse de R$ 60 mil, valor correspondente a 15% de um contrato no montante de R$ 400 mil. Tal distribuição de recursos foi apelidada pelos próprios sócios como “Matemática de Mossoró”.

Allyson afirmou que “a Justiça comprovará no tempo certo” que ele não possui qualquer ligação com atos ilícitos. “Às 9h40 da manhã, nós apresentamos toda a documentação que foi solicitada pela Polícia Federal no dia de ontem, antes do prazo que foi solicitado”, destacou o prefeito.

Ainda segundo o gestor, desde 2023, Mossoró utiliza o sistema Hórus, do Governo Federal, que é responsável pelo controle do estoque de medicamentos no setor público, sob a gestão da Controladoria-Geral do Município. Allyson ressaltou que a utilização desse sistema proporciona transparência às compras realizadas pela administração municipal. “A matemática de Mossoró na minha gestão é esta: transparência”, concluiu.

Créditos: Agora RN

Sidy's Tv e Internet

Prefeito de Ielmo Marinho é preso em flagrante ao tentar ocultar dinheiro e celular durante operação

28 de janeiro de 2026

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu em flagrante, nas primeiras horas desta quarta-feira (28), o prefeito de Ielmo Marinho, Fernando Batista Damasceno (MDB), conhecido como Fernando de Canto de Moça. Segundo a corporação, o gestor foi detido por atrapalhar a investigação ao tentar ocultar provas, arremessando dinheiro e um celular para fora da residência no momento do cumprimento das ordens judiciais.

A ação faz parte da Operação Securitas, deflagrada para investigar uma organização criminosa suspeita de intimidação de adversários políticos, com possível participação de agentes com mandato e de um policial militar.

As diligências ocorreram em Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Natal e Parnamirim, na Grande Natal, com o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão.

O objetivo é reunir novos elementos probatórios para esclarecer, principalmente, suspeitas de porte ilegal de arma de fogo, constituição de milícia privada e organização criminosa, além de identificar outros possíveis envolvidos. Os mandados miraram a apreensão de documentos, valores, armas e dispositivos eletrônicos, incluindo aparelhos celulares.

Um dos fatos que impulsionaram a apuração foi uma ocorrência em Ielmo Marinho, quando houve notícia de que homens fortemente armados estariam no interior da Câmara Municipal, supostamente para fazer segurança privada de um parlamentar e intimidar opositores. Na ocasião, foi apreendido um arsenal com armas e munições, incluindo calibres restritos .40 e .45, além de outros materiais.

A Polícia Civil informou que foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais tiveram como foco a apreensão de documentos, valores, armas e dispositivos eletrônicos, incluindo aparelhos celulares.

Tribuna do Norte

Academia Noova

‘Matemática de Mossoró’: entenda como funciona esquema de pagamento de propinas, segundo investigação da PF

28 de janeiro de 2026

Conversas captadas pela Polícia Federal apontam como funcionava parte de um possível esquema de desvio de recursos públicos e fraudes em processos de licitação de saúde em Mossoró, no Rio Grande do Norte.

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), é um dos investigados na operação, suspeito de receber propina nos contratos. Ele negou qualquer irregularidade.

Entenda

Em uma das transcrições colocadas na decisão judicial, dois empresários explicam o que chamam de “matemática de Mossoró”. Na conversa, eles citam um possível pagamento de propina ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, um dos investigados na operação.

Na transcrição do áudio captado em uma das empresas investigadas, os empresários citam um contrato em Mossoró com uma ordem de compra de R$ 400 mil e que, desse total, R$ 200 mil dos produtos seriam entregues oficialmente.

Dos R$ 200 mil que não serão entregues, os empresários citam que:

  • R$ 100 mil seriam de propina, sendo R$ 60 mil desses para Allyson Bezerra, o que significaria 15% do total do contrato;
  • R$ 70 mil seriam de comissão dos sócios;
  • R$ 30 mil seriam das empresas.

Na decisão, o desembargador federal Rogério Fialho Moreira diz que os trechos revelam um esquema montado para o recebimento de propina. O prefeito Allyson Bezerra e o vice dele, Marcos Antônio Bezerra de Medeiros, estavam no topo do esquema.

“Nesse trecho da representação, a autoridade policial revela a posição que cada investigado ocupa na estrutura descrita pelos diálogos captados. No topo, estariam os agentes políticos — Allyson Leandro Bezerra Silva e Marcos Antônio Bezerra de Medeiros — que, segundo as conversas captadas, receberiam propina em percentuais definidos sobre os contratos”, citou a decisão.

Marcos Medeiros, vice-prefeito de Mossoró desde 2025, chegou a ocupar o cargo de secretário interino do Fundo Municipal de Saúde de Mossoró, órgão central citado no esquema, em dezembro de 2022.

