Eleições 2026: TRE prevê resultados de votação no RN até às 21h

4 de outubro de 2026

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) prevê que os resultados das eleições no Estado estejam definidos até as 21h deste domingo (4), dia do primeiro turno das Eleições 2026. Ao longo do dia, 2.660.947 eleitores aptos a votar poderão ir às urnas para escolher candidatos a presidente da República e governador, com seus respectivos vices, além de senador e deputados federais e estaduais.

A votação ocorrerá nos 167 municípios potiguares, distribuídos em 60 zonas eleitorais. Os cinco maiores colégios eleitorais do Estado são Natal, com 570.537 eleitores; Mossoró, com 187.535; Parnamirim, com 147.021; São Gonçalo do Amarante, com 77.694; e Ceará-Mirim, com 60.339. Ao todo, são 8.363 seções eleitorais no RN. O TRE-RN disponibilizou 8.849 urnas eletrônicas para o pleito, com atuação de 41.920 colaboradores, entre mesários e equipes de apoio logístico.

Well Lab

Eleições 2026: Saiba que horas começa a votação e como fazer sua colinha

4 de outubro de 2026

O primeiro turno das eleições 2026 acontece neste domingo, 4 de outubro, e o Tribunal Superior Eleitora (TSE) disponibilizou todas as principais dúvidas sobre a votação.

Qual o horário da votação?

A votação do 1º turno acontece neste domingo, 4 de outubro, das 8h às 17h (horário de Brasília). Se houver segundo turno, ocorrerá em 25 de outubro, no mesmo horário.

Em quantos candidatos tenho que votar?

Em 2026, cada eleitor votará em seis candidatos: 1 deputado federal, 1 deputado estadual, 2 senadores, 1 governador do estado onde mora e 1 presidente.

Por que são dois votos para o Senado?

Nas Eleições 2026, ocorre a renovação de dois terços do Senado, ou seja, 54 das 81 cadeiras estarão em disputa. O voto para senador é nominal, não sendo permitido votar apenas no número do partido (voto de legenda). Se o eleitor digitar apenas o número de legenda, a urna não permitirá o prosseguimento da votação. Caso prossiga com um número inválido, o voto será considerado nulo para o cargo. Além disso, a votação para senadores é estadual, o que significa que cada eleitor só pode votar em candidatos que concorrem pelo seu estado de domicílio eleitoral. Ou seja: eleitores de São Paulo só poderão votar em candidaturas ao Senado registradas no estado. Votos eventualmente digitados para candidatos de outras unidades da Federação não serão computados

Restaurante Sertanejo

Pesquisa Quaest revela cenário presidencial na véspera do 1º turno

3 de outubro de 2026

Pesquisa Quaest revela cenário presidencial na véspera do 1º turno

A pesquisa Quaest divulgada no dia 3 de outubro de 2026 mostra a situação da disputa pela Presidência da República na véspera do primeiro turno das eleições.

O conceito de votos válidos, conforme divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), corresponde aos votos dados diretamente aos candidatos, excluindo votos em branco, nulos e abstenções. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa obter 50% mais um dos votos válidos.

A Quaest utiliza um modelo chamado likely voter que considera as intenções de voto aliadas ao perfil de probabilidade de comparecimento dos eleitores para estimar os votos válidos.

A pesquisa foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e ouviu 3.702 eleitores a partir de 16 anos, entre os dias 2 e 3 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-02197/2026.

Créditos: g1

Well Farma

Cadu sobe 9,9 pontos e lidera numericamente entre eleitores com 60 anos ou mais

3 de outubro de 2026

Cadu de Lula (PT) registra o principal movimento da rodada entre os eleitores com 60 anos ou mais no cenário estimulado 1 para o Governo do Rio Grande do Norte. O petista passa de 26,21% em 6 de setembro para 36,11% na pesquisa mais recente, um avanço nominal de 9,90 pontos percentuais.

Com a alta, Cadu aparece numericamente à frente de Allyson Bezerra (União Brasil), que registra 35,47% no mesmo recorte. A diferença entre os dois é de apenas 0,64 ponto percentual. Álvaro Dias (PL) aparece com 17,69%.

Cadu avança quase 10 pontos em uma rodada
O crescimento de Cadu é o movimento mais expressivo entre os três principais nomes no grupo de eleitores com 60 anos ou mais. O petista tinha 18,62% em 10 de agosto, subiu para 21,14% em 23 de agosto, chegou a 26,21% em 6 de setembro e alcança agora 36,11%.

Do início ao fim da série, o avanço acumulado é de 17,49 pontos percentuais. Apenas entre as duas rodadas mais recentes, a alta é de 9,90 pontos.

Allyson oscila para cima e Álvaro recua
Allyson passa de 33,64% para 35,47% entre as duas pesquisas mais recentes, crescimento nominal de 1,83 ponto percentual. O candidato do União Brasil, portanto, também avança no segmento, mas em intensidade bem menor que a observada para Cadu.

Álvaro faz o movimento contrário. O candidato do PL cai de 19,65% para 17,69%, recuo nominal de 1,96 ponto percentual. Na série, Álvaro havia registrado 22,54% em 10 de agosto e 23,64% em 23 de agosto antes das duas quedas seguintes.

Diferença entre Cadu e Allyson cai para menos de um ponto
A combinação entre o avanço de Cadu e a variação mais moderada de Allyson leva os dois a praticamente o mesmo patamar no recorte etário. Na rodada mais recente, Cadu tem 36,11% e Allyson, 35,47%, uma diferença nominal de 0,64 ponto percentual.

O resultado representa a menor distância entre os dois ao longo da série apresentada para os eleitores com 60 anos ou mais.

Indecisos e branco/nulo ficam abaixo de 6%
Entre os entrevistados com 60 anos ou mais, 5,40% não sabem ou não responderam em quem pretendem votar. Outros 4,41% indicam nenhum candidato, voto em branco ou nulo na rodada mais recente.

Leitura do recorte exige cautela
A pesquisa DataVero/Diário do RN foi realizada entre 30 de setembro e 2 de outubro de 2026, com 1.500 entrevistas em 50 municípios do Rio Grande do Norte. A margem de erro informada para a amostra total é de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-07844/2026 e RN-05240/2026.

Fonte: Diário do RN

QFome App

Fachin determina à PF apuração sem exceção sobre ministros no Caso Banco Master

2 de outubro de 2026

Fachin determina à PF apuração sem exceção sobre ministros no Caso Banco Master

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, comunicou à Polícia Federal (PF) que todos os fatos envolvendo integrantes da Corte em investigações relacionadas ao Caso Banco Master devem ser investigados sem qualquer exceção.

Em ofício dirigido ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, Fachin destacou que a situação merece atenção especial, pois há interesse institucional em que todos os fatos relevantes sejam rigorosamente apurados, sem exclusão.

A medida foi tomada após reportagem da coluna do Metrópoles indicar que a PF aguardava uma definição sobre reunião para decidir o destino de cinco ministros.

Fachin declarou estar disponível para o diálogo institucional e para cooperação necessária ao esclarecimento integral dos fatos, sempre priorizando o interesse público e a defesa das instituições republicanas.

Confirmou ainda a audiência previamente agendada com Andrei para meados de outubro, alinhada com tratativas dos respectivos gabinetes, ressaltando que o diálogo vem sendo mantido, como ocorreu nas reuniões dos dias 17 e 31 de agosto.

O ministro frisou que qualquer documento, dado ou indício envolvendo membros do STF deve ser encaminhado integralmente à presidência do Tribunal. Sublinou que ninguém deve ser excluído da apuração.

No documento, Fachin reforçou a expectativa de que a investigação observe estritamente as normas constitucionais e processuais, preservando a autonomia das instituições responsáveis pela investigação e a jurisdição constitucionalmente atribuída ao STF.

Segundo Fachin, o objetivo é garantir que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos, sem exceção de pessoa ou circunstância, respeitando o devido processo legal, a competência dos órgãos investigativos e as garantias próprias da jurisdição.

Créditos: Metrópoles

Sidy's Tv e Internet

Monte Alegre vai às ruas e dá a largada final para a reeleição de Kleber Rodrigues

2 de outubro de 2026

O deputado estadual Kleber Rodrigues (PP) reuniu apoiadores, lideranças políticas e moradores de Monte Alegre e de municípios vizinhos na noite desta quinta-feira (1º), durante a Vigília da Vitória. A três dias da eleição, o encontro foi um dos momentos mais marcantes da reta final da campanha do parlamentar, que disputa o terceiro mandato com o número 11999.

A noite foi de gratidão e esperança, como propunha a organização. Famílias, militantes e representantes comunitários acompanharam o evento com bandeiras e adesivos, em clima de confiança. Em sua fala, Kleber agradeceu o carinho recebido na cidade e em cada município por onde passou e pediu que os apoiadores sigam mobilizados até o fim.

O parlamentar também lembrou o trabalho realizado na Assembleia Legislativa, onde foi eleito em 2018, reeleito em 2022 com 61.074 votos e hoje ocupa a primeira vice-presidência. Nos dois mandatos, atuou com foco na geração de emprego, no apoio aos municípios e na inclusão das pessoas com deficiência e com transtorno do espectro autista, área em que soma 44 leis estaduais aprovadas.