No nível intermediário do esquema, segundo a decisão judicial, estavam três gestores administrativos , “que garantiriam as condições institucionais para funcionamento do sistema”, e no nível operacional dois fiscais e gestores de contrato, que “viabilizariam concretamente as entregas parciais mediante atestados”.

Os dois empresários que citam Allyson Bezerra nas conversas são, segundo a decisão, os responsáveis por operacionalizar o esquema no âmbito privado.

G1

Wheyz

Saldo da operação: PF apreende R$ 251 mil em espécie e desmonta esquema de desvio de recursos da saúde no RN

28 de janeiro de 2026

A Polícia Federal apreendeu R$ 251,5 mil, 33 celulares, 34 eletrônicos — entre notebooks, HDs e tablets —, quatro veículos e 117 documentos na Operação Mederi.

Segundo a PF, a investigação apura indícios de irregularidades em contratos de fornecimento de insumos para a rede pública de saúde, envolvendo empresas sediadas no RN que atuavam junto a administrações municipais de diversos estados. 

Auditorias apontam contratos superfaturados, insumos não entregues e produtos de má qualidade. Houve cumprimento de mandados de busca e apreensão nos municípios de Mossoró, Serra do Mel, Tibau, Paraú, São Miguel e José da Penha, no Oeste potiguar.

Os investigados podem responder por desvio de recursos públicos e fraudes em licitações.

Blog do BG

Well Lab Isaac Nutri

Câmara mantém processo de cassação contra vereadora Brisa Bracchi

27 de janeiro de 2026

Câmara mantém processo de cassação contra vereadora Brisa Bracchi

Em sessão extraordinária realizada nesta terça-feira (27), os vereadores de Natal decidiram manter o processo de cassação contra a vereadora Brisa Bracchi (PT) na comissão processante responsável pelo caso. A decisão divergiu do parecer da maioria da comissão especial, que havia recomendado o arquivamento do processo. A votação terminou com 15 votos contrários ao arquivamento, nove a favor, três abstenções e duas ausências.

Após o resultado, Brisa Bracchi declarou em plenário que a continuidade do processo não a afastará da vida pública e, pelo contrário, fortalece sua permanência na política. Ela afirmou: “Se alguns acham que estender esse processo, que já dura mais de seis meses, um processo de violência e tortura psicológica, vai me fazer sair da política, é o contrário. Digo com mais força do que nunca que vou continuar na política, e não tenho dúvida disso.”

Durante seu pronunciamento, a vereadora comparou a situação ao cenário nacional, ressaltando que processos de cassação não devem ser usados como resposta a divergências políticas. Ela defendeu o respeito aos mandatos eleitos democraticamente e afirmou que a cassação não deve servir como punição por discordâncias políticas.

A votação teve como objetivo deliberar sobre o parecer da Comissão Processante que recomendava o arquivamento do processo, instaurado após denúncias feitas pelo vereador Matheus Faustino (União Brasil) contra Brisa Bracchi. O plenário suspendeu o recesso parlamentar para analisar o relatório, rejeitando a proposta de arquivamento, revertendo a orientação da comissão e mantendo o andamento do processo de perda de mandato.

A denúncia contra Brisa envolve supostas irregularidades no uso de emendas parlamentares para financiar um evento político-cultural chamado “Rolé Vermelho”, realizado em agosto. O evento foi interpretado por opositores como um ato político-partidário. Uma investigação inicial sobre o caso foi arquivada por decurso de prazo, mas o procedimento foi reaberto posteriormente.

Créditos: Tribuna do Norte

Restaurante Sertanejo

PF apreende equipamentos de Allyson Bezerra em operação sobre saúde

27 de janeiro de 2026

PF apreende equipamentos de Allyson Bezerra em operação sobre saúde

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), divulgou nas redes sociais que foi alvo de um mandado de busca e apreensão expedido pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (27). Na ação, foram recolhidos um celular, um notebook e dois HDs pessoais em sua residência.

A operação, conduzida em conjunto pela PF e a Controladoria-Geral da União (CGU), busca investigar um esquema envolvendo desvio de recursos públicos e fraudes em licitações na área da saúde.

Allyson Bezerra declarou que está disponível para fornecer todos os documentos que forem solicitados a qualquer momento. Ele esclareceu que o caso não envolve fatos recentes, pois a investigação começou em 2023 e está relacionada ao fornecimento de medicamentos no sistema municipal de saúde.

O prefeito lembrou que no mesmo ano publicou um decreto para que todos os medicamentos entregues pela Prefeitura de Mossoró fossem cadastrados em um sistema federal de controle e transparência, que visa registrar e rastrear a distribuição dos insumos à população.

Por fim, Allyson afirmou que encara a situação com serenidade e permanece à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

Créditos: Tribuna do Norte

Sidy's Tv e Internet
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