A escolha do local teve peso político e afetivo. Nascido em Natal, Kleber considera Monte Alegre sua terra e tem no município sua principal base eleitoral. É também para lá que segue o último grande ato antes da eleição, uma carreata que sai de Macaíba às 8h deste sábado (3) e percorre dez municípios até chegar à cidade.

Academia Noova

Do Alto de São Manoel ao RN: movimentação em Mossoró mostra força de Allyson

2 de outubro de 2026

A Avenida Presidente Dutra, em Mossoró, ficou tomada nas duas vias na noite desta quinta-feira (1º), durante a tradicional Descida do Alto de São Manoel. De camisa azul, chapéu de couro e bandeira na mão, famílias inteiras, caravanas e lideranças de vários municípios fizeram o maior ato político da campanha de 2026 no Rio Grande do Norte ao lado de Allyson Bezerra.

Allyson abriu o discurso agradecendo a Deus, à esposa Cinthia, à filha Angelina e aos amigos que seguraram a mobilização nas ruas. “Agradeço aos amigos fiéis e leais que levantaram essa bandeira e mantiveram a luta. Hoje nós estamos aqui”, disse. O candidato lembrou que passou pelos 167 municípios do estado e que quer levar essa vivência para um governo presente, voltado para quem mais precisa.

“Quero fazer a maior gestão da história deste Estado. Vou entregar todos os dias o meu compromisso, a minha coragem, o meu trabalho, a minha luta, o meu coração e a minha juventude. Não haverá um minuto em que eu deixe de pensar no povo e de acordar para trabalhar”, afirmou.

Allyson falou em governar para as pessoas simples, para a zona rural e para quem espera por saúde, segurança e oportunidade, e lembrou a própria origem humilde, formado na escola pública. “Se eu tivesse parado diante da primeira luta ou da primeira dificuldade, não teria realizado tudo o que fiz nem reunido tanta gente ao meu lado.” Para os jovens, garantiu voz e espaço no próximo governo, e agradeceu aos prefeitos, vereadores e lideranças que estão com ele em todo o estado.

No fim, de frente para a avenida lotada, repetiu o gesto que virou marca da campanha. “Para vocês, meu povo de Mossoró e do Rio Grande do Norte, eu tiro o meu chapéu.”

Wheyz

Lula e Flávio Bolsonaro realizam atos finais de campanha em São Paulo

2 de outubro de 2026

Lula e Flávio Bolsonaro realizam atos finais de campanha em São Paulo

Lula e Flávio Bolsonaro escolheram São Paulo para seus últimos atos de campanha antes do primeiro turno, marcados para o sábado, dia 3. O estado é o maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores, o que torna a reta final da campanha crucial para ampliar votos na região Sudeste.

O presidente Lula fará uma caminhada na Avenida Paulista, acompanhado do candidato ao governo paulista Fernando Haddad, além das candidatas ao Senado Marina Silva e Simone Tebet. Encerrar a campanha em São Paulo é uma tradição para Lula, que também terminou sua campanha na mesma avenida em 2022.

A escolha da capital visa, também, reconquistar o eleitorado paulista, já que em 2022 Lula perdeu o estado para Jair Bolsonaro, com 44,8% dos votos válidos contra 55,2%, uma diferença de 2,7 milhões de votos.

Flávio Bolsonaro comandará uma carreata no interior paulista, iniciando em Santa Bárbara d’Oeste e terminando em Americana, região de Campinas, com participação do governador e candidato à reeleição Tarcísio de Freitas.

O interior tem histórico de apoio maior a candidatos de direita e centro-direita. As pesquisas indicam Lula com 39% das intenções no primeiro turno, enquanto Flávio marca 34%. No segundo turno, ambos aparecem empatados com 42%.

Ambas as campanhas concentram esforços para ampliar seus votos em grupos específicos. Lula busca manter vantagem entre mulheres e católicos e crescer no Sudeste e Nordeste, enquanto Flávio mira evangélicos, mulheres e ampliar sua presença no Sudeste e reduzir a diferença no Nordeste.

Há restrições legais para a realização de atos de campanha no sábado anterior à eleição. A Prefeitura de São Paulo, atendendo a uma determinação do Tribunal Regional Eleitoral, não autorizou a caminhada de Lula e Haddad na Avenida Paulista, mas integrantes da campanha afirmam que o ato ocorrerá.

A última semana de campanha foi marcada por disputas envolvendo símbolos religiosos e atenção ao eleitorado feminino. Circulou nas redes sociais uma informação falsa atribuindo a Flávio Bolsonaro e outros políticos de direita a intenção de retirar Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil, o que gerou reações entre aliados de Lula.

Flávio, que é evangélico, tem maior apoio entre eleitores dessa religião, enquanto Lula, católico, lidera entre católicos. Ambos usaram imagens religiosas em suas campanhas para se aproximar desses públicos.

Durante um comício, Lula fez comentários sobre a resistência masculina a exames de prevenção ao câncer de próstata, que foram criticados por Flávio Bolsonaro nas redes sociais como machistas. O PT esclareceu que Lula referia-se aos exames ginecológicos preventivos culturalmente mais aceitos pelas mulheres.

Créditos: g1

Well Lab Isaac Nutri

‘Não se pode falar de Nossa Senhora’, diz Gilmar em impasse entre STF e TSE

1 de outubro de 2026

'Não se pode falar de Nossa Senhora', diz Gilmar em impasse entre STF e TSE

A controvérsia sobre a remoção de postagens relacionadas a Nossa Senhora Aparecida chegou nesta quinta-feira (1º) ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) de modo indireto.

No contexto de uma crise vigente há um mês, envolvendo uma sequência de decisões individuais, o ministro Gilmar Mendes afirmou que “não se pode falar o nome de Nossa Senhora”.

Essa declaração ocorreu durante um debate entre os ministros Cármen Lúcia e Flávio Dino no julgamento que avalia a aplicação do Estatuto da Pessoa Idosa em contratos de planos de saúde firmados antes de 2004, data em que a norma entrou em vigor.

Flávio Dino está no centro do conflito entre o STF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na sexta-feira (25), o ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE, determinou a remoção de postagens que associavam o candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro, e sua família a um movimento para revogar o título de padroeira do Brasil concedido a Nossa Senhora Aparecida.

No domingo seguinte, Dino atendeu a um pedido da defesa do humorista Antonio Tabet e restabeleceu as postagens, justificando que a retirada representava censura.

Posteriormente, o ministro Luiz Fux concedeu novo pedido de Flávio Bolsonaro no STF, suspendendo a decisão de Dino e mantendo a suspensão de mais de mil postagens.

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reclamou ao presidente do STF, Edson Fachin, sobre supostas interferências indevidas do STF no TSE.

Com o desenrolar da crise, Nunes Marques levou a decisão de Mendonça ao plenário virtual do TSE, que liberou a postagem do ator e ordenou a exclusão de postagens que falsamente vinculavam Flávio Bolsonaro a um movimento para retirar o título da santa.

Após o julgamento no TSE, Dino declarou na quinta-feira que o caso do ator estava resolvido, pois o TSE adotou o mesmo entendimento da sua decisão individual, mantendo a postagem.

Créditos: g1

Restaurante Sertanejo

Eleições 2026: TV Globo não realiza debate após desistências de Lula e Flávio e decisões do TSE e STF

1 de outubro de 2026

A Rede Globo decidiu cancelar o debate entre candidatos para presidente, marcado para a noite desta quinta-feira (1º). Menos de uma hora antes da realização do programa, a emissora informou ter recebido duas intimações judiciais relacionadas ao evento que causam “insegurança jurídica” e representam uma “interferência indevida na liberdade” dos veículos de imprensa.

O cancelamento ocorreu, também, com a confirmação de que o debate não teria a presença de Lula e Flávio Bolsonaro. O candidato do PT, no mesmo horário, estava ao vivo no Flow Podcast, enquanto Flávio desistiu no início da noite após uma das decisões citadas pela emissora, impossibilitando que o local vazio de Lula fosse mantido. Flávio falou em “censura”.

Em nota, a emissora informou ter cancelado o debate após “sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate”. De acordo com a Globo, as decisões de ministros do STF e do TSE causam “insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa tem de organizar os debates eleitorais”.

As decisões

A decisão em questão citada acima foi do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), assinada pela ministra Estela Aranha, que impediu a exibição do púlpito vazio destinado ao presidente. A decisão foi tomada deferindo o pedido do próprio PT.

No documento, Estela Aranha afirmou que a exibição do púlpito vazio, com a possibilidade de os outros presidenciáveis fazerem perguntas a Lula, poderia criar “situação de desequilíbrio”.

Outra medida jurídica citada pela emissora foi a do ministro do STF, Gilmar Mendes, determinando a participação de Renan Santos, do Missão, no debate da emissora. A definição de Gilmar ocorreu em resposta a um pedido feito pelo partido Solidariedade.

A ata da própria Globo previa a possibilidade de a Globo convidar, a seu critério, o próximo colocado na pesquisa de intenção de votos Quaest, que seria Renan Santos. No entanto, a emissora decidiu não fazê-lo depois que o ministro Kassio Nunes Marques, do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu a favor da inclusão de Romeu Zema (Novo) no debate.

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